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16 de abr. de 2010

O amor conjugal

A simples amizade com outro, por muito profunda que seja, não significa que uma pessoa lhe entregue toda a sua pessoa e a sua vida, a sua alma e o seu corpo.
Essa é a diferença entre a amizade e o amor conjugal entre homem e mulher.
A própria estrutura corporal e dos sexos expressa essa mútua referência:
o homem está capacitado, na alma e no corpo, para entregar-se inteiramente a uma mulher, e vice-versa.

Há três níveis que constituem o amor entre o homem e a mulher:

- A atracção física:
é o nível mais elementar, está sempre presente e é comum à natureza animal.
Isto só não basta para fundamentar o amor humano de verdade.
Neste nível, o outro pode ser também considerado como um simples objecto do apetite sexual.
Mais do que amar, isso seria usar o outro, como se fosse uma coisa.

O enamoramento afectivo :
é uma sintonia entre as maneiras de ser das duas pessoas, que faz com que gostem muito de estar juntos, que gostem de conhecer os detalhes da vida do outro, etc.
É já algo tipicamente humano.
É o começo do amor, ainda que não baste para um amor autêntico.
O enamoramento é um fenómeno espontâneo, não voluntário.
Uma pessoa não decide friamente enamorar-se de outra; uma pessoa, sem saber como, encontra-se enamorada.
E esse enamoramento deve-se aos aspectos positivos e agradáveis do outro; não tem em conta os seus defeitos.
Também pode suceder que uma pessoa goste mais do simples fato de "estar enamorado"
porque produz uma sensação de entusiasmo do que da própria pessoa de quem se enamora. Nesse caso o enamoramento estaria misturado com egoísmo.
Não seria verdadeiro amor.
Para ser estável, o enamoramento tem que passar ao terceiro e último nível.

O amor conjugal :
é muito mais que o enamoramento.
Não é só um processo espontâneo, mas transforma-se numa atitude voluntária, livremente assumida.
O amor que surgiu sem intervenção da vontade converte-se numa decisão livremente assumida de entregar-se ao outro, amando-o tal e como é e como será, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença.
Porque aceita a pessoa inteira, não apenas com as coisas boas que o enamoram, mas também com os defeitos que lhe desagradam.
E aceita-a como alguém que vai compartilhar e condicionar toda a sua vida.
Ama-a não por ser assim ou de outra forma, mas por si própria, a ela, sem mais, para sempre.
E entrega-se todo, entrega-se a si próprio, coração, corpo e vida inteira.

14 de abr. de 2010

A Morte - A dor de uma perda na visão dos passarinhos

20 de mar. de 2010

Nani Azevedo


Aquele que prometeu é fiel para cumprir.
Grande é o Senhor nosso Deus!!!

13 de mar. de 2010

Segurando um ao outro

A dedicada enfermeira, sobrecarregada com tantos pacientes a atender, viu um jovem entrar no quarto e, inclinando-se sobre o paciente idoso em estado grave, disse-lhe em voz alta: seu filho está aqui.
Com grande esforço, o velho moribundo abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez.
O jovem apertou a mão envelhecida do enfermo e sentou-se ao lado da cama.
Por toda a noite, ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras de conforto ao velho homem.
Ao amanhecer, o manto escuro da morte caiu sobre o corpo cansado do enfermo.
Ele partiu com uma expressão de paz no rosto sulcado pelo tempo.
Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas.
A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a lhe dizer palavras de conforto, mas ele a interrompeu com uma pergunta: quem era esse homem?
Assustada, a enfermeira respondeu: eu achei que fosse seu pai!

Não.
Não era meu pai, falou o jovem.
Eu nunca o havia visto antes.
Então, porque você não falou nada quando o anunciei para ele?
Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui.
E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, resolvi segurar a sua mão para que se sentisse amparado.
Senti que ele precisava de mim.
Nesses dias em que as pessoas caminham apressadas, sempre com muitos problemas esperando solução, não têm tempo sequer para ouvir o desabafo de um coração aflito, um jovem teve olhos de ver e ouvidos de ouvir o apelo mudo de um pai no leito de dor.
É tão triste viver na solidão...
É tão triste não ter com quem contar num leito de morte...
Se você tem um familiar enfermo, aproxime-se dele e segure firme a sua mão. Ofereça-se para lhe fazer companhia, ainda que por alguns minutos.
Fique em silêncio ao seu lado para ouvir o que os ouvidos do corpo não conseguem captar.
Seja uma presença amiga, sincera, que proporcione segurança.
E se você não tem um familiar enfermo, agradeça a Deus por isso e faça uma visita a alguém que precisa de apoio.
Há tantos enfermos solitários precisando de um gesto qualquer de afeto para sentir que viver ainda vale a pena.
Pense nisso e procure ser a companhia de alguém que precisa de você neste exato momento.
Ninguém tem que morrer sozinho.
do mesmo modo, ninguém deve se afligir sozinho ou chorar sozinho; rir sozinho ou celebrar sozinho.
Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida.

Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje.
E há alguém esperando que você segure a dele.

27 de dez. de 2009

2 Crônicas 7


E ACABANDO Salomão de orar, desceu o fogo do céu, e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa.
2 E os sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a casa do Senhor.
3E todos os filhos de Israel vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao Senhor, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.
4 E o rei e todo o povo ofereciam sacrifícios perante o Senhor.
5 E o rei Salomão ofereceu sacrifícios de bois, vinte e dois mil, e de ovelhas, cento e vinte mil; e o rei e todo o povo consagraram a casa de Deus.
6 E os sacerdotes, serviam em seus ofícios; como também os levitas com os instrumentos musicais do Senhor, que o rei Davi tinha feito, para louvarem ao Senhor, porque a sua benignidade dura para sempre, quando Davi o louvava pelo ministério deles; e os sacerdotes tocavam as trombetas diante deles, e todo o Israel estava em pé.
7 E Salomão santificou o meio do átrio, que estava diante da casa do Senhor; porquanto ali tinha ele oferecido os holocaustos e a gordura dos sacrifícios pacíficos; porque no altar de metal, que Salomão tinha feito, não podia caber o holocausto, e a oferta de alimentos, e a gordura.
8 E, assim, naquele mesmo tempo celebrou Salomão a festa por sete dias e todo o Israel com ele, uma grande congregação, desde a entrada de Hamate, até ao rio do Egito.
9 E no dia oitavo realizaram uma assembléia solene; porque sete dias celebraram a consagração do altar, e sete dias a festa.
10 E no dia vigésimo terceiro do sétimo mês, despediu o povo para as suas tendas, alegres e de bom ânimo, pelo bem que o Senhor tinha feito a Davi, e a Salomão, e a seu povo Israel.
11 Assim Salomão acabou a casa do Senhor, e a casa do rei, e tudo quanto Salomão intentou fazer na casa do Senhor e na sua casa prosperamente o efetuou.
12 E o Senhor apareceu de noite a Salomão, e disse-lhe: Ouvi a tua oração, e escolhi para mim este lugar para casa de sacrifício.
13 Se eu fechar os céus, e não houver chuva; ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra; ou se enviar a peste entre o meu povo;
14 E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
15 Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar.
16 Porque agora escolhi e santifiquei esta casa, para que o meu nome esteja nela perpetuamente; e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias.
17 E, quanto a ti, se andares diante de mim, como andou Davi teu pai, e fizeres conforme a tudo o que te ordenei, e guardares os meus estatutos e os meus juízos,
18 Também confirmarei o trono do teu reino, conforme a aliança que fiz com Davi, teu pai, dizendo: Não te faltará sucessor que domine em Israel.
19 Porém se vós vos desviardes, e deixardes os meus estatutos, e os meus mandamentos, que vos tenho proposto, e fordes, e servirdes a outros deuses, e vos prostrardes a eles,
20 Então os arrancarei da minha terra que lhes dei, e lançarei da minha presença esta casa que consagrei ao meu nome, e farei com que seja por provérbio e motejo entre todos os povos.
21 E desta casa, que é tão exaltada, qualquer que passar por ela se espantará e dirá: Por que fez o Senhor assim com esta terra e com esta casa?
22 E dirão: Porque deixaram ao Senhor Deus de seus pais, que os tirou da terra do Egito, e se deram a outros deuses, e se prostraram a eles, e os serviram; por isso ele trouxe sobre eles todo este mal.

24 de dez. de 2009

Infidelidade no Casamento: O Papel do Perdão


Uma das dores emocionais mais devastadoras é a de ter sido traído pelo cônjuge.
Isto porque quando se casa por amor o vínculo afetivo formado ao longo do namoro, noivado e casamento é muito forte e o nível de confiança depositado no cônjuge passa a ser um dos mais profundos nas relações humanas.
Quando ocorre a infidelidade, quebra-se muita coisa e o perdão se faz necessário em algum momento no futuro.
Vamos pensar sobre isto.
Qualquer pessoa, religiosa ou não, está sujeita à paixões afetivas.
Quando ela é religiosa, o compromisso de fidelidade é assumido não só para com o cônjuge, mas para com Deus também.
Ocorrendo adultério, além da quebra da fidelidade com o companheiro(a), ocorre também a quebra do relacionamento com Deus.
Claudia Bruscagin, psicoterapeuta familiar, com doutorado em Psicologia Clínica pela PUC-SP e professora no Curso de Especialização em Terapia Familiar e de Casal do Núcleo de Família e Comunidade da PUC-SP, diz, no livro “Religiosidade e Psicoterapia”, Editora Roca, p.59 e 60, 2008: “No contexto religioso, a infidelidade parece denunciar uma falta de compromisso não somente com o casamento, mas também com Deus, com a religião e seus preceitos.
Para o casal religioso, a reconstrução do relacionamento após um caso de infidelidade exige que não somente a dinâmica da relação seja revista, mas também a interação de cada um dos membros do casal com Deus, pois o perdão de Deus é tão importante quanto o perdão do cônjuge traído.”
Cada cônjuge tem um papel quanto ao perdão ao ocorrer a infidelidade.
O do traído é oferecer o perdão, o do traidor é buscá-lo.
Claudia comenta: “Ambos devem avaliar seu relacionamento e restaurar a relação, mudando o que erraram e acima de tudo perdoando verdadeiramente.
Mas o que é o perdão verdadeiro?
Depende dos sentimentos?
Depende de esquecer o fato?
É muito importante entender que o perdão cura a pessoa que perdoa. Viver ressentido é viver com a dor agarrada em você. A palavra “ressentimento” significa “re-sentir”, ou seja, sentir de novo. O perdão interrompe sentir a dor contínua. Quando você perdoa, a dor vai embora e você se sente melhor, mesmo que o perdão não possa produzir o restabelecimento do relacionamento interrompido pela quebra da fidelidade e confiabilidade na vida do casal. Claudia cita M. Pereyra, doutor em Psicologia (Argentina), autor de um livro sobre o perdão:
“A única forma de curar a dor que não se cura por si mesma é o perdão à pessoa que o magoou.
O perdão cura a memória ao trabalhar a mudança de pensamentos.
Aquele que vive remoendo sua dor pode ser mais prisioneiro que o agressor e, ao perdoar, liberta-se da prisão.”
Ainda citando Pereyra: “… perdoar não é passar por cima dos próprios sentimentos, ou simplesmente ‘dar a outra face’.
É um processo longo e dolorido, pois é um ato voluntário de renúncia ao direito legítimo de estar ressentido, de julgar negativamente o ofensor ou agressor e demonstrar uma atitude de compaixão e generosidade para com ele, apesar de não merecer.
Perdoar não é a negação dos sentimentos de mágoa, ira e rancor.
É reconhecer os sentimentos e então escolher não agir por eles.
Também significa que os maus sentimentos podem voltar e que talvez seja preciso perdoar mais de uma vez.”
Diz-se que quem perdoa, esquece.
Na verdade, quem perdoa genuinamente, primeiro lembra, analisa, desabafa a dor, depois trabalha para esquecer por decisão consciente de fazer isto.
Perdoar não é desculpar o erro da pessoa.
Claudia explica: “A desculpa ocorre quando há a compreensão de que a pessoa não é culpada pelo que fez.” Você não desculpa no sentido de tirar a culpa, porque ela é real.
Procura perdoar escolhendo fazer isto independente do sentimento porque “o perdão não é um sentimento, é uma escolha.” Escolha de não cultivar a mágoa contra a pessoa que machucou você.
Há ritmo e estágios diferentes para cada um viver o processo de perdoar.
Se alguém der um sôco no seu rosto, produzirá uma marca visível na pele.
Pode sangrar, fica roxo, inchado, etc.
E a cura desta pancada demora um tempo, se você perdoou o agressor ou não.
Algo parecido ocorre no processo de cura da dor da “pancada” da traição.
Claudia fala de estágios para se alcançar o perdão: mágoa, rancor, cura e reconciliação. O primeiro passo é reconhecer os sentimentos e assumi-los. Ela afirma que na fase de reconciliação em casos de infidelidade (ou outros) é importante que o cônjuge que traiu, se quiser seguir na reconciliação: (1)Aceite sua responsabilidade pelo ocorrido;
(2)expresse sincero pesar e arrependimento;
(3)de alguma forma ofereça compensação conveniente;
(4)prometa não repetir a conduta
(5)peça perdão.
Ela conclui: “Na reconciliação, quando possível, o ofendido convida a pessoa que o machucou de volta para sua vida.
Se o outro vem honestamente, o amor pode atuar e juntos podem desenvolver um novo relacionamento.
Esse estágio depende tanto da pessoa a ser perdoada quanto da que perdoa; às vezes a pessoa não volta e é preciso se curar sozinho.”

19 de dez. de 2009

REFLITAM

Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial.
Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras…
E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.
Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita:
Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo.
Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram.
Então os justos lhe responderão: Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber?
Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos?
Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?
O Rei responderá:
Digo-lhes a verdade:
O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram.

Mulheres de Fé: A filha de Faraó

Uma mulher respeitada pelo povo judeu e que sem dúvida estava no topo da lista dos chamados “gentios justos”, ou seja, pessoas que não pertenciam à nação de Israel, mas foram usadas por Deus para ajudar seu povo de maneira significativa.
Esta foi a filha de Faraó, uma mulher notável da alta dinastia, que por sua coragem e compaixão entrou para a história dos israelitas por salvar da morte e adotar, o bebê que seria o futuro libertador de Israel.
O relato Bíblico sobre esta nobre mulher está no Antigo Testamento, livro de Êxodo, capítulo 2.
Numa época em que o Faraó decreta a morte de todo recém-nascido hebreu do sexo masculino, um bebê é salvo pelas parteiras, permanece escondido por sua mãe durante 3 meses, e após ser colocado em um cesto e lançado ao rio Nilo é encontrado, por nada mais, nada menos que a princesa filha do Faraó, quando ela banhava-se no rio acompanhada por suas servas.
Ao abrir o cesto e ver a criança chorando, seu coração moveu-se de profunda compaixão, e embora não tivesse filhos, logo pensou na angústia da mãe hebréia que para salvar seu filho do decreto do Faraó o lançou ao rio.
O menino foi adotado pela princesa que sem saber contratou Joquebede, a mãe verdadeira de do bebê para amamentá-lo e educá-lo.
De acordo com historiadores, com a idade de 12 anos o menino foi levado ao palácio e passou a ser reconhecido oficialmente como filho da filha de Faraó, então recebeu o nome de Moisés.
Uma mulher que desconhecia o preconceito, uma defensora dos inocentes, esta era a filha de Faraó, uma mulher virtuosa.
Ela ofereceu o melhor para Moisés, desde a formação do caráter por sua mãe biológica, até a educação de um príncipe, conforto e amor.
Toda mulher que é sensível as impressões de Deus é uma mulher de fé, mesmo que ainda não esteja entre o povo de Deus.

Uma rainha muito importante, mulher de admirável beleza, dona de forte personalidade, um exemplo de competência e bom senso, Vasti é seu nome. Seu império compreendia toda a Pérsia, sendo dividido em vinte e sete províncias, que iam desde a Índia até a Etiópia.
Seu marido era o rei Assuero, também chamado de Xerxes.
O breve relato de sua história está no Antigo Testamento Bíblico, no livro de Ester, capítulos 1 e 2.
O rei Assuero gostava de dar grandes festas, onde costuma exibir as riquezas do reino, o luxo e o esplendor de sua corte.
No fim de uma dessas festas que durou uma semana, quando o rei e seus convidados nobres e plebeus estavam completamente bêbados, Assuero decidiu mostrar a beleza da rainha aos convidados embriagados, por considerá-la o ponto máximo de ostentação do reino.
Vasti também dava uma festa às esposas destes convidados no palácio real, e se recusou a atender ao pedido do rei.
A Bíblia não registra o motivo, o que leva alguns historiadores a pensarem que a rainha o fez por respeito a própria dignidade não se deixar ser vista como um objeto real.
O que não deixa dúvidas é que se o rei não estivesse bêbado não teria feito tal pedido.
Diante da recusa da rainha, o rei ficou furioso, e seguindo a orientação dos conselheiros reais, decretou uma lei onde Vasti nunca mais poderia entrar na presença do rei Assuero, e sendo deposta outra mulher deveria ocupar seu lugar.
Depois disso não há mais relatos sobre como ela terminou seus dias. Vasti era uma mulher pagã, mas nela encontramos características de uma mulher de fé: coragem e integridade.
Defendeu sua honra como mulher e como rainha, ainda que isto lhe custasse a um alto preço.
Ela foi fiel à sua consciência, ainda que isso representasse ter uma atitude desafiadora.

A fé que impressiona a Jesus

Mateus 8:5-13

Jesus, quando viveu entre os homens, acostumou-se mais à falta de fé do que à presença dela.
Por isso ao encontrá-la fazia questão de destacá-la.
1. A fé precisa ser dirigida a Jesus
Porque ele pode compreendê-la
Porque ele pode respondê-la
"eu irei..."

2. A fé precisa expressar-se humildemente
Não sou digno
Contudo, creio

3. A fé foi expressa com lógica e inteligência
Reconheceu a autoridade de Jesus - doenças = soldados
Confiou na autoridade reconhecida - palavra é ordem
Confessou-a perante os homens - nem todos reconhecem

4. A fé em Jesus jamais será decepcionada
Ele conhece a sinceridade com a qual nos aproximamos dele
Ele retribui na proporção da fé que expressamos

Para refletir:
1. O que significa aproximar-se de Jesus com fé?
2. Como é possível expressar fé na palavra de Jesus?
3. Quais os fatos na vida pessoal que ajudaram o centurião a crer intensamente em Jesus?
4. Comente alguns benefícios da fé.

O que é um amigo??


significado de ‘amigo’
Amigo
1.Pessoa de especial estima e afeição.
2.Homem de confiança.
Diante disso posso perceber que muitos homens da Bíblia eram amigos de Deus, ou melhor, Deus os tinha como amigos … Abraão , Moises, Davi , João Batista , João,… eu , Você …
É isso mesmo!
É preciso abrir o coração para acolher a amizade de Deus.
E, o ser amigo de Deus faz uma grande diferença em nossas vidas.
“Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.”
(Jo 15,15)
Quero com isso fazer você direcionar suas amizades a partir do desejo de Jesus em querer ser nosso amigo , pois Ele é, e precisa ser, em nossas vidas essa pessoa de especial estima e esse “Homem de confiança” que não decepciona nunca. Ele deixou para nós o que é ser amigo e, a partir do seu exemplo, querer imitá-lo com nossas vidas .
A amizade com certeza é dádiva de Deus, pois ela nasce de um encontro que me leva a conhecer o outro e me dar a conhecer , os amigos são pessoas que nos fazem enxergar o que não conseguimos ver em nós, para isso a amizade precisa ser aberta , sincera e cheia de confiança.
Amigo é aquele que se dá por inteiro, aquele que não esconde nada, aquele que vive sem reserva diante do outro, porque na verdadeira amizade não tem como haver individualismo.
Amigo não se escolhe, amigo não se compra , a amizade verdadeira é gratuita e não tem como comprar, não se encontra em supermercado, muito menos em shopping, pois a amizade, como expressei acima, é dádiva de Deus.
O que você tem dado a conhecer aos seus amigos?
Muitos são levados pelos que se dizem “amigos” à morte, ao que escraviza, ao vicio, à prostituição, à uma cultura de morte pregada pelo mundo.
E eu pergunto mais uma vez a você :
O que você tem dado a conhecer aos seus amigos?
Ou talvez, o que você tem levado seus amigos a conhecer de você, da vida, do mundo, de Deus?
Jesus nos deu a conhecer o que ouviu do Pai, do coração do Pai e nós o que temos dado a conhecer aos nossos amigos?
Somos amigos de verdade quando não damos de nós mesmo, mas damos ao outro a experiência do Deus vivo e vivido em nossas vidas, se dou de mim mesma nada realizo na vida do outro ,mas se dou do Deus que habita em mim aí acontece a transformação.
A alegria da amizade nos faz mais felizes e nos edifica na vida fraterna com os irmãos.
Quero de uma forma especial expressar aqui o amor pelos meus amigos por aqueles que me fizeram crescer, aqueles que me deram a conhecer o amor de Deus, por aqueles que com seu silêncio esteve ao meu lado nos momentos difíceis da minha vida .
Obrigada pela sua amizade, quem tem um amigo tem um anjo e louvo a Deus por todos vocês que são anjos na minha vida seja perto ou longe …
Amo Você meu amigo!

17 de dez. de 2009

MEDITAÇÃO (MEDITATION)


O que é a meditação cristã?
É refletir na Palavra de Deus com uma atitude de obediência.
A Bíblia diz em Josué 1:8 “Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.”
A meditação cristã é concentrar os nossos pensamentos nos planos de Deus.
A Bíblia diz em Salmos 1:2
“Antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite.”
Jesus deu-nos um exemplo de como meditar e orar.
A Bíblia diz em Lucas 5:16
“Mas ele se retirava para os desertos, e ali orava.”
A meditação dá-nos entendimento. A Bíblia diz em 2 Timóteo 2:7
“Considera o que digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo.”

16 de dez. de 2009

O Homem Quebrantado

Qualquer pessoa que sirva a Deus descobrirá, mais cedo ou mais tarde, que o grande obstáculo ao seu serviço não são os outros, mas ele mesmo. Descobrirá que o seu homem exterior e o seu homem interior não estão em harmonia, pois ambos inclinam-se para direções opostas. Perceberá também a incapacidade do seu homem exterior de submeter-se ao controle do espírito, o que o torna incapaz de obedecer aos desígnios mais elevados de Deus. Rapidamente perceberá que a maior dificuldade reside no homem exterior, que o impede de usar o seu espírito.
Depois que o nosso homem exterior for ferido, quebrantado e conduzido por várias provações, teremos ferimentos sobre nós, e isso permitirá que o espírito se manifeste. Portanto, ninguém despreze os quebrantamentos do Senhor. Que Ele de fato nos revele o que significa a destruição do homem exterior!

Paulo em II Coríntios 2:4


"Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração,
vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos,
mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.

14 de dez. de 2009


O significado da palavra “adultério”.
Uma palavra derivada da expressão em latim “ad alterum torum” que significa literalmente na cama de outro (a) que designava a prática da infidelidade conjugal e com o tempo se estendeu ao sentido de fraudar ou falsificar adjeta ao verbo “adulterar”.
Origem: Wikipédia
Não sei se você já percebeu, mas este assunto tem sido tratado de uma forma tão banal, quase que inofensiva pela mídia em geral, mas vamos aqui dar um destaque muito especial para a televisão principalmente para as novelas exibidas diariamente e com uma audiência fiel de milhões de telespectadores.
Analise comigo, as novelas exibidas diariamente, o adultério está sempre presente; transmitindo uma imagem de correto ou de solução para problemas conjugais; a maneira pela qual as cenas são construídas, induzem aos telespectadores a aceitar e até torcer pelo casal adultero.
Você sabia que para se praticar o adultério é necessário que esta idéia seja cultivada na mente durante um tempo, ou seja, a idéia precisa ser amadurecida, arquitetada, planejada em detalhes?
E os programas de televisão apenas se encarregam de darem aquele empurrãozinho que estava faltando para que isto aconteça mais rápido.
Meu amigo pode ser até que você já saiba disto que vou falar agora, mas de qualquer forma tem pessoas que não sabem, existem apenas dois caminhos, o mais estreito que leva a Deus e o mais largo e mais tentador que leva direto ao inferno sem escalas.
Deus em um de seus mandamentos foi muito claro dizendo:
“não adulterarás”, sendo assim, o adultério não é uma coisa que vem do coração de Deus, deixo para você adivinhar de onde provém o incentivo ao adultério.
Se por acaso você se tornou um adúltero, eu o encorajo a imediatamente abandonar este ato, pagar o preço se confessando para a sua esposa e em seguida vá buscar a ajuda que já está disponível te esperando, só então você passará a ser transformado em um novo homem.

8 de dez. de 2009

na luta contra a AIDS



A Aids é uma doença que não tem cura, mas hoje seu tratamento conta com medicamentos que proporcionam uma boa qualidade de vida ao paciente.

"Quando eu realmente conheço e creio na graça e no amor de Deus, algo muda dentro de mim.
Acaba-se a necessidade de parecer algo; o que importa é quem somos diante de Deus. Acaba-se a necessidade de ter justiça própria, porque toda a nossa justiça é a que Jesus nos dá.
Acabam-se os juízos, as disputas e preconceitos com as pessoas, porque Deus é livre para agir na vida de quem quer, sem ter que nos pedir permissão ou nos fazer uma consulta prévia.
Acaba-se o orgulho e a ilusão de que Deus nos pertence, porque somos nós quem pertencemos a Ele e só Ele conhece as intenções e motivações dos corações das pessoas. Não levantamos mais bandeiras, porque a nossa única bandeira é o amor a Deus e ao próximo e o nome de Jesus, nosso Senhor."

Isaias 41:10.




Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.

4 de dez. de 2009

Cristo e Eu


Eu, peregrino.
Ele, o caminho.
Eu, a pergunta.
Ele, a resposta.
Eu, a sede.
Ele, a fonte.
Eu, tão fraco.
Ele, a força.
Eu, as trevas.
Ele, a luz.
Eu, o pecado.
Ele, o perdão.
Eu, a luta.
Ele, a vitória.
Eu, o inverno.
Ele, o sol.
Eu, doente.
Ele, o milagre.
Eu, o grão de trigo.
Ele, o pão.
Eu, a procura.
Ele, o endereço.
Meu passado e meu presente: em suas mãos.
Meu futuro: todo dele.
Eu, no tempo... E Cristo, a Eternidade.
“Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora”

“Aceitar a incompreensibilidade do sofrimento é a maneira concreta de aceitar a incompreeensibilidade de Deus

"Accept the incomprehensibility of suffering is the practical way of accepting God's incompreeensibilidade


Jesus é a razão da minha vida sem ele minha vida não tem sentido nenhum,ELE é o motivo do meu viver.
Quando penso que estou sozinha,olho ao meu redor e vejo suas obras maravilhosas,e penso:não estou só
o Senhor está ao meu lado,dando-me livramento

Jesus is the reason of my life without him my life has no meaning, HE is the reason I live.
When I'm alone, I look around and see his miracles, and I think I am not alone
the Lord is with me, giving me salvation