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27 de dez. de 2009

O mito que atiça o conflito no Oriente Médio



Desde que Israel declarou sua independência em 1948, tem sido difundido um perigoso mito sobre o Oriente Médio, que enfraquece quaisquer esperanças de paz.
Os inimigos de Israel afirmam que o Estado Judeu foi criado às custas dos árabes da Palestina, a fim de aliviar a consciência do mundo com respeito à tragédia do Holocausto nazista.
Rami Ayad Ahmadinejad crê que, se uma pessoa negar o Holocausto, poderá negar a Israel seu direito legítimo de existir.
Na foto: Lula com o presidente do Irã.

Hoje, o principal porta-voz desse mito não é outro senão Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã.
Ahmadinejad acrescenta uma perversa deturpação a isso tudo: ele afirma que o Holocausto nunca aconteceu.
Através de sua lógica perversa, Ahmadinejad crê que, se uma pessoa negar o Holocausto, poderá negar a Israel seu direito legítimo de existir e estará trabalhando para a destruição de Israel.
É esse mito o de que o nascimento de Israel provocou uma injustiça que continua a abastecer as fogueiras do conflito entre árabes e israelenses.
Para alcançarmos a paz, precisamos recontar a história do sionismo com a finalidade de reafirmar o legítimo direito que Israel tem de existir.
Depois da II Guerra Mundial, os britânicos haviam se cansado do papel de governantes da Palestina.
Em 1947, eles decidiram entregar a questão da Palestina à Organização das Nações Unidas (ONU), que havia sido formada há pouco tempo.
O comitê criado pelas Nações Unidas para investigar a questão foi denominado UNSCOP, Comitê Especial das Nações Unidas Sobre a Palestina, no qual havia representantes de 11 países.

Embora não haja nenhuma dúvida de que a tragédia do Holocausto tenha tido influência sobre os membros do UNSCOP, o que eles viram durante sua visita à Palestina em 1947 teve um efeito muito mais profundo sobre a decisão final a que chegaram, recomendando a divisão da terra: uma comunidade judaica bem organizada que já havia criado as instituições necessárias para um Estado independente. Como escreveu o Professor Kenneth Stein da Universidade de Emory:
As Nações Unidas decidiram dividir a Palestina em um Estado árabe e um Estado judeu por causa das realidades daquele território, não por causa de sentimentos de culpa coletivos”.
Quais eram essas realidades, e como elas foram criadas?
Durante os 50 anos de intensa atividade sionista que antecederam 1947, a comunidade judaica da Palestina criou escolas de língua hebraica, jornais em hebraico, teatro falado em hebraico, agricultura, indústria e sistema de saúde hebraicos, além da Universidade Hebraica em Jerusalém.
Todas essas realizações não foram concluídas da noite para o dia.
O difícil processo de construção da nação começou com a criação da Organização Sionista em 1897, por Theodor Herzl.
Seu objetivo era criar um Estado judaico na Palestina, a antiga terra natal do povo judeu. As terras que foram compradas legalmente dos proprietários árabes pelo Fundo Nacional Judeu uma criação da Organização Sionista possibilitaram a construção de fazendas e cidades judaicas. De fato, foi neste ano que celebramos o centésimo aniversário da fundação da cidade de Tel Aviv.
Outras cidades judaicas, como Rishon L’Zion, fundada em 1822, são anteriores ao movimento sionista.
Os inimigos de Israel precisam ser relembrados de que, antes do início da II Guerra Mundial, e do Holocausto nazista, a população judaica da Palestina já era composta por 450 mil pessoas.
Em 1947, quando os membros do UNSCOP tomaram a decisão de recomendar a divisão da Palestina em dois Estados, um judeu e outro árabe, eles estavam simplesmente validando uma realidade que já existia.
Em novembro de 1947, a Assembléia Geral da ONU votou a favor da divisão da Palestina.
Logo depois do voto histórico, ninguém menos que o jornal Times de Londres publicou um editorial extraordinário em 1º de dezembro, que dava apoio à decisão da ONU, com esse curto, porém poderoso, argumento:
“Fica difícil imaginar como o mundo árabe, e muito menos os árabes da Palestina, sofrerá por causa do mero reconhecimento de um fato que já estava consumada a presença na Palestina de uma comunidade judaica compacta, bem organizada e virtualmente autônoma”.
Não há dúvida de que, quando as Nações Unidas votaram pela divisão em 1947, elas o fizeram com pleno conhecimento de que o povo judeu havia obtido o direito de ter um Estado por meio do trabalho árduo e do suor dos pioneiros judeus. O reconhecimento dessa verdade fundamental abriria as portas à paz...
Quando o presidente do Irã não atacar mais a legitimidade de Israel, e quando o governo do Irã não se empenhar mais por armas nucleares e deixar de sustentar o Hamas e o Hezb’allah (Partido de Alá), que buscam destruir Israel, então poderá haver paz.
(Bob Feferman – www.realclearworld.com - http://www.beth-shalom.com.br)

ALIANÇAS

Quando a União Soviética desmoronou, em 1991, muitos disseram: “O urso está morto!” Mas o urso russo não morreu; ele simplesmente hibernou e hoje está acordando com grande fúria, uma vez que o primeiro-ministro Vladimir Putin tenta restaurar à nação moderna a glória anterior da Mãe Rússia.
O “urso” russo tem estado ocupado fazendo novos amigos. Os mais significativos são os países islâmicos dedicados à destruição de Israel, com os quais a Rússia está formando alianças.
O mais notável de todos eles é a Pérsia, ou seja, o Irã dos dias modernos.
Olhando milhares de anos à frente, através das lentes da história profética (a profecia é simplesmente a história antecipada), o profeta Ezequiel viu vários eventos surpreendentes (Ez 36-39), alguns dos quais nos avisam para mantermos os olhos voltados para o urso.
Primeiro, Ezequiel disse que o povo de Israel, espalhado por todo o mundo, retornaria à terra de Israel, sua antiga pátria, dada a ele por Deus.
E os judeus já retornaram.
Vieram da Europa, da Rússia, da Etiópia, da América, de nações da antiga União Soviética, e de um grande número de outros países para os quais haviam sido espalhados.
E, segundo, em 14 de maio de 1948, aconteceu um milagre que tanto os eruditos quanto os céticos haviam dito que era impossível:
Israel renasceu como nação.
A invasão vindoura
Entretanto, Ezequiel escreveu sobre uma ainda futura guerra na qual a Rússia (chamada “Magogue”, Ez 38.1-4) e uma coalizão de nações (todas atualmente islâmicas) virão contra Israel em uma tentativa de destruí-lo:
“a Pérsia, a Etiópia e a Líbia estão com eles, todos com escudo e capacete”.
A primeira nação que as Escrituras mencionam na coalizão é a Pérsia, agora chamada de Irã.
O estudioso da Bíblia David Jeremiah escreveu o seguinte:
As muitas alianças de Vladimir Putin da Rússia:
Putin aplaude enquanto o chefe da corporação nuclear estatal da Rússia troca documentos com o ministro do Exterior do Japão.
Putin com o príncipe-herdeiro dos Emirados Árabes Unidos, xeique Mohamed bin Zayued Al Nahyan.
O próximo país que Ezequiel cita é a Pérsia, nome que aparece trinta e cinco vezes no Antigo Testamento.
Para nós é fácil identificar a Pérsia, porque ela reteve o nome que tinha nos tempos da Antigüidade até o ano de 1935, quando se tornou a nação do Irã. Aproximadamente quatro décadas e meia mais tarde, o Irã trocou seu nome oficial para República Islâmica do Irã.
Hoje, com sua população de 70 milhões de habitantes, o Irã tornou-se o viveiro para o desenvolvimento rápido do islamismo militante e do ódio anti-semita.
A realidade do aquecimento das relações do urso russo com o Irã é evidente a partir das manchetes na mídia:
“A Rússia Planeja Mais Cinco Usinas Nucleares no Irã”por Peter Baker, The Washington Post, 27 de julho de 2002.
“Em Israel, Putin Defende Negócios com a Síria e o Irã” por Molly Moore, Washington Post Foreign Service, 29 de abril de 2005.
“O Kremlin Está Pronto Para Defender o Irã”por Mikhail Zyar e Dmitri Sidorov, Mosnews.
Com, 13 de setembro de 2005. Os autores dizem que o Irã quer “aliados confiáveis como a Rússia e a China”.
“A Rússia Faz Acordo de um Bilhão de Dólares em Armas Com o Irã” Associated Press, 2 de dezembro de 2005.
Esse artigo, publicado pelo site da FOX News, chama a Rússia de “o aliado-chave do Irã”.
Durante anos, a Rússia não ficou feliz por ter de sentar-se nos bancos de trás do ônibus, por assim dizer.
No ano passado, depois dela ter invadido a Geórgia, Robert Baer escreveu na revista Time que a Rússia quer um império:
A invasão da Geórgia pela Rússia tem menos a ver com a Ossétia do Sul do que com uma Rússia que nunca se perdoou por perder um império ou por ser tratada como uma potência de segunda categoria durante todos esses anos.
O ressentimento da Rússia apenas cresceu à medida que os preços do petróleo aumentaram.
Ao invadir seu país vizinho, a Rússia cruzou o Rubicão.
A questão agora é: o que mais ela está tramando por causa daqueles 17 anos de humilhação?
Uma coisa deveríamos aguardar com certeza:
agora mesmo Moscou está lançando olhares para o Irã, a rota mais direta para a restauração de sua influência no Oriente Médio.

Resgate e redenção

Que chances o pequenino Israel teria contra o urso russo e seus muitos filhotes islâmicos?
A resposta está em Ezequiel 38.18:
“Naquele dia, quando vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, a minha indignação será mui grande”.
Deus ficará enfurecido, Se levantará em defesa de Israel e finalmente destroçará a coalizão
(Ez 38.18-39.10).

O resultado do resgate divino será a redenção de Israel:

“Saberão que eu sou o Senhor, seu Deus, quando virem que eu os fiz ir para o cativeiro entre as nações, e os tornei a ajuntar para voltarem à sua terra, e que lá não deixarei a nenhum deles.
Já não esconderei deles o meu rosto, pois derramarei o meu Espírito sobre a casa de Israel, diz o Senhor Deus”
(Ez 39.28-29).
Deus não esquecerá as promessas de Sua aliança; Ele não abandonará o povo de Sua aliança.
A Rússia e o Irã estão em marcha, e têm más intenções com relação a Israel.
Mas o Deus que fez os judeus retornar será o Deus do resgate e da redenção de Israel.
(Patrick Neff - Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)
Patrick Neff é o diretor dos ministérios eclesiásticos de The Friends of Israel.

ALIANÇAS DA RUSSIA
IRÃ E RUSSIA


Putin com o príncipe-herdeiro dos Emirados Árabes Unidos, xeique Mohamed bin Zayued Al Nahyan.

Putin aplaude enquanto o chefe da corporação nuclear estatal da Rússia troca documentos com o ministro do Exterior do Japão

POR QUÊ "RETORNAR" A ISRAEL?





"Retornar a Israel", ou "fazer aliyah" é o sonho de muitos judeus que vivem na Diáspora (dispersão).
Quando se diz "retornar", está-se referindo ao regresso à Terra de onde os antepassados judeus foram expulsos há quase 2 mil anos atrás.
Quando em 1897 Theodore Hertzl sonhou com o regresso dos judeus dispersos pelo mundo à Terra Prometida, muitos judeus julgavam que ele estava louco.
Ele no entanto profetizou que daí a 50 anos isso seria uma realidade.
E assim foi, com a Declaração de Balfour, exactamente 50 anos depois
1947!
E há muita razões para voltar à Eretz Israel!
Transcrevo o testemunho publicado na Ynetnews de alguém que fez aliyah e que não se arrepende de o ter feito!
O seu nome é Yoel Meltzer, e ele explica por que é que para um judeu não há melhor lugar do que Israel:
"Há uns 15 anos atrás eu tomei a decisão de largar um confortável estilo de vida e ambiente familiar da América para me estabelecer e construir a minha vida em Israel.
Apesar da importância desta decisão, ela não teve nada a ver com sentimentos negativos que eu tivesse em relação aos EUA.
É exactamente o oposto, e conservo gratas recordações da América.
Desde as férias como criança na região do lago George, na alta Nova York, até algumas travessias através do país nos meus vintes, até alguns anos vividos no centro de Nova York, posso realmente dizer que os EUA são um país incrível e muio belo.
Para além disso, a variedade de escolhas de qualidade disponíveis num enorme país de mais de 300 milhões tornam a vivência neste país uma experiência muito agradável.
Apesar disso, e apesar de todas as coisas boas que se podem falar da América, eu não trocaria isso um só segundo pela vida que estabeleci aqui em Israel.
Mais ainda, estou 100% convencido que não existe lugar no mundo mais ajustado para um judeu viver do que a Terra de Israel.
Para alguém que vive fora de Israel isto pode parecer uma declaração bombástica, contudo isso não diminui a veracidade da afirmação.
Gostaria de apresentar uma breve lista de razões positivas para que um judeu considere construir a sua vida em Israel:
1. Há uma muito maior probabilidade de conseguir uma esposa/o em Israel.
2. Estatisticamente, é em Israel que há a menor taxa de casamentos mistos (judeu com não judeu).
3. Num espaço de poucas horas, pode-se andar pelo deserto, nadar no Mediterrâneo, esquiar nos Montes Hermon ou flutuar no Mar Morto.
4. Os feriados judaicos fazem parte do ciclo de vida em Israel.
5. Não existe a época de compras de Natal em Israel.
6. O custo da educação judaica em Israel é uma fracção do que custa nos EUA.
7. Em Israel há um sentimento para o povo judeu de se "estar em casa".
8. Israel é o único estado judaico do mundo. Não existem outros.
9. Em Israel um judeu não tem de se integrar numa sociedade não judaica.
10. Apesar de como em todos os outros países existirem muitos problemas e dificuldades, aqui pelo menos são os nossos problemas e as nossas dificuldades.
11. A observação do mitzvah e o seu significado têm uma outra relevância em Israel.
12. Só existe uma Jerusalém no mundo inteiro, e ela está aqui, em Israel.
13. Depois de alguns milhares de anos, o hebraico, a língua dos profetas, é mais uma vez escutada em toda a terra de Israel.
14. Israel orgulha-se de ter a maior taxa de crescimento de judeus no mundo inteiro.
15. Após um longo distanciamento de quase 2 mil anos, Israel é uma vez mais o centro espiritual e físico do povo judeu.
16. A História está a desenrolar-se aqui à frente dos nossos olhos.
Aquilo que aqui tem transparecido durante um relativamente pequeno período de tempo é assombroso.
Como tal, existe aqui uma oportunidade incrível e única disponível a qualquer judeu em qualquer parte do mundo para vir para Israel, e ter um impacto real no desenvolvimento da História.
Resumindo, a melhor casa para um judeu é a Terra de Israel!"

Tal paixão e realidade é notável não só pela veracidade do argumento, mas ainda mais pela força espiritual e profética que tal realidade demonstra, numa altura em que pela primeira vez na História recente já há mais judeus vivendo em Israel do que no resto do mundo!
Shalom, Israel!

A UNIÃO EUROPEIA NÃO CONSEGUIRÁ ROMPER OS LAÇOS DE ISRAEL COM A SUA ETERNA CAPITAL, JERUSALÉM


O ministro israelita Ayalon repudiou a afirmação da líder dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia segundo a qual "Jerusalém é território ocupado", adiantando que, tal como Roma no passado, a União Europeia não conseguirá cortar os laços de Israel com Jerusalém.
JERUSALÉM ESTÁ ASSIM NO CENTRO DO DEBATE ENTRE A UNIÃO EUROPEIA
(o Império Romano revivificado, criado com o "Tratado de Roma")
E ISRAEL!
Tal como profetizado pelo profeta Zacarias, nos últimos dias Jerusalém tornar-se-ia num "cálice de tontear" para todos os povos.
Estamos a viver o início desses dias!
Agora que a Europa tem um presidente pela primeira vez, a vice-presidente Catherine Ashton referiu-se esta semana a Jerusalém como "território ocupado", levando a uma pronta resposta do ministro israelita.
Será este o início para o falso "acordo de paz", precipitando desta forma a "entrada em cena" do "iníquo, i.e., o Anticristo"?
Tudo leva a crer que sim...
Shalom, Israel!