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20 de mar. de 2010

UGANDA


ministerio da colheita retornado apenas de um momento emocionante do evangelismo missão no Norte do Uganda, África Oriental, em uma área chamada "APAC" (que soa como um "patch").
Durante toda a extensão de aproximadamente 13.000 pessoas ouviram a Boa Nova de Jesus Cristo, e cerca de 1.200 pessoas se arrependido de seus pecados e entregou sua vida ao Senhor.

Deus moveu poderosamente, e um maior destaque foi um enorme trovão, relâmpago, e uma tempestade durante a pregação na noite de segunda.
Muitas pessoas testemunharam de ser curado, e muitos foram libertos pelo poder de Deus.

Não deixe Jesus na manjedoura, ou na cruz ou no sepulcro.
Ele está vivo, e mesmo agora quer andar ao seu lado todos os dias.
Evangelista Billy Graham

28 de dez. de 2009

3 TEMPLO

O Instituto de Templo iniciou a preparação para a construção do Terceiro Templo no Monte Moriah, em Jerusalém, que é o local da Cúpula da Pedra (Dome of the Rock) e da mesquita al-Aksa, com a inauguração de uma oficina de fabricação de roupas sacerdotais.
Depois que o Rabino Chefe de Efrat, Shlomo Riskin, ele mesmo um Cohen(sacerdote), tomou as suas medidas para as vestimentas dos Kohanim, Aviad Jeruffi, o desenhista de vestimentas dedilha em celebração o seu violão na canção “Para Ascender ao Monte do Templo”.
Peças de roupas sacerdotais não foram usadas desde a destruição do Segundo Templo por Roma, no ano de 70 da era cristã, e não podem ser vestidas até que o Terceiro Templo seja construído.
Os Cohanim, que são os sacerdotes descendentes diretos de Aaron, que era irmão de Moisés, são reconhecidos pelo Instituto como tais se o avô paterno observou as tradições.
Atualmente têm responsabilidades religiosas especiais; mas em tempos antigos eles executavam as tarefas mais significativas dentro do Templo.
Aproximadamente um terço dos mandamentos da Tora não pode ser cumprido sem um templo, incluindo as obrigações dos Cohanim.
(Notícias da Rua Judaica)

CANDELABRO PREPARADO PARA O TERCEIRO TEMPLO!


A rapidez dos acontecimentos proféticos realizados e cumpridos na nossa geração é verdadeiramente espantosa, dando-nos sinais claros de que Deus está prestes a intervir mais uma vez na história humana, desta feita para trazer libertação ao Seu povo e juízo sobre os incrédulos.
Acreditando de que um desses grandes sinais proféticos será nada menos que a construção de um terceiro templo em Jerusalém, torna-se então necessário que toda a "mobília" e artefactos estejam preparados e prontos para tal eventualidade.
E é isso que está a acontecer!
Está neste momento preparada a MENORAH, ou seja, o Candelabro para o templo, feito de ouro, em tamanho real, tal qual se apresentava nos dois templos anteriores.
Na foto acima, uma das primeiras obtidas, podemos ver o momento final da preparação do Candelabro e a presença de três rabis membros do Instituto do Templo ("Temple Institute").
Este é o primeiro candelabro desta natureza feito depois da destruição do 2º templo, há quase 2 mil anos, e a sua construção em tamanho real baseou-se em anos de intensas pesquisas históricas e judaicas devidamente autorizadas.
Contra todas as opiniões e desejos do mundo, Deus está a cumprir o Seu maravilhoso plano através da nação de Israel!

INSTITUTO DO TEMPLO PREPARA COROA PARA O NOVO SUMO SACERDOTE


O Instituto do Templo (Temple Institute) em Jerusalém anunciou esta semana que completou a coroa de ouro maciço que a Bíblia ensina dever ser levada pelo sumo sacerdote quando no cumprimento dos seus deveres no Templo relatou a agência Israel National News.
A preparação da coroa fez com que artistas seguissem escrupulosamente durante mais de um ano as instruções registadas na Bíblia, textos sagrados judaicos e diversas fontes históricas.
A coroa ficará exposta na parte velha da cidade de Jerusalém até à altura em que o Terceiro Templo for construído no Monte do Templo e a casta sacerdotal de Israel reassumir as suas funções no local.
O Instituto do Templo tem desde há décadas estado a preparar as roupagens e os artigos necessários para o dia em que o Terceiro Templo for reedificado.
O Rabi Chaim Richman, director do Instituto do Templo, informou a agência noticiosa que a próxima tarefa será completar os projectos arquitectónicos para o Terceiro Templo, incluindo as projecções dos custos e os esquemas e detalhes das partes eléctricas e das canalizações.
Impressionante?
Nem tanto, para quem acredita que está próximo o momento em que o sonho dos judeus se irá finalmente concretizar, ao fim de 2 mil anos de espera...
Shalom, Israel!
Publicada por Shalo

O Que é o Templo dos Últimos Dias?


Em 1989, a revista Time publicou um artigo intitulado "Tempo para um Novo Templo?" em que relatava o desejo crescente de muitos judeus devotos de verem um novo templo construído no Monte do Templo em Jerusalém.
O correspondente começou escrevendo:
"Que a Tua vontade seja a rápida reconstrução do Templo em nossos dias...
" Esse pedido a Deus, recitado três vezes ao dia nas orações judaicas, expressa um desejo que faz do Monte do Templo em Jerusalém os 35 acres potencialmente mais instáveis do mundo.
Nos anos que se seguiram a esse artigo, nada diminuiu o desejo de reconstruir o templo.
Na verdade, a expectativa e os preparativos continuam a crescer.
O apoio do público israelense para a reconstrução do templo, antes fraco, está aumentando gradativamente.
A tensão no Oriente Médio continua alta e os problemas religiosos e políticos da região continuam nas manchetes em todo o mundo.
Mas, mesmo nestes tempos turbulentos, os ativistas do Movimento do Templo continuam a intensificar seus esforços.
Os esforços da política, da diplomacia, da religião e da cultura convergem todos para o Monte do Templo provavelmente o terreno mais disputado da terra.
Uma das tensões mais importantes entre judeus e muçulmanos é a de que uma mesquita muçulmana, o Domo da Rocha, foi construída no local do templo em Jerusalém.
O ativismo em torno do templo tem provocado preocupação e conflito internacional e continua sendo um pavio curto que pode detonar a próxima guerra mundial.
Não existem soluções fáceis ou simples nesse complexo drama internacional e há muita retórica.
O líder dos Fiéis do Monte do Templo, Dr. Gershon Salomon, que é um dos defensores mais conhecidos e declarados de um templo reconstruído, afirma:
Eu creio que essa é a vontade de Deus.
Ele [o Domo da Rocha] deve ser retirado.
Devemos, como sabem, removê-lo.
E hoje temos todo o equipamento para fazer isso, pedra por pedra, cuidadosamente, embalando-o e enviando-o de volta para Meca, o lugar de onde veio afirmações tais como essa estão carregadas de emoção e são Tcom convicção.
Qualquer atividade relativa ao Monte do Templo certamente criará o caos e trará reprovação de uma ou mais entidades religiosas ou políticas envolvidas.
No entanto, o sonho de reconstruir o templo é realista e biblicamente correto; um dia ele se realizará.
A Bíblia ensina explicitamente que a reconstrução se tornará realidade.
Mas a alegria será passageira e a adoração será interrompida.
Como veremos através de alguns tópicos da história e da Bíblia, o novo templo não será nem o primeiro nem o último a ser erguido.
Sua construção é certa, mas os dias turbulentos que a acompanharão também.

27 de dez. de 2009

2 Crônicas 9


1 E ouvindo a rainha de Sabá a fama de Salomão, veio a Jerusalém, para prová-lo com questões difíceis, com um grande séquito, e com camelos carregados de especiarias; ouro em abundância e pedras preciosas; e foi a Salomão, e falou com ele de tudo o que tinha no seu coração.
2 E Salomão lhe respondeu a todas as suas questões; e não houve nada que não lhe pudesse esclarecer.
3 Vendo, pois, a rainha de Sabá a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara;
4 E as iguarias da sua mesa, o assentar dos seus servos, o estar dos seus criados, e as vestes deles; e os seus copeiros e as vestes deles; e a sua subida pela qual ele chegava à casa do Senhor, ela ficou como fora de si.
5 Então disse ao rei: Era verdade a palavra que ouvi na minha terra acerca dos teus feitos e da tua sabedoria.
6 Porém não cria naquelas palavras, até que vim, e meus olhos o viram, e eis que não me disseram a metade da grandeza da tua sabedoria; sobrepujaste a fama que ouvi.
7 Bem-aventurados os teus homens, e bem-aventurados estes teus servos, que estão sempre diante de ti, e ouvem a tua sabedoria!
8 Bendito seja o Senhor teu Deus, que se agradou de ti para te colocar no seu trono como rei para o Senhor teu Deus; porque teu Deus ama a Israel, para estabelecê-lo perpetuamente; por isso te constituiu rei sobre eles para fazeres juízo e justiça.
9 E deu ao rei cento e vinte talentos de ouro, e especiarias em grande abundância, e pedras preciosas; e nunca houve tais especiarias, quais a rainha de Sabá deu ao rei Salomão.
10 E também os servos de Hirão e os servos de Salomão, que de Ofir tinham trazido ouro, trouxeram madeira de algumins, e pedras preciosas.
11 E, da madeira de algumins, o rei fez balaústres, para a casa do Senhor, e para a casa do rei, como também harpas e saltérios para os cantores, quais nunca dantes se viram na terra de Judá.
12 E o rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo quanto ela desejou, e tudo quanto lhe pediu, mais do que ela mesma trouxera ao rei.
Assim voltou e foi para a sua terra, ela e os seus servos.
13 E o peso do ouro, que vinha em um ano a Salomão, era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro,
14 Afora o que os negociantes e mercadores traziam; também todos os reis da Arábia, e os governadores da mesma terra traziam a Salomão ouro e prata.
15 Também fez o rei Salomão duzentos paveses de ouro batido; para cada pavês destinou seiscentos siclos de ouro batido.
16 Como também trezentos escudos de ouro batido; para cada escudo destinou trezentos siclos de ouro; e Salomão os pôs na casa do bosque do Líbano.
17 Fez mais o rei um grande trono de marfim, e o revestiu de ouro puro.
18 E o trono tinha seis degraus, e um estrado de ouro, que eram ligados ao trono, e encostos de ambos os lados no lugar do assento; e dois leões estavam junto aos encostos.
19 E doze leões estavam ali de ambos os lados, sobre os seis degraus; outro tal não se fez em nenhum reino.
20 Também todas as taças do rei Salomão eram de ouro, e todos os vasos da casa do bosque do Líbano, de ouro puro; a prata reputava-se por nada nos dias de Salomão.
21 Porque, indo os navios do rei com os servos de Hirão, a Társis, voltavam os navios de Társis, uma vez em três anos, e traziam ouro e prata, marfim, bugios e pavões.
22 Assim excedeu o rei Salomão a todos os reis da terra, em riquezas e sabedoria.
23 E todos os reis da terra buscavam a presença de Salomão, para ouvirem a sabedoria que Deus tinha posto no seu coração.
24 E cada um trazia o seu presente, vasos de prata, e vasos de ouro, e roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas; assim faziam de ano em ano.
25 Teve também Salomão quatro mil estrebarias para os cavalos de seus carros, e doze mil cavaleiros; e colocou-os nas cidades dos carros, e junto ao rei em Jerusalém.
26 E dominava sobre todos os reis, desde o rio até à terra dos filisteus, e até ao termo do Egito.
27 Também o rei fez que houvesse prata em Jerusalém como pedras, e cedros em tanta abundância como as figueiras bravas que há pelas campinas.
28 E do Egito e de todas aquelas terras traziam cavalos a Salomão.
29 Os demais atos de Salomão, tanto os primeiros como os últimos, porventura não estão escritos no livro das crônicas de Natã, o profeta, e na profecia de Aías, o silonita, e nas visões de Ido, o vidente, acerca de Jeroboão, filho de Nebate?
30 E reinou Salomão em Jerusalém quarenta anos sobre todo o Israel.
31 E dormiu Salomão com seus pais, e o sepultaram na cidade de Davi seu pai; e Roboão, seu filho, reinou em seu lugar.

2 Crônicas 8


1 E SUCEDEU, ao fim de vinte anos, nos quais Salomão edificou a casa do Senhor, e a sua própria casa,
2 Que Salomão edificou as cidades que Hirão lhe tinha dado; e fez habitar nelas os filhos de Israel.
3 Depois foi Salomão a Hamate-Zobá, e a tomou.
4 Também edificou a Tadmor no deserto, e todas as cidades de provisões, que edificou em Hamate.
5 Edificou também a alta Bete-Horom, e a baixa Bete-Horom; cidades fortes, com muros, portas e ferrolhos;
6 Como também a Baalate, e todas as cidades de provisões, que Salomão tinha, e todas as cidades dos carros e as cidades dos cavaleiros; e tudo quanto, conforme ao seu desejo, Salomão quis edificar em Jerusalém, e no Líbano, e em toda a terra do seu domínio.
7 Quanto a todo o povo, que tinha ficado dos heteus, amorreus, perizeus, heveus e jebuseus, que não eram de Israel,
8 Dos seus filhos, que ficaram depois deles na terra, os quais os filhos de Israel não destruíram, Salomão os fez tributários, até ao dia de hoje.
9 Porém, dos filhos de Israel, Salomão não fez servos para sua obra (mas eram homens de guerra, chefes dos seus capitães, e capitàes dos seus carros e cavaleiros),
10 Destes, pois, eram os chefes dos oficiais que o rei Salomão tinha, duzentos e cinqüenta, que presidiam sobre o povo.
11 E Salomão fez subir a filha de Faraó da cidade de Davi para a casa que lhe tinha edificado; porque disse: Minha mulher não morará na casa de Davi, rei de Israel, porquanto santos são os lugares nos quais entrou a arca do Senhor.
12 Então Salomão ofereceu holocaustos ao Senhor, sobre o altar do Senhor, que tinha edificado diante do pórtico,
13 E isto segundo a ordem de cada dia, fazendo ofertas conforme o mandamento de Moisés, nos sábados e nas luas novas, e nas solenidades, três vezes no ano; na festa dos pães ázimos, na festa das semanas, e na festa das tendas.
14 Também, conforme à ordem de Davi seu pai, designou as turmas dos sacerdotes para seus ministérios, como também as dos levitas acerca dos seus cargos, para louvarem e ministrarem diante dos sacerdotes, segundo o que estava ordenado para cada dia, e os porteiros pelas suas turmas a cada porta; porque assim tinha mandado Davi, o homem de Deus.
15 E não se desviaram do mandado do rei aos sacerdotes e levitas, em negócio nenhum, nem acerca dos tesouros.
16 Assim se preparou toda a obra de Salomão, desde o dia da fundação da casa do Senhor, até se acabar; e assim se concluiu a casa do Senhor.
17 Então foi Salomão a Eziom-Geber, e a Elote, à praia do mar, na terra de Edom.
18 E enviou-lhe Hirão, por meio de seus servos, navios, e servos práticos do mar, e foram com os servos de Salomão a Ofir, e tomaram de lá quatrocentos e cinqüenta talentos de ouro; e os trouxeram ao rei Salomão.

19 de dez. de 2009

SANTIDADE: UNIDADE E PAZ


Mateus 17.24-27
Ser fiel cooperadora das coisas de Deus, tanto no trabalho feminino como na igreja, requer vida de santidade para poder entregar a Deus um coração limpo.
Em Pv 23. 26 lemos:
“Dá-me, filho meu, o teu coração”.
Deus pede o coração, mas Ele não se agrada em recebê-lo cheio de mágoas ou manchado pelo rancor.

Mateus 17. 24 a 27 registra o episódio em que Pedro foi abordado sobre o pagamento de impostos, de Jesus e dele. Jesus, mesmo sabendo que aquele imposto lhe era indevido, diz a Pedro:
“Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca acharás um estáter.
Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti”.
Estáter era uma moeda que dava para pagar o imposto de duas pessoas.
O imposto era para o templo (imposto religioso) e cada israelita maior de vinte anos precisava pagá-lo.
“O primeiro peixe”
Jesus bem sabia, na imensidão do oceano, em qual peixe estava aquela moeda.
Ele conhecia e via:
no interior daquele peixe existia uma moeda, que ele havia engolido e da qual não conseguia libertar-se.
Dessa mesma maneira Jesus contempla o mais íntimo do nosso ser, conhece as mágoas, ressentimentos.
Sabe o que está entalando cada pessoa e precisa ser tirado.
Ele olha para nós, individualmente, vendo o que tem no interior e manda que, abrindo a boca, seja liberado, jogado fora:
“todas as moedas” engolidas, que nos incomodam e impedem uma vida plena de comunhão com Deus.
“Abrindo-lhe a boca”
Precisamos abrir a boca literalmente e liberar perdão.
Enquanto não for arrancada toda a raiz de amargura, o coração fica marcado por ressentimentos, tornando-se um “imposto” muito caro para nós.
Jesus disse a Pedro; “entrega-o por ti e por mim”.
O perdão não somente é um bálsamo que cura, mas também restaura a comunhão com Deus.
Que o Espírito Santo sonde cada coração e retire tudo o que está impedindo de termos vida espiritual plena.
Buscar a paz apesar das diferenças.
Exercitar a santidade no pensar, no ouvir, no falar e no agir.
São condições básicas para vivenciar o tema geral do quadriênio
Santidade: Unidade e Paz.

Onilda Portella Peixoto

A Mulher Segundo o Coração de DEUS.


A mulher foi a obra-prima da criação divina, idealizada para ser a ajudadora do homem (Gn 2.18)
O pecado, contudo, danificou a ambos, fazendo-s caírem da graça e se tornarem pecadores (Rm 3.23; 6.23)
Deus, ao enviar Seu Filho ao mundo, trouxe também a possibilidade da restauração da raça humana e dos papéis que ambos deveriam ocupar (II Co 5.17)
Gostaríamos de destacar 15 coisas que existem no coração, caráter e vida de uma mulher regenerada por Cristo, uma mulher segundo o coração de Deus.

1. TEM CONSCIÊNCIA DA RAZÃO DA SUA EXISTÊNCIA, MISSÃO E PECULIARIDADE FEMININA
Sabe que foi criada para ser a ajudadora do homem (Gn 2.18)
Sabe que foi dotada do dom da maternidade, mediante o qual educa e renova o mundo (I Tm 2.15)
Não disputa o papel do homem, mas está feliz em cumprir e valorizar o seu próprio papel na história e na vida (I Tm 3.11)
Traja-se com feminilidade, humildade e modéstia
Usa roupas femininas e procura figurar-se com mulher na sociedade em que vive (Dt 22.5; I Co 11.15; I Tm 2.9)
Não se vale de artifícios de vaidade e luxo para embelezar-se, mas usa a modéstia e a beleza interior (I Pe 3.3-5)
Ensinam as moças mais novas com o testemunho e o exemplo (Tt 2.3-5)
Servem a Deus com dedicação e desprendimento
Sevem a Deus com total submissão e dedicação (Lc 1.38)
Servem a Deus com orações, jejuns e seus bens (Lc 2.37)
Servem a Deus com o testemunho e a evangelização (I Pe 3.1; At 9.36)
São filhas, esposas e mães exemplares
Como filhas são submissas à orientação dos pais (Mt 19.19)
Como esposas, amam aos seus próprios maridos e lhe são submissas ( Ef 5.22; Cl 3.18; Tt 2.4-5)
Como mães criem seus filhos na admoestação do Senhor (I Tm 5.9-10)
São hospitaleiras
Exemplo de Lídia (At 16.15,40)
Exemplo de Marta e Maria (Lc 10.38; Jo 12.2)
Exemplo de Sara (Gn 18.6; I Pe 3.6)
São sábias, comedidas e de poucas palavras
De tão raras, são mais preciosas do que finas jóias (Pv 31.10)
Não são faladoras, fofoqueiras, mas sábias e virtuosas (I Co 14.34; I Tm 3.11; Tt 2.3-5)
Não vivem como faladoras e fofoqueiras, mas guardam no coração as coisas importantes (I Tm 5.11-13)
São honradas, trabalhadoras e honram ao marido
São gestoras do lar, mantendo filhos em submissão e a casa em ordem (Pv 31.10-31)
Não têm preguiça, não acusam o cônjuge, mas trabalham com as próprias mãos na mantença do lar
Seus maridos são elogiados por tê-las como esposas e mães de seus filhos
Espelham-se na abnegação e doçura de Maria (Lc 1.30)
Imitam a fé de Ana (I Sm 1,2)
São boas filhas, obedientes e sábias como Rute (Rt 1.16)
Buscam a paz e a reconciliação, como Abigail (I Sm 25.32)
Convertem-se com a dedicação de Maria Madalena e as outras mulheres que serviam ao Senhor com seus bens (Lc 8.2-3)
São capazes de lutar em silêncio, dando o testemunho para a conversão do marido e dos filhos (I Pe 3.1)
São fiéis (I Tm 3.11)
Estariam as distintas jovens e senhoras dispostas enquadradas a cumprirem o que ensina a Palavra de Deus sobre a posição e testemunho feminino?
Não estariam motivadas a serem novas mulheres a partir de hoje, guiadas pela
Palavra de Deus, que é viva e eficaz?
Que Deus nos abençoe!

17 de dez. de 2009

SACRIFICIO


Deus quer a dedicação do nosso coração, e não os sacrifícios dos animais.
A Bíblia diz em Salmos 50:13-15 “Comerei eu carne de touros?
Ou beberei sangue de bodes?
Oferece a Deus por sacrifício ações de graças, e paga ao Altíssimo os teus votos; e invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.”
Deus gosta que tenhamos uma atitude de sacrifício e que coloquemos tudo o que temos à Sua disposição.
A Bíblia diz em Mateus 19:21 “Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue- me.”
Deus gosta que vivamos uma vida de sacrifício mostrando gratidão à Sua graça.
A Bíblia diz em Romanos 12:1 “Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.”
Deus gosta do nosso louvor sincero e Ele recebe-o como um sacrifício.
A Bíblia diz em Hebreus 13:15-16 “Por ele, pois, ofereçamos sempre a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome.
Mas não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com outros, porque com tais sacrifícios Deus se agrada.”

A santidade de Deus


A santidade de Deus é o modelo que temos para a nossa vida.
A Bíblia diz em 1 Pedro 1:15 “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em todo o vosso procedimento.”
A santidade de Deus não tolera o pecado.
A Bíblia diz em Isaías 59:2 “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça.”
Santidade é um dom da graça de Deus.
A Bíblia diz em Êxodo 19:5-6 “Agora, pois, se atentamente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu pacto, então sereis a minha possessão peculiar dentre todos os povos, porque minha é toda a terra; e vós sereis para mim reino sacerdotal e nação santa.
São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel.”
Quanto mais lemos a Palavra de Deus mais santidade adquirimos.
A Bíblia diz em João 17:17 “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade.”

SANTIDADE


Santidade significa:
Separação total a Deus, dedicação total a Deus, vem de sagrado, consagrado.
Sem um coração santo não se pode viver em santidade.
Santidade é o clamor do coração de Deus para o seu povo desde a Antigüidade até os dias de hoje.
Sede santos, porque sou santo!(I Pe1.16)

Deus deseja uma geração que seja exclusiva para si, separada para si, consagrada para si.
E esse anseio do coração de Deus se revela em toda Bíblia.
É um cuidado da parte de Deus com os seus escolhidos.
Não há como falar em Santidade, separação, consagração, dedicação, obediência e fidelidade, sem falar de Daniel e seus amigos (Sadraque, Mesaque e Abede-nego). Daniel é um exemplo forte e sua história se apresenta como uma das mais lindas no que diz respeito à dedicação a Deus.
A Santidade, por nos aproximar de Deus, por ser agradável a Deus e totalmente desagradável ao inferno, abre portas para a manifestação poderosa de Deus.
Os milagres acontecem, os livramentos deixam os inimigos perplexos.
Tudo isso, porque a Santidade nos aproxima de Deus e o desejo do nosso coração se alinha ao desejo do coração de Deus que se realiza plenamente em nossas vidas e através das nossas vidas.
Quem já experimentou a graça da santificação não precisa fazer esforço em praticar o bem e a justiça.
É tão lógico como a figueira dar figos e a videira, uvas.
O homem santificado opõe-se a todo pecado; anda nos estatutos do Senhor e guarda os seus juízos e os observa.
Um homem com coração puro vê pureza em tudo; o de coração impuro vê impureza em tudo e interpreta com malícia qualquer coisa.
Não basta falar de santidade.
Precisa vivê-la.
Esse é o testemunho.
Na Bíblia a palavra santo e santidade ocorrem mais de 600 vezes, quase sempre se referindo ao caráter do homem e atributo de Deus.
A verdade não pode ser adulterada ou deturpada.
A mente carnal combate sistematicamente a santidade.
O coração do homem carnal não admite a lei de Deus, a verdade, porque restringe suas tendências impuras.
Sem a santidade, ninguém verá o Senhor, isto é, não entrará no Reino de Deus.
A santidade não pode ser protelada para se buscar nos momentos de agonia, de sofrimentos, na vida.
Quem não se preparar e tiver vida santa na terra, não terá santidade na Eternidade. A santidade é requerida na vida presente.
Todo aquele que crê em Deus Santo deve buscar ser santo.
Ser santo não é sugestão, mas imperativo para todo aquele que se tornou filho de Deus.
A santidade é uma qualidade moral de pureza do espírito, alma e corpo.
O cristão é, portanto, um elemento raro no mundo corrompido, pois tem a qualidade de santidade cujo grau e intensidade vai gradualmente crescendo, mas, na essência, já tem todos os atributos divinos.
Deus é 100% santo e essa qualidade de ser santo, puro, isento de mistura da velha natureza, humana e adâmica, deve fazer parte da vida do cristão.
Um cristão autêntico tem em seu coração o amor, fé, paz, mansidão, sinceridade, bondade, honestidade e esses traços de caráter vão sendo confirmados, ampliados, amadurecidos e desenvolvidos.
Pureza é a ausência do pecado; assim como a saúde é a ausência da doença.
Esvaziando-se dos pecados, imediatamente o cristão deve ser cheio de santidade de Deus, e essa plenitude de pureza deve ser o estado permanente de cada um que segue a Jesus Cristo.
Descarte qualquer tentativa de desejar ver a Deus, guardando em seu coração iniqüidades e impurezas.

Natureza da Santificação:
Quando se diz "Santo", devemos considerar os seguintes sentidos:

1 – SEPARAÇÃO do terreno, do humano, ou do mundo para Deus.
A pessoa ou algum objeto Santo, então, é considerado separado para uso santo no serviço do Senhor.

2 – DEDICAÇÃO que é requerida para culto de adoração a Deus.
Uma pessoa ou um objeto Dedicado é santo, pois passou a ser propriedade exclusiva do Senhor.

3 – CONSAGRADO um homem é consagrado a Deus, no sentido de viver de modo justo (isto é, justificado pelo sangue de Jesus derramado na cruz).

4 – SANTO (PURO) "mas como é Santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver" (I Pe 1.15).
Assim, a santificação inclui a remoção de qualquer mancha ou sujeira que seja contrária à santidade da natureza divina.

Fonte: Santidade – Pr. Isaac Hayashi

9 de dez. de 2009

UM AMIGO, UM ALTAR


Altar é lugar de sacrifício, lugar onde se oferece uma vítima em holocausto.
Os altares sempre são constituídos para esta finalidade, para através de um sacrifício fazer memória dos favores que Deus concedeu.
Um altar precisa ser construído com esforço pessoal e decisão de coração.
Ele é memorial, lugar da teofania, da manifestação do amor de Deus.
É ir além do que é natural em nós, é tocar o sobrenatural.
Da mesma forma que um altar pressupõe um holocausto, traz em si o sacrifício.
É preciso sacrificar a nós mesmos, nossas falsas verdades, nossos gostos e desejos pessoais.
É lugar onde se derrama sentimento, lágrimas, sangue, vida.
Se esse derramar em sacrifício não acontece, não há altar.
Como os altares, precisam ser construídos, edificados com o que há de melhor em cada um.
São sentimentos, experiências, valores, sonhos, que como verdadeiras pedras vão se sobrepondo para que ali verdadeiramente aconteça o sacrifício.
São pedras que não podem ser tolhidas pelos desejos de nenhuma das partes, pois trazem em si aquilo que é o melhor, o sagrado, o original de Deus em cada um. Lapidá-las para adaptá-las às nossas vontades, aos nossos desejos, significa profaná-las.
Eu não posso construir um altar, com nada a não ser o que há de mais puro e sagrado. Eu não posso ser verdadeiramente um servo se eu não levo comigo a originalidade de Deus em mim.
Um altar profanado, um servo profanadO, só tem um destino: a destruição.
Há um valor especial em qualquer coisa que nós mesmos construímos ou ajudamos a construir, ainda mais quando se trata de pessoas.
Um irmão que não traz em si a vontade de ajudar a construir o outro, não manifesta vida, não há significado, não há porque, não há santidade, não há razão de ser.
Um altar é santo em razão do que ele significa.
Um irmão que não constrói o outro perdeu o seu sentido, o seu significado, a sua capacidade de sacralizar.
O ato de construir o outro não é fácil, causa dor em ambos, entraves, muito sacrifício mútuo e pessoal.
Mas como foi dito antes se não há sacrifício, não há altar.
Para construir o outro eu preciso derramar o meu sangue, a minha vida, para que a oferta do meu sacrifício seja capaz de trazer à tona o que há de melhor no outro, mesmo que para isso precise doer primeiro em mim.
É um ato de oblação, de oferta, que à medida que nos aproxima do altar, nos aproxima do próprio Deus, tornando-nos interiormente livres.
Quanto mais sacrifício há em um irmão, mais liberdade se adquire, mais próximo de Deus se chega.
O altar me leva a alcançar a Deus.
Se o amor não me leva ao Senhor, ela perdeu a essência.
Deus me levou a construir amizades durante a minha vida.
Elas são verdadeiros memoriais da visita do Senhor na minha história.
São verdadeiros altares onde eu posso me derramar, derramar a minha vida, sacrificar a mim mesmo, ser melhor, crescer na certeza de estar me aproximando cada vez mais de Deus.
Se uma oferenda é santificada e apresentada ao Senhor pelo contato com o altar, cada vez que me “derramo” sobre um irmão, sou apresentado mais santo do que poderia ser sozinho.
Ninguém se santifica sozinho.
irmãos são instrumentos eficazes de Deus para minha santificação.
Deus não colocou somente pessoas em minha vida, me deu amigos, me deu altares onde eu posso perpetuamente me oferecer em holocausto e me sacralizar.

8 de dez. de 2009

FALAR É FACIL

“Eu escuto o que o Senhor está dizendo.
Para nós, o seu povo, para nós, os que somos fiéis, ele promete paz se não voltamos aos nossos caminhos de loucura”.
Sl 85.8
A vida está cheia de escolhas.
Tempo livre, sucesso na carreira, família, amigos, compromissos, liberdade.
Como reconhecer os valores e as prioridades no meio de tantas escolhas?
O salmista diz:
“Eu escuto o que o Senhor está dizendo”.
Nós damos mais peso às escolhas de uma pessoa ou as crenças que ela diz possuir?
As nossas escolhas refletem os nossos valores.
O que dizemos deve ser confirmado por nossas ações.
As pessoas normalmente fazem escolhas com base naquilo que desejam, precisam ou valorizam.
O salmista diz:
“Para nós o seu povo, para nós, os que somos fiéis ele promete paz”.
Muitas vezes as pessoas agem movidas pelo medo, raiva, falta de informação ou sob pressão.
Outras vezes podem ser rápidos em dizer aquilo que o outro deveria pensar, sentir, se comportar.
O autor de Hebreus diz:
“Por isso devemos prestar atenção nas verdades que temos ouvido, para não nos desviarmos delas”.
Hb 2.1.
Podemos falar de valores que nos são totalmente estranhos.
Falar de bondade não torna alguém bom; pregar trabalho duro não torna diligente; e pregar compaixão não o torna gentil.
Devemos nos concentrar nas ações, não nas palavras.
O salmista sabia ouvir, ele não trocou o foco da sua audição.
Ele ampliou a sua capacidade de ouvir porque Deus está pronto para salvar os que o tem a fim de que a sua presença salvadora fique em sua terra.
O salmista sabia que haveria uma junção do amor e da fidelidade, da justiça com a paz.
As pessoas que o cercassem seriam fieis, mas tudo isto dependia de ouvir e não falar, pois falar é muito fácil.

Regina Lopes

4 de dez. de 2009

"CRISE DE MEIA-IDADE"


A crise da meia-idade é a expressão pela qual é conhecida a fase que passa pela metade da vida ," entre a idade de trinta e cinco e ciqüenta e cinco anos", quando uma pessoa é muito velha para ser jovem e muito jovem para ser velha.
O foco interno se desloca.A questão mental, muitas vezes, não reside no quanto já se viveu, mas no número de anos que você ainda tem pela frente.
Para muitos , a meia-idade é um período de transição, de fazer uma avaliação de prioridades, relacionamentos ,direção e propósitos na vida (Mt 6-33).
É semelhante a chegar ao topo de um morro e ser capaz de olhar em todas as ireções.
Essa fase da vida leva a pessoa a refletir sobre questões como de onde ela veio, mudanças que ela quer fazer para que o restante de sua jornada terrena seja produtiva e espiritualmente frutífera.
A meia-idade oferece maravilhosas oportunidades de renovação emocional,dessa forma, a mulher não mais se preocupa com o que ficou para tráz e para aquilo que está para acontecer.
Esquecendo me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão ,prossigo para o alvo.
Fp 3.13.

30 de nov. de 2009


"Eis que Deus é a minha salvação;
eu confiarei e não temerei porque o Senhor,
sim o Senhor é a minha força e o meu cântico;
e se tornou a minha salvação".

(Isaías 12:2)

26 de nov. de 2009

O segredo mais profundo da Obra de Deus

Quando lemos as palavras do SENHOR JESUS no versículo 10 do Evangelho de João capítulo 14, onde o SENHOR JESUS diz:
“Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim?
As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras”, o SENHOR abre o mistério intrínseco de sua vida e nos revela a natureza e o mais profundo segredo da Sua obra.
A obra de CRISTO era o fruto da expressão terrena da obra do Pai.
Aqui nós somos desafiados a aprender com o SENHOR JESUS o segredo do verdadeiro trabalho para DEUS, para não cairmos na obsessão de nos encontrarmos fazendo “coisas” que não cooperam na vontade de DEUS para a edificação da Sua Igreja.
Quando olhamos atentamente para esse assunto vemos duas verdades que devem nos impressionar:
primeiro, o SENHOR JESUS não veio ao mundo para trabalhar no lugar do Pai; e segundo, Ele fez toda a Sua obra no poder do Pai que estava vivendo e operando Nele. Olhe o que Ele disse em João 5.19 “O Filho nada pode fazer em Si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai”.
E ainda, no versículo 30 Ele disse:
“Eu nada posso fazer de mim mesmo... porque não procuro a minha própria vontade, e sim a daquele que me enviou”.
E em João 15.5 temos esse princípio que nos diz respeito:
“Sem mim nada podeis fazer”.
Isso é tão verdadeiro para nós como com o era para CRISTO JESUS, o Filho de DEUS quando esteve vivendo nessa terra para cumprir toda a vontade do Pai..
O padrão da vida cristã é a vida de CRISTO.
Somente recebendo a vida do CRISTO em nós, poderemos viver como Ele viveu.
Em João 6.57, o SENHOR JESUS disse:
“Assim como o Pai que vive em mim, me enviou, e igualmente eu vivo pelo Pai, também quem de mim se alimenta por mim viverá” (Jo 6.57).
Quando entendemos o significado da paternidade divina, aprendemos que:
- DEUS é tudo;
- Ele provê tudo;
- E opera em tudo.
Paulo disse em I Coríntios 12.6:
“O mesmo DEUS é quem opera tudo em todos”.
No ministério da graça, somos chamados para fazer a obra de CRISTO.
Quando você estudo a Epístola aos Hebreus, você descobre que uma das palavras chaves desse livro é “participantes”.
Essa palavra ocorre Sete vezes nessa grandiosa epístola (Hb 2.14; 3.1,14; 6.4; 10.33; 12.8,10).
O uso dessa palavra nesse livro é muito sugestivo.
Mostra que a vida cristã é totalmente relacional.
No Novo Testamento essa palavra ocorre quatorze vezes.
No grego essa palavra é “Koinoneo”, que significa: “companheirismo”, “tornar um sócio”..
- Participantes dos valores espirituais Rm 15.27.
- Participantes dos sofrimentos II Co 1.7.
- Co-participantes da promessa em CRISTO JESUS por meio do evangelho Ef 3.6.
- Participantes da graça comigo Fp 1.7.
- Participantes de CRISTO Hb 3.14. No grego é “metochos”, que significa: sócio da mesma categoria.
- Participantes do ESPÍRITO SANTO Hb 6.4.
- Participantes da sua santidade Hb 12.10.
- Co-participantes dos sofrimentos de CRISTO I Pe 4.13.
- Co-participantes da natureza divina II Pe 1.4.
- Co-participante da glória I Pe 1.5.

Quando o SENHOR JESUS disse em João 14.10-12:
“Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim?
As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras.
Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras.
Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.”; e ainda:
“aquele que crê em mim”, não significa crer para a salvação, é muito mais do que isso.
Vamos aprender algumas coisas importantes sobre isso que tocam profundamente a nossa espiritualidade.
Primeiro temos que crer em CRISTO como Aquele no qual e pelo qual o Pai opera incessantemente, visando alcançar a glória do Seu propósito.
O segundo ponto o qual quero enfatizar é que crer em CRISTO é recebe-Lo no coração para ser a nossa vida plena.
Isso implica entender que, desde que O temos recebido na maravilhosa experiência da salvação, temos esta vivida divina habitando nosso ser.
O terceiro aspecto é que quando vemos o Pai operando em CRISTO, sabemos que crer em CRISTO e recebe-Lo no coração é receber o Pai que permanece Nele e mediante Ele opera.
Ainda, desejo colocar mais um outro ponto fundamental, que está na frase “estou no Pai” aqui você nota uma contração na língua portuguesa que é “no”.
Na gramática portuguesa essa contração é uma combinação das preposições de e em, que sofrem redução formando um vocábulo único.
Essa contração nos fala de algo “dentro de”, “junto de”.
Na língua grega essa contração no original é uma preposição primária denotando posição fixa de estado.
Sintetizando, essa contração na língua portuguesa que é uma preposição fixa na língua grega nos fala de uma coalescência (aderência, união, concrescência, fusão). A vida de CRISTO estava unida, estava ligada a vida do Pai.
Agora, vamos considerar aquilo que para mim é um dos textos mais estonteante do evangelho.
O SENHOR JESUS disse que nós faríamos “obras maiores”.
O são essas “obras maiores?”.
Para compreender isso, temos que considerar dois pontos importantes:
Primeiro devemos entender que o SENHOR JESUS quando esteve na terra Ele podia estar com os discípulos, mas não podia esta dentro deles.
Somente, mediante o derramar do ESPÍRITO SANTO em Atos 2 isso se tornou possível.

Segundo, o SENHOR havia, naqueles três anos e meio de ministério iniciado a Sua obra; todavia, após a Sua ressurreição Ele estaria por meio da Sua Igreja cumprindo aquilo que Ele havia iniciado.
Isso implica dizer, que a frase “obras maiores”, fala da importância desta obra dentro da economia de DEUS (Ef 1-19-23).
Leia Atos 11.26 “tendo-o encontrado, levou-o para Antioquia.
E, por todo um ano, se reuniram naquela igreja e ensinaram numerosa multidão.
Em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos”.
Agora, CRISTO foi processado, CRISTO foi intensificado, CRISTO foi expandido.
- Portanto, a vida de CRISTO processada, intensificada e expandida se torna as “obras maiores”.
- O que significa ser cristão?
Significa ter a vida de CRISTO processada, intensificada e expandida.
- No Seu ministério terreno enquanto esteve aqui, o SENHOR JESUS realizava a obra do Pai; agora, junto do Pai, no trono da Sua glória, Ele realiza esta mesma obra por meio de muitos cristãos que foram espalhados durante estes dois mil anos que se passaram, e em muitos lugares fazendo esta grande obra que visa glorificar o Pai.
- Um outro texto que vai nos ajudar é os versículos 8 a 10 deste capítulo 14 do Evangelho de João: “Replicou-lhe Filipe: SENHOR, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe JESUS: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim?
” Veja que em Jo 10.30, o SENHOR JESUS disse:
“Eu e o Pai somos um”.
- O SENHOR JESUS estava ensinando que Ele era a corporificação expressa do Pai.
Nós sabemos que esse assunto é muito extraordinário e precisamos aceitar pela fé na Palavra de DEUS.
- Aqui vemos que DEUS o Pai estava no Filho e o Filho era a expressão visível do DEUS-Pai invisível.
- Veja esse mistério ainda em Isaias 9.6:
“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será:
Maravilhoso Conselheiro, DEUS Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”; eu quero que você note as seguintes palavras:
“menino”, “filho”, “DEUS forte” e “Pai da eternidade”.
Por um lado ele é “menino” mas também é “DEUS Forte”; Ele é tanto “filho” como também “Pai da eternidade”. Isto constitui um grande mistério para nós, mas não devemos ter nenhuma confusão.
Precisamos estar convictos que o Pai e o Filho são Um.
- O Pai é corporificado e expresso no Filho.
- E o Filho é glorificado pelo ESPÍRITO.

Conclusão

Quero concluir este assunto aqui com o propósito de leva-los a entender que o desejo do nosso querido Pai Celeste é nos livrar de qualquer obsessão em relação a Sua obra.
Desde que nascemos, somos tentados a fazer tudo em nossa força carnal, mas, se convertemos ao SENHOR JESUS, recebendo-O em nosso coração, não estamos mais na carne, isto é, toda a obra de DEUS para a glória de Seu Filho é no espírito vivificado pelo Seu ESPÍRITO.
Que DEUS em CRISTO em Seu amor infinito nos leve a compreender que o segredo mais profundo da Sua obra é viver uma vida que corresponda a Sua santa vontade, e dependência total da vida de CRISTO dentro e nós no poder do Seu ESPÍRITO realizando, tudo aquilo que satisfaz a DEUS.
Não sou eu quem faz algo, e sim, CRISTO em mim no poder do Seu ESPÍRTO vivendo dentro de mim é que realiza toda a obra de DEUS.
A Igreja do SENHOR JESUS tem um grande desafio nesse tempo que é encontrar o caminho da sua espiritualidade na Doutrina da trindade.
É aqui que encontra o nosso significado espiritual em relação a obra de DEUS.
Este será o nosso próximo assunto.

Estudo compartilhado por Luiz Fontes na reunião da Igreja em Goiânia no estado de Goiás.