Visão e o plano de Deus é que cada geração deve influenciar o seu próprio povo com o evangelho.
Nós somos responsáveis para ganhar nossa geração para Cristo.
Não podemos fugir desta responsabilidade.
Ninguém mais vai vir de outra geração para converter esta geração ...
Nós nunca podemos escapar a esta pergunta:
O que fizemos para ganhar a nossa geração?
Qual o impacto que temos feito em nossas aldeias, cidades e nações?
Cerca de dois bilhões de pessoas vivendo agora sobre o planeta Terra ainda estão para ouvir o evangelho pela primeira vez.
Essas pessoas vivem na Ásia, no Oriente Médio, na África do Norte.
Eles são uma parte da nossa geração, mas eles não têm pregadores para proclamar o evangelho a eles.
O que vamos fazer com estes milhares de milhões?
É nossa responsabilidade para alcançá-los ...
A Bíblia, um livro que tem continuado vivo através dos séculos, é indespensavel aos Servos do Rei. Nela encontramos as grandes mulheres de DEUS, que é um dos temas que abordados neste blogger. Minhas esperanças em Deus são como as estrelas quanto mais escura a noite mais elas brilham
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20 de mar. de 2010
INDIA

Paul & Krishna Sundersingh, de Andhra Pradesh, na Índia SE.
Através de um patrocínio da igreja o casal nacional será apoiada no trabalho de missão para os próximos seis meses.
Estamos orando sobre uma necessidade específica de uma motocicleta nova para ajudar Paulo com evangelismo e missões de assistência remota para viajar com mais freqüência, às sete igrejas da vila e pastores nacionais que está vigiando.
Há também uma necessidade específica para uma oração de pastores Paulo, que foi levado para o hospital EM uma situação de emergência médica.
Queira juntar a nós em oração para estas necessidades de cura para Paulo, para a prestação de sua moto, e para as almas mais para ser ganha para Jesus Cristo através deste ministério evangelístico na ÍNDIA.
21 de jan. de 2010
Grande Tribulação, templo e sacrifícios
Pergunta:
“Depois do arrebatamento Israel e as nações viverão novamente como no Antigo Testamento?
E os judeus edificarão novamente o templo e voltarão a fazer sacrifícios?
Ou como devemos entender, por exemplo, passagens como Ezequiel 45.17 e Ezequiel 46.24?”
A última passagem mencionada diz: “São estas as cozinhas, onde os ministros do templo cozerão o sacrifício do povo”.
Resposta:
Segundo o meu entendimento, podemos responder positivamente à sua primeira pergunta, pois após o arrebatamento o mundo se encontrará na 70ª semana de Daniel, que é uma continuação das 69 semanas (de anos) anteriores, todas elas dentro do contexto do Antigo Testamento.
A última "semana" também acontecerá sob condições e circunstâncias semelhantes às existentes no tempo do Antigo Testamento.
Além disso, vemos no Apocalipse (capítulos 5 até 18) que normalmente são usados símbolos do Antigo Testamento para descrever a época da Grande Tribulação e os que vivem nela.
Pessoalmente sou de opinião, e com isso chego à sua segunda pergunta, que o templo em Jerusalém será reedificado e que voltarão a ser feitos sacrifícios nele, o que se percebe muito claramente pelo que está escrito no capítulo 12 do livro de Daniel.
No início dessa passagem lemos de um tempo de angústia como nunca houve, e mais adiante está escrito que o sacrifício diário e o holocausto serão tirados.
Portanto, voltará a haver sacrifício diário e holocausto.
A Segunda Epístola aos Tessalonicenses (capítulo 2, especialmente o versículo 4) e Apocalipse 11 também relatam que em Jerusalém haverá novamente um santuário onde o anticristo se assentará. Não creio que esse santuário seja a Igreja.
Pois sempre que a palavra "santuário" (ou "templo") se refere simbolicamente à Igreja ou a Jesus, isso é mencionado no próprio texto.
Mas como este não é o caso em 2 Tessalonicenses 2, creio que então de fato haverá novamente um templo em Israel.
Ezequiel 46 fala da situação no Milênio, onde também haverá novamente um templo, isto é, o verdadeiro templo do Senhor em Jerusalém, onde o próprio Senhor Jesus reinará.
E ali os sacerdotes também exercerão novamente o seu ministério, e também serão feitos sacrifícios, realizados em memória do sacrifício do Calvário.
E como já no Antigo Testamento os sacerdotes viviam de certas partes dos sacrifícios, assim também no Milênio eles se alimentarão de determinadas partes dos sacrifícios que cozerão.
Ali também se fala de cozer no forno, onde certamente serão novamente cozidos pães, por exemplo, os pães da proposição que voltarão a ser colocados no templo.
(Norbert Lieth)
O texto acima foi extraído de chamada.com.br
“Depois do arrebatamento Israel e as nações viverão novamente como no Antigo Testamento?
E os judeus edificarão novamente o templo e voltarão a fazer sacrifícios?
Ou como devemos entender, por exemplo, passagens como Ezequiel 45.17 e Ezequiel 46.24?”
A última passagem mencionada diz: “São estas as cozinhas, onde os ministros do templo cozerão o sacrifício do povo”.
Resposta:
Segundo o meu entendimento, podemos responder positivamente à sua primeira pergunta, pois após o arrebatamento o mundo se encontrará na 70ª semana de Daniel, que é uma continuação das 69 semanas (de anos) anteriores, todas elas dentro do contexto do Antigo Testamento.
A última "semana" também acontecerá sob condições e circunstâncias semelhantes às existentes no tempo do Antigo Testamento.
Além disso, vemos no Apocalipse (capítulos 5 até 18) que normalmente são usados símbolos do Antigo Testamento para descrever a época da Grande Tribulação e os que vivem nela.
Pessoalmente sou de opinião, e com isso chego à sua segunda pergunta, que o templo em Jerusalém será reedificado e que voltarão a ser feitos sacrifícios nele, o que se percebe muito claramente pelo que está escrito no capítulo 12 do livro de Daniel.
No início dessa passagem lemos de um tempo de angústia como nunca houve, e mais adiante está escrito que o sacrifício diário e o holocausto serão tirados.
Portanto, voltará a haver sacrifício diário e holocausto.
A Segunda Epístola aos Tessalonicenses (capítulo 2, especialmente o versículo 4) e Apocalipse 11 também relatam que em Jerusalém haverá novamente um santuário onde o anticristo se assentará. Não creio que esse santuário seja a Igreja.
Pois sempre que a palavra "santuário" (ou "templo") se refere simbolicamente à Igreja ou a Jesus, isso é mencionado no próprio texto.
Mas como este não é o caso em 2 Tessalonicenses 2, creio que então de fato haverá novamente um templo em Israel.
Ezequiel 46 fala da situação no Milênio, onde também haverá novamente um templo, isto é, o verdadeiro templo do Senhor em Jerusalém, onde o próprio Senhor Jesus reinará.
E ali os sacerdotes também exercerão novamente o seu ministério, e também serão feitos sacrifícios, realizados em memória do sacrifício do Calvário.
E como já no Antigo Testamento os sacerdotes viviam de certas partes dos sacrifícios, assim também no Milênio eles se alimentarão de determinadas partes dos sacrifícios que cozerão.
Ali também se fala de cozer no forno, onde certamente serão novamente cozidos pães, por exemplo, os pães da proposição que voltarão a ser colocados no templo.
(Norbert Lieth)
O texto acima foi extraído de chamada.com.br
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NOVA ORDEM MUNDIAL
24 de dez. de 2009
Grupo de muçulmanos ataca igreja em construção
INDONÉSIA
Uma multidão de muçulmanos, incluindo mulheres e crianças, atacaram a igreja de Saint Albert, em Bekasi, cerca de 30 km ao leste de Jacarta.
A situação agora está sob controle, mas a comunidade cristã local teme uma violência maior antes do Natal.
Kurniadi é membro de um comitê encarregado da construção da igreja.
Ele contou para a AsiaNews: “De repente, dezenas de motociclistas se aproximaram da área do terreno da igreja.
Eles carregavam cartazes e litros de querosene.
Não sabemos por que eles atacaram”.
Kristina Maria Renteana, que estava presente quando a igreja foi atacada, disse:
“A multidão era formada por cerca de mil pessoas.
Não apenas homens, mas mulheres e crianças também”.
Andar de carros e motocicletas é uma tradição para os muçulmanos indonésios durante as “celebrações nacionais”.
Ontem foi o primeiro dia do Ano Novo muçulmano, o início do mês de Muharram.
Fontes locais disseram para a AsiaNews que a “multidão era formada por pessoas de Tarumajaya e Babelan”, dois vilarejos no Norte Bekasi, onde muçulmanos extremistas são maioria.
A construção da igreja de Saint Albert, que é parte da igreja Saint Arnold em Bekasi, não foi concluída. Iniciada em 11 de maio de 2008, a congregação possuía a permissão legal para lugares de culto e já estava 80% completa. Os trabalhadores haviam terminado as paredes e o telhado.
Faltava apenas o piso de cerâmica para ser terminado.
Apesar da construção não estar concluída, a igreja foi escolhida para sediar o culto de Natal para todos os cristãos da comunidade.
Fonte: Missão Portas Abertas
Uma multidão de muçulmanos, incluindo mulheres e crianças, atacaram a igreja de Saint Albert, em Bekasi, cerca de 30 km ao leste de Jacarta.
A situação agora está sob controle, mas a comunidade cristã local teme uma violência maior antes do Natal.
Kurniadi é membro de um comitê encarregado da construção da igreja.
Ele contou para a AsiaNews: “De repente, dezenas de motociclistas se aproximaram da área do terreno da igreja.
Eles carregavam cartazes e litros de querosene.
Não sabemos por que eles atacaram”.
Kristina Maria Renteana, que estava presente quando a igreja foi atacada, disse:
“A multidão era formada por cerca de mil pessoas.
Não apenas homens, mas mulheres e crianças também”.
Andar de carros e motocicletas é uma tradição para os muçulmanos indonésios durante as “celebrações nacionais”.
Ontem foi o primeiro dia do Ano Novo muçulmano, o início do mês de Muharram.
Fontes locais disseram para a AsiaNews que a “multidão era formada por pessoas de Tarumajaya e Babelan”, dois vilarejos no Norte Bekasi, onde muçulmanos extremistas são maioria.
A construção da igreja de Saint Albert, que é parte da igreja Saint Arnold em Bekasi, não foi concluída. Iniciada em 11 de maio de 2008, a congregação possuía a permissão legal para lugares de culto e já estava 80% completa. Os trabalhadores haviam terminado as paredes e o telhado.
Faltava apenas o piso de cerâmica para ser terminado.
Apesar da construção não estar concluída, a igreja foi escolhida para sediar o culto de Natal para todos os cristãos da comunidade.
Fonte: Missão Portas Abertas
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ASSUNTO POLEMICO,
missões envagelização
9 de dez. de 2009
Base Bíblica de Missões nos Profetas Menores
Oséias: O amor incondicional de Deus pelas nações.
Joel: O Espírito missionário de Deus.
Amós: Deus chama missionários e os envia em missões.
Obadias: A Unidade e Sinergia devem ser buscadas para que a obra seja realizada.
Jonas: Graça é o favor imerecido de Deus a quem não o merece.
Miquéias: Onde abundou o pecado se manifestou a graça de Deus.
Naum: Quem é o Deus do Missionário?
Habacuque: O Missionário viverá pela fidelidade de Deus.
Sofonias: A missionário é o portador da mensagem de Deus.
Ageu: O conflito para decidir o que urgente ou o que é importante na obra de Deus.
Zacarias: As armas do missionário são oração e jejum.
Malaquias: A oferta missionária que Deus aceita.
Joel: O Espírito missionário de Deus.
Amós: Deus chama missionários e os envia em missões.
Obadias: A Unidade e Sinergia devem ser buscadas para que a obra seja realizada.
Jonas: Graça é o favor imerecido de Deus a quem não o merece.
Miquéias: Onde abundou o pecado se manifestou a graça de Deus.
Naum: Quem é o Deus do Missionário?
Habacuque: O Missionário viverá pela fidelidade de Deus.
Sofonias: A missionário é o portador da mensagem de Deus.
Ageu: O conflito para decidir o que urgente ou o que é importante na obra de Deus.
Zacarias: As armas do missionário são oração e jejum.
Malaquias: A oferta missionária que Deus aceita.
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ADORAÇÃO,
amor,
em que eu acredito,
missões envagelização
4 de dez. de 2009
UM ALVO INATIGÍVEL

O que motiva o perfeccionismo é a compulsão por tentar ser aquilo que jamais conseguiremos ser.
Ele brota de uma profunda insegurança, de um medo terrível de que não seja suficiente sermos da maneira que Deus nos criou .
O anseio de alcançar a perfeição absoluta está enraizado nas lembranças ancestrais do paraiso perdido .
Toda pessoa tem dentro de si um padrão de como as coisas deveriam ser e um desejo profundo de experimentar a perfeição que só iremos encontrar no céu.
Existe algo dentro de nós ciente de que, apesar de a vida estar caminhando muito bem, ela poderia estar ainda melhor.
Devemos é claro,buscar mudanças ,melhorar o ambiente em que vivemos,mas sem exageros,buscando sempre soluções
" NAQUELE QUE É PERFEITO".
O principal aspecto que devemos procurar aperfeiçoar na nossa vida é o amor, a Palavra de Deus diz em Mateus 5:46-48 ; Porque ,se amardes os que vos amam,que recompensa tereis?
Não fazem os publicanos também o mesmo?
E se saudardes somente seus irmãos ,que fazeis de mais?
Não fazem os gentios também o mesmo?
Portanto , sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.
(Contudo ,é impossível alcançar a "plenitude" ou perfeição como seres humanos por meio do nosso próprio esforço ).
Ela é a manifestação da obra de Deus em nós.
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bem e o mal,
em que eu acredito,
ensinamento,
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sabedoria
2 de dez. de 2009
A parábola da figueira

Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.
Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas.
Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.
Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão"
(Mt 24.32-35).
Além da oliveira, da videira e do espinheiro, a figueira é uma ilustração de Israel, do judaísmo.
Essas quatro "árvores" são mencionadas em uma passagem de Juízes (9.8-15).
Além delas, também a romã é uma representação do povo judeu.
Certamente a passagem bíblica que exprime com maior precisão que a figueira é uma ilustração de Israel está em Oséias 9.10, onde Deus, o Senhor, diz:
"Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova...
" É o que também se vê claramente em Jeremias 24.3-7: "Então, me perguntou o Senhor: Que vês tu, Jeremias?
Respondi: Figos; os figos muito bons e os muito ruins, que, de ruins que são, não se podem comer.
A mim me veio a palavra do Senhor, dizendo: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Do modo por que vejo estes bons figos, assim favorecerei os exilados de Judá, que eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus.
Porei sobre eles favoravelmente os olhos e os farei voltar para esta terra; edificá-los-ei e não os destruirei, plantá-los-ei e não os arrancarei.
Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o Senhor; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; porque se voltarão para mim de todo o seu coração."
Além disso, a figueira contém um sentido profético muito profundo, o que se vê claramente nas palavras proféticas de Jesus quando fala da Sua vinda:
"Aprendei, pois, a parábola da figueira:
Quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.
Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas"
(Mt 24.32-33).
A seguir vamos analisar a figueira Israel à luz profética da Bíblia, perguntando-nos o que podemos aprender dela:
"Aprendei, pois, a parábola da figueira...
" Três simbolismos chamaram a minha atenção e quero compartilhá-los a seguir:
Primeira representação: a figueira como mestre que ensina o caminho certo, o caminho para a justiça verdadeira, legítima e permanente
Onde a figueira (Israel) aparece pela primeira vez na Bíblia?
Talvez alguns leitores dirão que encontramos em Gênesis 12 o chamamento de Abraão como primeiro hebreu, seguido pelo seu filho Isaque e pelo seu neto Jacó, cujo nome foi mudado por Deus para Israel em Gênesis 32.28:
"Então disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste.
" É correto que o nome Israel aparece aqui pela primeira vez.
Mas eu creio que a figueira (Israel), na profundidade profética dos desígnios da salvação de Deus ("Aprendei, pois, a parábola da figueira..."), já aparece nas primeiras páginas da Bíblia, isto é, em Gênesis 3.7:
"Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueiras e fizeram cintas para si.
" Segundo o meu entendimento, encontramos aqui a primeira menção de Israel como figueira na Bíblia, ou seja, o Israel da lei, que apenas pode cobrir o pecado.
Além da árvore da vida e da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.9), a figueira ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si") é a única árvore do jardim do Éden mencionada pelo nome.
Para mim, a menção da figueira já nas primeiras páginas da Bíblia (ao lado de inúmeras outras árvores paradisíacas criadas por Deus, cujos nomes não são citados) é uma gloriosa figura da eleição de Israel:
"...o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra" (Dt 7.6).
Adão e Eva haviam pecado e, em conseqüência, reconheceram que estavam nus.
Então eles apanharam folhas de figueira e cobriram sua nudez com essas folhas. Entretanto, assim eles somente puderam cobrir a sua culpa, mas não puderam obter o perdão do seu pecado.
Para isso foi necessário um sacrifício de sangue:
"Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu" (Gn 3.21) Isso significa que Deus matou dois animais e, com sua pele, cobriu a nudez dos dois primeiros seres humanos.
O sangue derramado nesse ato serviu para o perdão do pecado.
Portanto, já nas primeiras páginas da Bíblia é revelado profeticamente todo o Plano de Salvação.
Ali ele ainda está envolto em mistério, mas no decorrer de outras revelações posteriores tornou-se cada vez mais nitidamente visível.
O que aprendemos disso?
1. As folhas da figueira apontam para uma outra salvação, que é melhor e mais perfeita
Em Hebreus 7.19 está escrito:
("...pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus.
" Mas quem é a esperança superior, acima da lei?
O sacrifício providenciado por Deus em Jesus Cristo na cruz!
Segundo o meu entendimento, as cintas de folhas de figueira indicam a necessidade de uma vestimenta mais definitiva, que exigia um sacrifício com sangue, uma esperança superior.
Depois que Adão e Eva pecaram, imediatamente souberam que estavam nus e que deviam cobrir-se:
"...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si.
" Mas isso não foi suficiente diante do Deus santo.
Por isso, cheio de misericórdia, Ele matou dois animais e "fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu."
Exatamente este é o sentido e a finalidade de Israel no Plano de Salvação.
A figueira Israel, do começo até o fim, aponta para a salvação superior em Jesus Cristo, o Grande Sacrifício da Justiça de Deus.
Em Israel nos foi dada a lei.
Mas por meio dela reconhecemos que somos pecadores e carecemos da graça de Deus. Outrora Adão e Eva tomaram as folhas da figueira, mas perceberam que essas cintas feitas por eles mesmos não podiam salvá-los do pecado que haviam cometido e que necessitavam de outra salvação.
Quase toda a Epístola aos Hebreus mostra que o antigo Israel, em todos os seus procedimentos, é uma indicação para Cristo; que todos os seus sacrifícios apontam para o perfeito sacrifício de Jesus na cruz, e que o sumo sacerdote judeu da Antiga Aliança é uma referência ao Sumo Sacerdote verdadeiro, definitivo e eterno: Jesus Cristo.
Israel sob a lei aponta para a graça (Gl 3.24).
Em Israel, sob a lei, os pecados puderam ser apenas cobertos (folhas de figueira). Mas pelo sacrifício de Jesus, com sangue que maravilhosa boa nova de salvação!! os pecados são perdoados e tirados.
A respeito lemos em Hebreus 9.26:
"...Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado."
2. Pelas folhas da figueira vemos que as obras da lei não podem produzir a justiça que vale diante de Deus
Em nenhum lugar isso é demonstrado mais claramente do que na figueira Israel.
Em todo o decurso da história desse povo, Deus mostrou a todo o mundo que a lei não pode salvar.
Mas justamente este é o grande problema de Israel até hoje, pois eles continuam pensando que podem ser salvos pelas obras da lei.
A Bíblia, porém, ensina inequivocamente:
"...por obras da lei, ninguém será justificado" (Gl 2.16).
Em Gálatas 3.10 isso é expresso de maneira ainda mais precisa:
"Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo da maldição...
" O apóstolo Paulo dirigiu essas palavras profundamente sérias em primeiro lugar aos crentes na Galácia, que além da graça em Jesus Cristo ainda queriam assumir as leis do judaísmo.
Como Adão e Eva ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si)", hoje muitos procuram alcançar o favor de Deus pela observância da lei ou de exercícios religiosos.
Conheci, por exemplo, um homem que antes de se converter a Jesus orava o "Pai Nosso" 150 vezes por dia.
Todos que fazem tais coisas se esforçam em vão, pois assim estão realmente debaixo da maldição".
Diante disso, como soa maravilhosa a mensagem do sacrifício de Jesus na cruz: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito (Dt 21.23): maldito todo aquele que for pendurado em madeiro" (Gl 3.13)"fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu.
" Ele realizou uma salvação superior!
Hans Brandenburg disse certa vez:
O legalismo é o equívoco de trocar o diagnóstico pela terapia... Legalismo sempre é algo pela metade.
Em geral o homem escolhe um ponto especial que está disposto a observar e guardar, e então se apóia na pressuposta observância dessa lei e negligencia a comunhão com Jesus.
Exatamente assim também Paulo se expressa quando fala da figueira Israel: "Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus"
(Rm 10.3-4).
Qual é a sua situação?
Você já aceitou a graça?
No fundo, é tudo tão simples: basta ir ao Senhor Jesus Cristo e Lhe entregar toda a nossa vida.
Na verdade, este já é o passo do arrependimento, quando reconhecemos:
"Eu sou um grande pecador".
É impossível mencionar todos os pecados que cometemos em pensamentos, palavras e ações durante nossa vida.
Por isso, venha a Jesus Cristo com toda a sua vida e diga a Ele:
"Eu sou um grande pecador.
Senhor, eu preciso de Ti para toda a minha vida para tudo que houve, para tudo que é, e para tudo que virá.
Eu te aceito agora como meu Salvador".
Então você experimentará repentinamente o que é salvação verdadeira pois esta é a justiça em Jesus, a justiça que tem valor diante de Deus!
Já nas primeiras páginas da Bíblia a figueira nos é mostrada como uma ilustração de Israel, como um livro didático de Deus ensinando sobre a salvação verdadeira.
Assim como as folhas de figueira de Adão e Eva indicavam o anseio de salvação e mais além o sacrifício pleno e suficiente de Jesus Cristo–, Israel nos é dado como um exemplo que aponta para a graça redentora.
Por meio deste povo nos é mostrado claramente o anseio por salvação e a satisfação desse anseio em Jesus Cristo.
Segunda representação: a figueira como mestre que ensina sobre a salvação
Em 2 Reis 20.5-7 o Senhor diz ao Seu profeta Isaías:
"Volta e dize a Ezequias, príncipe do meu povo:
Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei; ao terceiro dia, subirás à Casa do Senhor. Acrescentarei aos teus dias quinze anos e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim e por amor de Davi, meu servo.
Disse mais Isaías:
Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde."
O que aprendemos disso?
1. A figueira Israel existe para salvação
Israel é como uma pasta de figos, como remédio para a humanidade, para todas as nações.
Mas não é em si mesmo que este povo é salvação e bênção sobre a terra.
Israel só pode ser uma ajuda para um mundo enfermo por causa dAquele que vem de Israel e se tornou o sacrifício para o mundo:
Jesus Cristo.
Este já foi o desígnio de salvação de Deus com Abraão, quando falou ao patriarca de Israel:
"...em ti serão benditas todas as famílias da terra.
" (Gn 12.3b).
Jesus é o Salvador do mundo, mas foi o judaísmo que o trouxe ao mundo.
Essa é a única razão de ser do povo judeu, do qual o Eterno de Israel fez vir Seu Filho Jesus Cristo para salvação do mundo inteiro!
Os botânicos descrevem a figueira da seguinte maneira:
– "Tem tronco retorcido com casca clara".
Em si mesmo, Israel é torto e rebelde, mas resplandece por meio de Jesus Cristo. Tive que pensar em Moisés, que em si mesmo também era "torto".
Mas quando retornava do encontro com Deus, "a pele do seu rosto resplandecia" (Êx 34.29).
– "A ramada se estende em todas as direções e tem folhas com cinco pontas".
Israel se tornou salvação para todos os povos.
O Evangelho foi anunciado primeiramente em Jerusalém, Samaria e Judéia, mas depois, partindo de Israel (figueira), para todas as direções, para todos os povos.
Folhas com cinco pontas:
Cinco é o número da graça.
Uma pasta de figos foi colocada sobre a parte enferma do corpo de Ezequias e ele foi curado.
Jesus teve cinco ferimentos que se tornaram a salvação do mundo.
Em Isaías 49.3 está escrito:
"...e me disse: Tu és o meu servo, és Israel, por quem hei de ser glorificado"
(Is 49.3).
Aqui vemos a identificação de Israel com seu Filho maior, Jesus Cristo.
A figueira Israel, em conexão com Jesus, o Messias, tornou-se a salvação para o mundo.
Por isso está escrito mais adiante:
"Sim, diz ele: Pouco é o seres meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel; também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra
" (Is 49.6).
Aqui a Palavra de Deus não se refere mais a Israel propriamente, mas Àquele que viria de Israel, a Jesus Cristo:
"...pouco é o seres o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel...
" Pois Israel não poderia restaurar a si mesmo, nem poderia tornar a trazer os remanescentes de si mesmo.
E como a figueira Israel em si mesma é torta, resplandecendo somente em seu Messias, assim também é evidente que as palavras seguintes se referem ao Filho maior de Israel:
"...também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra".
Por isso Jesus disse em João 4.22b:
"...a salvação vem dos judeus."
2. Profeticamente parece que já se delineia também a futura salvação de Israel seu próprio restabelecimento se avizinha
Voltemos novamente para o rei Ezequias, que já estava diante da morte, mas em lágrimas implorou a cura ao Senhor.
Deus ouviu sua oração e ordenou a Isaías:
"Volta, e dize a Ezequias, príncipe do meu povo:
Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai:
Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei; ao terceiro dia, subirás à casa do Senhor.
Acrescentarei aos teus dias quinze anos e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim e por amor de Davi, meu servo.
Disse mais Isaías:
Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde"
(2 Rs 20.5-7).
Assim como Ezequias, também Israel ainda terá que enfrentar angústia mortal.
Pois no tempo da Grande Tribulação todas as nações da terra se voltarão contra Israel e se reunirão em Armagedom para destruí-lo totalmente.
Mas então esse povo, em agonia, como Ezequias outrora, clamará ao Senhor com suas últimas forças:
"Deus de Abraão, Isaque e Jacó!
Nosso Messias, vem e salva-nos dos nossos inimigos!
" Ele ouvirá Seu povo e o salvará Israel poderá ir ao templo novamente (pois Jesus levantará o templo do Milênio) Ele derrotará os inimigos de Israel e protegerá a cidade de Jerusalém.
A história de Ezequias se encaixa no contexto das afirmações de Deus sobre o futuro de Israel e da vinda de Jesus.
Assim talvez já possamos ver, na pasta de figos, por meio da qual a saúde de Ezequias foi restabelecida, um paralelo da figueira restabelecida em Mateus 24: "Aprendei, pois, a parábola da figueira...
" E a declaração: "...no terceiro dia subirás à casa do Senhor", é no mínimo interessante.
Pedro disse:
"Há, todavia, uma cousa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia" (2 Pe 3.8).
Desde a primeira vinda de Jesus a Belém já se passaram quase dois mil anos (dois dias divinos).
Não é em vão que após 1948 anos Deus fez de Israel novamente um povo na Terra Prometida, e no ano de 1967 lhe devolveu a cidade de Jerusalém.
Será que Israel subirá novamente à casa do Senhor no "terceiro dia"?
Não sabemos o momento exato da vinda de Jesus para a Sua Igreja, nem o dia da Sua volta para Seu povo Israel.
Mas vemos e presenciamos em nossos dias a restauração da figueira:
Israel é conduzido em direção à sua cura.
E nosso Senhor prometeu expressamente:
"Em verdade vos digo que não passará esta geração, sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão"
(Mt 24.34-35).
Terceira representação: a figueira como mestre que ensina sobre os desígnios proféticos da salvação de Deus
Em Lucas 17.5-6 lemos:
"Então, disseram os apóstolos ao Senhor:
Aumenta-nos a fé.
Respondeu-lhes o Senhor:
Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira:
Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá."
É preciso esclarecer que, conforme diversos autores, a árvore aqui chamada de amoreira é, na verdade, o sicômoro, a figueira brava, a mesma árvore em que Zaqueu subiu para ver Jesus (Lucas 19).
Um dicionário da Bíblia diz a respeito:
"O sicômoro pode atingir até 16 metros de altura e alcança uma circunferência de até 10 metros.
A madeira é dura, uniforme e muito durável e, depois do cedro, é a melhor madeira para carpintaria."
O Senhor Jesus apontou para uma árvore tão grande e disse aos seus apóstolos, que eram judeus:
"Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira:
Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá.
" Certamente podemos dizer que, no sentido profético, isso se cumpriu exatamente. Foi o que realmente aconteceu com a figueira Israel, que no tempo de Jesus havia se tornado um povo orgulhoso.
Os israelitas foram desarraigados da sua pátria judaica e lançados no mar das nações.
Este foi um desígnio de salvação de Deus e tornou-se uma bênção para os povos.
Por meio da fé dos apóstolos, que eram judeus, descendendo eles mesmos da figueira, o Evangelho foi levado aos gentios.
A Bíblia fala em Atos 13.46-47 sobre essa transferência do Evangelho de Israel para as nações:
"Então, Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram:
Cumpria que a vós outros, em primeiro lugar, fosse pregada a palavra de Deus; mas, posto que a rejeitais e a vós mesmos vos julgais indignos da vida eterna, eis aí que nos volvemos para os gentios.
Porque o Senhor assim no-lo determinou (Is 49.6): Eu te constituí para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até aos confins da terra.
" Ao desarraigamento espiritual de Israel seguiu-se, então, também o desarraigamento como nação: no ano 70 d.C. os judeus foram arrancados de sua terra e espalhados por todo o mundo.
Os apóstolos tiveram a fé para transplantar a bênção de Israel para o mar das nações.
O Messias deles nos foi trazido como o Cristo.
Certa vez o Senhor Jesus apontou para esse fato ao dizer:
"Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos"
(Mt 21.43).
O que parecia juízo e, com certas reservas, também o foi tornou-se uma bênção para os gentios.
Paulo fala a respeito em suas palavras aos judeus, e assim explica que, de acordo com Isaías 49.6, isso foi necessário para se tornar salvação e luz para todos os gentios.
Enquanto o sicômoro foi transplantado ao mar das nações, nós nos tornamos participantes da "bênção e seiva salvadora" da figueira.
A esse respeito Paulo diz em Romanos 11.11:
"Porventura, tropeçaram para que caíssem?
De modo nenhum; mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios..."
Mas Israel não continuará para sempre com suas raízes arrancadas.
A palavra profética da Bíblia promete à figueira seu restabelecimento na terra dos pais o que acontece desde 1948 e continuará acontecendo , com o que também a bênção volta para a terra e para o povo de Israel.
A figueira novamente lançará raízes e trará frutos.
Por isso Paulo continua dizendo:
"Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento, em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude!" (v. 12).
Esse novo arraigamento da figueira Israel na sua terra para restauração espiritual e nacional também é salientado em Romanos 9.26:
"e no lugar em que se lhes disse:
Vós sois o meu povo; ali mesmo são chamados filhos do Deus vivo.
" De que lugar se fala aqui?
Da terra de Israel!
Assim, finalmente tudo converge na gloriosa promessa de Miquéias 4.4:
"Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse"
(compare também Ageu 2.19).
O sentar-se debaixo da videira e da figueira é uma maravilhosa imagem de uma vida em paz assegurada.
Agora ainda não é assim, mas Israel será levado a isso no Milênio de Jesus Cristo. Já o reinado de Salomão apontou para o Milênio, onde um dia reinará paz:
"Judá e Israel habitavam confiados, cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, desde Dã até Berseba, todos os dias de Salomão"
(1 Rs 4.25).
Isso se cumprirá de maneira completa quando Jesus Cristo voltar ao Seu povo como o Messias de Israel.
Por isso oramos:
vem Senhor Jesus!" (Norbert Lieth)
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30 de nov. de 2009
28 de nov. de 2009
Quem são as pessoas de podem servir no departamento de missões?

Dada a importância do assunto, o pastor fará bem se orar e pedir a orientação de Deus na escolha das pessoas certas.
Deus conhece os corações, enquanto o homem vê somente o exterior (I Samuel 16.17). Segundo a primeira epístola a Timóteo, capítulo 3, os que servem devem ser responsáveis, sinceros, não gananciosos, irrepreensíveis, que não sejam neófitos (sem conhecimento), primeiramente sejam provados e depois sirvam.
É necessário eleger pessoas comprometidas, que tenham qualidade e sejam cheias do Espírito Santo.

“Se Deus quer a evangelização do mundo, mas te recusas sustentar missões, então te opões à vontade de Deus”
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25 de nov. de 2009
Perseguição ao redor do mundo

Em pleno fim de século XX, houve verdadeiros massacres em nome da fé na Indonésia e Nigéria.
Mas há muitos outros contextos em que milhares de pessoas têm seus direitos violados e são impedidas, totalmente ou em parte, de praticar sua escolha religiosa com liberdade.
Alguns são perseguidos, torturados e mortos.
Outros vivem em constante pressão do governo, da sociedade, da família.
São pessoas obrigadas a superar seus limites para continuar vivas, para trabalhar ou ter acesso à escola, para realizar seus cultos sem impedimentos, exercer sua fé sem preocupar-se com a polícia.
ÁFRICA
Há esperança em meio a uma fome devastadora, miséria terrível, conflitos militares e perseguição na Á frica.
Essa esperança surge porque talvez esteja acontecendo lá o maior crescimento do cristianismo de que se tem notícia!
Portas Abertas está envolvida no treinamento de alguns dos futuros líderes cristãos da África e está dando-lhes as ferramentas que precisam para levar o seu continente a Cristo.
Também queremos ter certeza de que esses novos cristãos têm as Bíblias e outras literaturas cristãs de que precisam para crescer na fé e pregar a Palavra de Deus!
ÁSIA
Mais de 55% da população do mundo vivem na Ásia.
Durante anos, há perseguição e o martírio de cristãos nessa região.
Apesar disso, a Ásia está passando por um incrível crescimento espiritual.
Que grande testemunho do poder da Palavra de Deus!
Portas Abertas provê Bíblias e literatura para a Ásia, sempre tendo como alvo as igrejas domésticas clandestinas da China.
Também damos cursos de treinamento extensivo para os líderes da Igreja para equipá-los com um completo conhecimento da Palavra.
AMÉRICA LATINA
Ao contrário do que mostram os roteiros de viagem, há mais na América Latina do que sol, areia, águas mornas e gente boa.
Os cristãos de Cuba, Colômbia, México e do Peru sofrem entre revolucionários, barões da droga e extremistas religiosos.
É por isso que Portas Abertas estabeleceu a Rede Ágape.
São pequenas equipes que dão aulas de treinamento, realizam reuniões evangelísticas e organizam centros locais para produzir literatura cristã.
MUNDO MUÇULMANO
O Oriente Médio é o berço da Igreja Cristã, ainda que, em algumas regiões, a Igreja quase tenha sido eliminada sob a pressão muçulmana.
A principal prioridade de Portas Abertas no Mundo Muçulmano é treinar uma nova geração de líderes cristãos para fortalecer a Igreja.
Estamos também tentando garantir que todos os que queiram um exemplar da Palavra de Deus possam ter uma Bíblia.
Escola missionária é incendiada no Paquistão

No início deste mês, militantes não identificados incendiaram, com produtos químicos inflamáveis, os três edifícios da escola cristã Saint Denys, em Murree, uma região montanhosa, que fica a 30 km de Islamabad, no Paquistão. O fogo estava tão forte que reduziu um prédio de cinco e outro de três andares a cinzas em apenas uma hora e meia, causando um prejuízo de 1 bilhão de rúpias (US$ 1.195.314,32).
O prédio de três andares que foi destruído continha uma sala de estoque, os dormitórios infantis, salas de aula e um salão.
O de cinco andares tinha lojas no primeiro andar, residências no segundo, área de funcionários e uma livraria no terceiro, dormitórios no quarto e almoxarifado no quinto andar.
O outro prédio que também sofreu muitos danos continha uma cozinha, salas de aula, refeitórios e escritórios.
O fogo provocou pânico entre os 142 residentes que estavam presentes na escola, mas não foi registrada nenhuma vítima.
O estabelecimento de ensino possuía 200 alunos internos, 20 professores e 32 outros funcionários.
Sohail Johnson, presidente do ministério Sharing Life Pakistan, disse que muitas instituições cristãs foram fechadas por causa do recente aumento da violência. Segundo ele, a tensão entre os cristãos paquistaneses aumentou muito nos últimos meses.
A sharia do horror( Norbert Lieth)
Onde a sharia, a lei islâmica, é estabelecida, toda a liberdade é cruelmente sufocada. Extremistas islâmicos fazem de tudo para conquistar o mundo e para implantar a sharia como legislação suprema.
Perseguição a cristãos na Nigéria
Persiste a expulsão de cristãos de regiões majoritariamente islâmicas.
Os muçulmanos querem introduzir a sharia em toda a Nigéria.
Segue o relato do jovem Nsikak Apkaidiok:
"Tornei-me cristão quando estava na universidade.
Ao retornar para casa compartilhei com minha família as experiências que tive com o Senhor.
Meu pai ficou furioso pois não queria saber do cristianismo.
Ele amarrou minhas mãos nas costas e não me dava comida.
Mas eu fiquei firme!
Quando minha situação piorou, fui levado ao hospital.
Mas era tarde demais: minhas duas mãos tiveram de ser amputadas".
Como esse novo convertido, milhares de outros cristãos têm sido vítimas das piores barbáries.
Perseguição a cristãos na Nigéria
Persiste a expulsão de cristãos de regiões majoritariamente islâmicas.
Os muçulmanos querem introduzir a sharia em toda a Nigéria.
Segue o relato do jovem Nsikak Apkaidiok:
"Tornei-me cristão quando estava na universidade.
Ao retornar para casa compartilhei com minha família as experiências que tive com o Senhor.
Meu pai ficou furioso pois não queria saber do cristianismo.
Ele amarrou minhas mãos nas costas e não me dava comida.
Mas eu fiquei firme!
Quando minha situação piorou, fui levado ao hospital.
Mas era tarde demais: minhas duas mãos tiveram de ser amputadas".
Como esse novo convertido, milhares de outros cristãos têm sido vítimas das piores barbáries.
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12 de nov. de 2009

A polícia declarou três homens paquistaneses inocentes do estupro de uma garota cristã de 13 anos, apesar de todos os depoimentos de testemunhas oculares e provas médicas que indicaram sua culpa.
Na audiência em 3 de abril em Nankana, a polícia da cidade de Sangla Hill inocentou Mohammed Shahbaz, 40, Waqas Sadiq, 30, e Yousaf Sadiq, 25, das acusações de estupro e ameaça a Ambreen Masih.
Shahbaz foi o único suspeito a comparecer na audiência, inicialmente convocada para discutir os termos de sua fiança. Mas o juiz Ijaz Hussan Awan disse que não poderia estabelecer os termos da fiança já que a polícia não queria prendê-lo.
“No Paquistão, sempre foi assim – as pessoas mais influentes podem abordar a polícia e mudar o curso de uma investigação”, disse o advogado Akbar Durrani.
“Quanto aos cristãos, eles não podem pressionar a polícia para receberem uma investigação justa.”
Ambreen e sua família acusam Waqas e Yousaf Sadiq de sequestro.
Os Masihs também acusaram os homens e Shahbaz de estuprarem a garota, liberarem-na depois de duas horas e ameaçá-la de morte se contasse qualquer coisa para as autoridades.
Os três homens, juntamente com um parente, Zahid Riyasat (25), sequestraram Ambreen pela segunda vez em 5 de fevereiro.
Quando seus pais ficaram preocupados com seu sumiço, Munir Masih, seu pai, organizou uma busca com outros cristãos locais.
Eles encontraram os três suspeitos na casa dos Sadiq, violentando a menina sob a mira de armas.
Quando os cristãos se aproximaram dos suspeitos, os acusados dispararam tiros de alerta no ar e fugiram, afirma Munir Masih.
Ambreen voltou para casa com sua família.
Ela disse que quando os sequestradores a raptaram pela primeira vez, disseram: “Vamos matar seus pais se você contar sobre o que aconteceu.”
No dia seis de fevereiro, Masih obteve uma permissão do magistrado judicial de Sangla Hill para realizar um exame em Ambreen, que estabeleceu que ela havia sido estuprada.
Seus pais procuraram a polícia para prestar queixas contra os três homens, mas os policiais disseram que abririam uma investigação somente depois que o centro de ajuda legal (CLAAS em inglês) os empurrasse.
Depois que a polícia declarou os três homens inocentes, os advogados que representavam Masih acusaram os familiares dos suspeitos de subornar a polícia.
“Naquela vila, os cristãos não são nada para os muçulmanos, eles têm que trabalhar para eles, e muitas vezes nem são pagos”, disse Katherine Sapna, trabalhadora do CLAAS.
Os três acusados são parte de uma família rica de donos de terra em Sangla Hill.
Ambreen vem de uma origem pobre e tem sete irmãos, e trabalha como secretária doméstica juntamente com suas irmãs.
Os advogados apelaram da sentença, e esperam novas decisões.
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