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24 de dez. de 2009

Nossa busca pela aliança com Deus tem que ser todos os dias!


Nossa busca pela aliança com Deus tem que ser todos os dias!
Todos os dias devemos conquistar nossa aliança com Deus!
Só quando temos aliança com Deus, é quando percebemos a verdadeira mensagem da cruz! Só quando temos aliança com Deus, reconhecemos verdadeiramente que a morte de cruz de Cristo não foi em vão!
Só quando temos aliança com Deus, temos verdadeiramente intimidade com Ele!
Pois não podemos deixa de um dia falhar, pois podemos perder nossa aliança com Deus! Pois nossa aliança com Deus tem que ser diária!
Não foi apenas no dia em que nós se convertemos e aceitamos Jesus como nosso Único Salvador, ou quando fomos batizados, tanto nas águas como no Espírito, mais nossa aliança com Deus, e a nossa busca tem que ser todos os dias!
Todos os dias quando acordarmos temos que falar:
Hoje vou conquistar minha aliança com Deus!
Mas só temos essa aliança com Deus, quando nós perdemos nossa vida por amor dEle! Deus disse para mim, que quando dobramos nossos joelhos e oramos pela vida do outro nós conquistamos nossa aliança com Deus.
Pois só quando nós morremos, para ele viver em nós, ele fára uma aliança com nós! Quando diminuimos para Ele crescer em nós, é quando nós teremos uma aliança com Deus!
Pois para termos uma aliança com Deus, irá ter negação.
Negação de nós mesmos.
De nossos desejos e prazeres.
(Mais é claro, que o Espiríto Santo nos ajuda).
Pois não tem como nós termos uma aliança com Deus, se nós só estamos no pecado! Somos pecadores, mais devemos negar nossos desejos, e nos focalizar em ter initmidade com Deus.
Pois quando isso ocorrer nós iremos diminuir e ele irá crescer em nós, e assim nós iremos ser livre do pecado.
Pois iremos ter uma aliança com Deus, com Jesus e com o Espiríto Santo.
E o Espiríto Santo nos libertará do pecado!
Pois aliança não é apenas uma promessa, como foi com Noé quando disse que nunca mais acabaria com a humanidade com água,e a sua aliança foi representada por um arco-íris, mais aliança é quando temos intimidade com Deus! Pois Deus também disse para Abraão, que ele seria pai de muitos, e que ele teria uma grande geração, e ele fez com Abraão uma aliança.
Como Deus também fez aliança com Davi.
Mais observamos que Deus fez aliança com esses homens não por "à toa",mais porque eles tinham um compromisso com Deus!
Davi teve uma aliança com Deus, só que ele cometeu adultério e assasinato!
E eu nunca na minha vida irei chegar perto disso!
Então eu tenho uma aliança com Deus!
Só que ele tinha arrependimento!
Então sempre para nós termos uma aliança com Deus devemos ter arrependimento em nós! Abraão e Noé, tiveram uma aliança com Deus porque eles tiveram fé!
Então podemos ver, que para termos aliança com Deus, precisamos ter fé e arrependimento (pois a fé é uma das coisas que mais agrada a Ele e o arrependimento está ligado ao amor, pois sem amor não há arrependimento, e sem arrependimento não há aliança!)
Meu unico objetivo para essa mensagem é para dizer que:
Todos os dias devemos conquistar nossa aliança com Deus!

Infidelidade no Casamento: O Papel do Perdão


Uma das dores emocionais mais devastadoras é a de ter sido traído pelo cônjuge.
Isto porque quando se casa por amor o vínculo afetivo formado ao longo do namoro, noivado e casamento é muito forte e o nível de confiança depositado no cônjuge passa a ser um dos mais profundos nas relações humanas.
Quando ocorre a infidelidade, quebra-se muita coisa e o perdão se faz necessário em algum momento no futuro.
Vamos pensar sobre isto.
Qualquer pessoa, religiosa ou não, está sujeita à paixões afetivas.
Quando ela é religiosa, o compromisso de fidelidade é assumido não só para com o cônjuge, mas para com Deus também.
Ocorrendo adultério, além da quebra da fidelidade com o companheiro(a), ocorre também a quebra do relacionamento com Deus.
Claudia Bruscagin, psicoterapeuta familiar, com doutorado em Psicologia Clínica pela PUC-SP e professora no Curso de Especialização em Terapia Familiar e de Casal do Núcleo de Família e Comunidade da PUC-SP, diz, no livro “Religiosidade e Psicoterapia”, Editora Roca, p.59 e 60, 2008: “No contexto religioso, a infidelidade parece denunciar uma falta de compromisso não somente com o casamento, mas também com Deus, com a religião e seus preceitos.
Para o casal religioso, a reconstrução do relacionamento após um caso de infidelidade exige que não somente a dinâmica da relação seja revista, mas também a interação de cada um dos membros do casal com Deus, pois o perdão de Deus é tão importante quanto o perdão do cônjuge traído.”
Cada cônjuge tem um papel quanto ao perdão ao ocorrer a infidelidade.
O do traído é oferecer o perdão, o do traidor é buscá-lo.
Claudia comenta: “Ambos devem avaliar seu relacionamento e restaurar a relação, mudando o que erraram e acima de tudo perdoando verdadeiramente.
Mas o que é o perdão verdadeiro?
Depende dos sentimentos?
Depende de esquecer o fato?
É muito importante entender que o perdão cura a pessoa que perdoa. Viver ressentido é viver com a dor agarrada em você. A palavra “ressentimento” significa “re-sentir”, ou seja, sentir de novo. O perdão interrompe sentir a dor contínua. Quando você perdoa, a dor vai embora e você se sente melhor, mesmo que o perdão não possa produzir o restabelecimento do relacionamento interrompido pela quebra da fidelidade e confiabilidade na vida do casal. Claudia cita M. Pereyra, doutor em Psicologia (Argentina), autor de um livro sobre o perdão:
“A única forma de curar a dor que não se cura por si mesma é o perdão à pessoa que o magoou.
O perdão cura a memória ao trabalhar a mudança de pensamentos.
Aquele que vive remoendo sua dor pode ser mais prisioneiro que o agressor e, ao perdoar, liberta-se da prisão.”
Ainda citando Pereyra: “… perdoar não é passar por cima dos próprios sentimentos, ou simplesmente ‘dar a outra face’.
É um processo longo e dolorido, pois é um ato voluntário de renúncia ao direito legítimo de estar ressentido, de julgar negativamente o ofensor ou agressor e demonstrar uma atitude de compaixão e generosidade para com ele, apesar de não merecer.
Perdoar não é a negação dos sentimentos de mágoa, ira e rancor.
É reconhecer os sentimentos e então escolher não agir por eles.
Também significa que os maus sentimentos podem voltar e que talvez seja preciso perdoar mais de uma vez.”
Diz-se que quem perdoa, esquece.
Na verdade, quem perdoa genuinamente, primeiro lembra, analisa, desabafa a dor, depois trabalha para esquecer por decisão consciente de fazer isto.
Perdoar não é desculpar o erro da pessoa.
Claudia explica: “A desculpa ocorre quando há a compreensão de que a pessoa não é culpada pelo que fez.” Você não desculpa no sentido de tirar a culpa, porque ela é real.
Procura perdoar escolhendo fazer isto independente do sentimento porque “o perdão não é um sentimento, é uma escolha.” Escolha de não cultivar a mágoa contra a pessoa que machucou você.
Há ritmo e estágios diferentes para cada um viver o processo de perdoar.
Se alguém der um sôco no seu rosto, produzirá uma marca visível na pele.
Pode sangrar, fica roxo, inchado, etc.
E a cura desta pancada demora um tempo, se você perdoou o agressor ou não.
Algo parecido ocorre no processo de cura da dor da “pancada” da traição.
Claudia fala de estágios para se alcançar o perdão: mágoa, rancor, cura e reconciliação. O primeiro passo é reconhecer os sentimentos e assumi-los. Ela afirma que na fase de reconciliação em casos de infidelidade (ou outros) é importante que o cônjuge que traiu, se quiser seguir na reconciliação: (1)Aceite sua responsabilidade pelo ocorrido;
(2)expresse sincero pesar e arrependimento;
(3)de alguma forma ofereça compensação conveniente;
(4)prometa não repetir a conduta
(5)peça perdão.
Ela conclui: “Na reconciliação, quando possível, o ofendido convida a pessoa que o machucou de volta para sua vida.
Se o outro vem honestamente, o amor pode atuar e juntos podem desenvolver um novo relacionamento.
Esse estágio depende tanto da pessoa a ser perdoada quanto da que perdoa; às vezes a pessoa não volta e é preciso se curar sozinho.”

30 de nov. de 2009

Quem ama, confia!!!


Vemos esta frase sendo usada pora tantas pessoas em todo o mundo:
QUEM AMA CONFIA.

Vamos agora por um minuto parar e pensar na nossa fé em Deus.
Será que temos vivido esta frase?
Será que temos amado a Deus o suficiente para lhe entregar a nossa vida sem reservas?
Quando penso que Deus escolheu nos usar para abençoar as outras pessoas, quando ele escolheu a nós como filhos, acredito que esse tenha sido um grande voto de confiança.
Deus nos ama.
Por isso escolheu confiar tantas coisas em nossas mãos.
Ele poderia muito bem suprir todas as necessidades das pessoas, mas ele confia naqueles que se dizem seus filhos para que supram as necessidades dos que estão próximos.
Deus poderia muito bem vir do Céu, sobre um anuvem de glória e aí todos os homens acreditariam que ele existe.
Mas Deus quer provar a nossa fé naquilo que ele nos promete e por isso confia todas essas tarefas em nossas mãos.
Se você é uma das pessoas que falam:
“EU CONFIO EM DEUS PRA TUDO”, chegou a hora de realmente viver estas palavras.
E nós só poderemos viver isso verdadeiramente se amarmos ao nosso Senhor acima de todas as coisas.
Deus já demonstrou o amor dele por nós confiando tantas coisas em nossas mãos. Chegou a hora de demonstrarmos o nosso amor por ele confiando toda a nossa vida a Ele.

LÁGRIMAS!!


Hoje eu descobri que Deus coleciona lágrimas.

Exite um pote onde ele guarda lágrimas de tristeza, lágrimas de alegria, lágrimas de súplica, lágrimas de desespero, lágrimas que soltamos de tanto rir, lágrimas de emoção.
Cada lágrima tem um sabor, um cheiro, um sentido, uma cor, um propósito.
Mas para que as lágrimas sejam utilizadas da maneira correta, precisam ser derramadas diante Dele.
Quando derramamos as nossas lágrimas diante Dele, estamos vivendo um relacionamento verdadeiro com o Pai.
Um relacionamento onde compartilhamos cada momento com ele.
Deus nunca nos prometeu que quando andássemos com Ele, as lágrimas em nossas vidas cessariam.
Mas Ele nos prometeu que Ele mesmo as enxugaria.
Não importa o motivo das suas lágrimas, você nunca estará sozinho enquanto as derrama.
Deus está agora, aí do seu lado, estendendo Sua mão e enxugando as lágrimas que escorrem do seu rosto, para que mais tarde ele guarde no seu pote de lágrimas e possa fazer com que essas mesmas lágrimas reguem uma árvore de confiança e dependência Dele.