CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA

CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA
CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA - SEDE

26 de jul de 2010

O Bom Samaritano

Se examinarmos atentamente a Doutrina de Jesus, veremos em todos os seus princípios a exaltação da humildade e a humilhação do orgulho.
As personalidades mais impressionantes e significativas de suas parábolas são sempre os pequenos, os humildes, os repudiados pelas seitas dominantes, os excomungados pela fúria e ódio sacerdotal, os acusados pelos doutores da lei.
pelos rabinos, pelos fariseus e escribas do povo, em suma, os chamados heréticos e descrentes!
Todos estes são os preferidos de Jesus, e julgados mais dignos do Reino dos Céus que os potentados da sua época, que os sacerdotes ministradores da lei, que os grandes, os orgulhosos, os representantes da alta sociedade!

Leiam a passagem da "mulher adúltera", a Parábola do Publicano e do Fariseu, a do Filho Pródigo, a da Ovelha Perdida, a do Administrador Infiel, a do Rico e o Lázaro; veja o encontro de Jesus com Zaqueu, ou com Maria de Betânia, que lhe ungiu os pés; a Parábola do Grão de Mostarda em contraposiçao à frondosa Figueira sem Frutos, e a do Tesouro Escondido em contraposição à dos tesouros terrenos e das ricas pedrarias que adornavam os sacerdotes! Esta afirmação se confirma com esta sentença do Mestre aos fariseus e doutores da lei: "Em verdade vos afirmo que as meretrizes e os pecadores vos precederão no Reino dos Céus!.

E para melhor testemunho desta verdade, que aparece aos olhos de todos os que penetram o Evangelho em Espírito, do que esta Parábola do Bom Samaritano? Os samaritanos eram considerados heréticos aos olhos do judeus ortodoxos; por isso mesmo eram desprezados, anatematizados e perseguidos. Pois bem, esse que, segundo a afirmação dos sacerdotes era um descrente, um condenado, foi justamente o que Jesus escolheu como figura preeminente de sua parábola. O interessante ainda, é que a referida parábola foi proposta a um doutor da lei, a um judeu da alta sociedade que, para tentar o Mestre, foi inquiri-lo a respeito da vida eterna. O judeu doutor não ignorava os mandamentos, e como os podia ignorar se era doutor! Mas, com certeza, não os praticava!

Conhecia a teoria, mas desconhecia a prática. O amor de toda a alma, de todo o coração, de todo o entendimento e de toda a força que o doutor judeu conhecia, não era ainda bastante para fazê-lo cumprir seus deveres para com Deus e o próximo. Amava, como amavam os fariseus, como os escribas amavam e como amam os sacerdotes atuais, os padres contemporâneos e os doutores da lei de nossos dias. Era um amor muito diferente e quiçá oposto ao que preconizou o Filho de Deus.

É o amor do sacerdote, que, vendo o pobre ferido, despido e espancado, quase morto, passou de largo; é o amor do levita (padre também da Tribo de Levi), que, vendo caído, ensanguentado, nu e arquejante à beira do caminho, por onde passava, um pobre homem, também se fez ao largo; é o amor dos egoístas, o amor dos que não compreenderam ainda o que é o amor; é o amor do sectário fanático que ama a abstração mas desama a realidade!

Salientando na sua parábola essas personalidades poderosas da sua época, e cujo exemplo é fielmente imitado pelo sacerdócio atual, quis Jesus fazer ver aos que lessem o seu Evangelho que a santidade dessa gente não chega ao mínimo do Reino dos Céus, ao passo que os excomungados pelas igrejas, que praticam o bem, se acham no caminho da vida eterna. De fato, quem é o meu próximo, se não o que necessita de meus serviços, de minha palavra, de meus cuidados, de minha proteção?

Não é preciso ser cristão para se saber isto que o próprio doutor da lei afirmou em resposta à interpretação de Jesus: "O próximo do ferido foi aquele que usou de misericórdia para com ele". Ao que Jesus disse, para lhe ensinar o que precisava fazer a fim de herdar a vida eterna: "Vai e faze tu a mesma coisa". O equivale a dizer: Não basta, nem é preciso ser doutor da lei, nem sacerdote, nem fariseu, nem católico, nem protestante, nem assistir a cultos ou cumprir mandamentos desta ou daquela igreja, para ter a vida eterna; basta ter coração, alma e cérebro, isto é, ter amor, porque o que verdadeiramente tem amor, há de auxiliar o seu próximo com tudo o que lhe for possível auxiliar: seja com dinheiro, seja moralmente ensinando os que não sabem, espiritualmente prodigalizando afetos e descerrando aos olhos do próximo as cortinas da vida eterna, onde o espírito sobrevive ao corpo, onde a vida sucede à morte, onde a palavra de Jesus triunfa dos preceitos e preconceitos sacerdotais!

Finalmente, a Parábola do Bom Samaritano refere-se verdadeiramente a Jesus; o viajante ferido é a Humanidade saqueada de seus bens espirituais e de sua liberdade, pelos poderosos do mundo; o sacerdote e o levita significam os padres das religiões que, em vez de tratarem dos interesses da coletividade, tratam dos interesses dogmáticos e do culto de suas igrejas; o samaritano que se aproximou e atou as feridas, deitando nelas azeite e vinho, é Jesus Cristo.
O azeite é o símbolo da fé, o combustível que deve arder nessa lâmpada que dá claridade para a vida eterna a sua doutrina; o vinho é o suco da vida, é o Espírito da sua palavra; os dois denários dados ao hospedeiro para tratar do doente, são a caridade e a sabedoria; o mais que o "enfermeiro" gastar, resume-se na abnegação, nas vigílias, na paciência, na dedicação, cujos feitos serão todos recompensados.
Enfim, o hospedeiro representa os que receberam os seus ensinos e os "denários" para cuidarem do "viajante ferido e saqueado".

O ensino propiciado por Jesus nessa edificante parábola é dos mais elucidativos. Nele podemos apreciar o exercício da caridade imparcial, despretenciosa, incondicional, em seu sentido amplo, sem limitações.

O samaritano, considerado herético e apóstata pelos judeus ortodoxos, foi o paradigma tomado pelo Mestre para nos dar o ensejo de tão profundo ensinamento.

O grande mérito da Parábola do Bom Samaritano é de nos provar que o indivíduo que se intitula religioso e se julga o expoente do sistema religioso oficial, nem sempre é o verdadeiro praticante das virtudes que, geralmente, são ensinadas em profusão, mas pouco exemplificadas.

O sacerdote que passou primeiramente pelo moribundo, atribuía a si qualidades excepcionais e se julgava zeloso cumpridor da lei e dos preceitos religiosos. Certamente, balbuciou algumas palavras de rogativa a Deus, em favor do homem que ali estava ferido, mas daí, até a ajuda direta a distância é enorme.

O samaritano, considerado réprobo pelos judeus, porém, conscientemente cumpridor dos seus deveres humanos, não se limitou a se condoer do moribundo, e sim, achegou-se a ele e o socorreu do melhor modo possível, levando-o, em seguida, a um lugar de pouso, onde o assistiu melhor e o recomendou ao estalajeiro, prontificando-se a pagar todos os gastos.

A caridade foi, ali, dispensada a um desconhecido, e quem a praticou não objetivou retribuição de espécie alguma, o que escapa à quase generalidade dos casos, pois, na Terra, a maioria daqueles que se denominam religiosos objetivam, quando fazem qualquer bem, a recompensa dos Céus, fazendo com que haja um interesse em jogo, uma expectativa de retribuição.

Os samaritanos eram dissidentes do sistema religioso dos escribas e fariseus - eram os protestantes da época. O Nazareno, com o fito de demonstrar a precariedade dos ensinamentos da religião oficial, geralmente figurava os samaritanos como sendo aqueles que haviam assimilado a parte melhor da religião: a parte prática, que consiste na concretização daquilo que os ensinamentos prescrevem.

Jesus, além de nos ensinar o feito grandioso do samaritano da parábola, tomou, em outras circunstâncias, os samaritanos como modelo, haja visto o ensino em torno da mulher samaritana, (João, IV, 5-30), e o outro da cura dos dez leprosos, dentre os quais apenas um, que era samaritano, se lembrou de voltar para render graças à Deus, (Lucas, XVII, 11-19).

Qual o ensinamento que o Mestre nos dá?

O de que para entrarmos na posse da vida eterna não basta memorizarmos textos da Sagrada Escritura.
O que é preciso, o que é essencial, para a consecução desse objetivo, é pormos em prática, é vivermos a lei de amor e de fraternidade que ele nos veio revelar e exemplificar.

Haja vista que o seu interpelante, no episódio em tela, é um doutor em teologia, que provou ser versado em religião, visto que repetiu de cor, sem pestanejar, palavra por palavra, o conteúdo dos dois principais mandamentos divinos.

Mas. .. conquanto fôsse um mestre religioso e, nessa condição, conhecesse muito bem a lei e os profetas, não estava tranquilo com a própria consciência; sentia, lá no íntimo da alma, que algo ainda lhe faltava.
Daí a sua pergunta:
"Mestre, que hei de fazer para alcançar a vida eterna?"

Não o martirizasse uma dúvida atroz sobre se seriam suficientes os seus conhecimenntos teológicos e os privilégios de sua crença para ganhar o reino do céu, e não se teria ele dirigido ao Mestre da forma como o fêz.

Notemos agora que e isso é de suma importância , em sua resposta, Jesus não disse, absolutamente, que havia uma "predestinação eterna", isto é, "uma providência especial, que assegura aos deitos graças eficazes para lhes fazer alcançar, infalivelmente a glória eterna"; também não falou que havia uma "salvação pela graça, mediante a fé; nem tão pouco indicou como processo salvacionista a filiação a esta ou àquela igreja; assim como não cogitou de saber qual a idéia que o outro fazia dele, se o considerava Deus ou não.

Ante a citação feita pelo doutor da lei, daqueles dois mandamentos áureos que sintetizam todos os deveres religosos, disse-lhe apenas:
"Faze isso e viverás" o que equivale a dizer:
aplica todas as tuas forças morais, intelectuais e afetivas na produção do BEM, em favor de ti mesmo e do próximo, e ganharás a vida eterna!

O tal, porém, nem sequer sabia quem era o seu próximo!
Como, pois, poderia amá-lo conhecer a si mesmo, a fim de se tornar digno do Reino?

Jesus, então, extraordinário pedagogo que era, serenamente, sem impacientar-se, conta-lhe a parábola do "bom samaritano", através da qual elucida o assunto, fazendo-o compreender que ser próximo de alguém é assisti-lo em suas aflições, é socorrê-lo em suas necessidades, sem indagar de sua crença ou nacionalidade.
E após argui-lo, vendo que ele entendera a lição, conclui, apontando-lhe o caminho do céu em meia dúzia de palavras:

- "Pois vai e faze o mesmo."

Se a salvação dos homens dependesse realmente de "opiniões teológicas" ou de "sacramentos" desta ou daquela espécie, como querem fazer crer os atuais doutores da lei, não seria essa a ocasião azada, oportuna, propícia, para que Jesus o afirmasse peremptoriamente?

Mas não!
Sua doutrinação é completamente diferente disso tudo:
Toma um homem desprezível aos olhos dos judeus ortodoxos, tido e havido por eles como herege um samaritano e, incrível!
aponta-o como "modelo", como "padrão", aos que desejem penetrar nos tabernáculos eternos!

É que aquele renegado sabia praticar boas obras, sabia amar os seus semelhantes, e para Jesus, o que importa, o que vale, o que pesa, não são os "credos" nem os "formalismos litúrgicos", mas os "bons sentimentos", porque são eles que modelam idéias e dinamizam ações, caracterizando os verdadeiros súditos do Reino Celestial.

O Mundo a nossa volta.

Quando olhamos o mundo à nossa volta, ninguém pode negar que existem muitos problemas.
Existe dor, feiúra, falta de esperança, sujeira, tristeza,... Sentimo-nos pequenos e impotentes, defrontados com todo este tumulto que parece ser muito maior que nós mesmos.
Não podemos consertar tudo, não podemos curar cada coração que sofre ou encher cada barriga que sente a dor da fome.
E então, qual é a nossa reação?

Reagimos com o que nos parece natural, o que é mais fácil:
fingimos que não vemos o mundo como um todo, e em vez disso nos voltamos para nós mesmos e para o pequeno mundo que está ao nosso redor.
Se não me afeta, eu não vejo, não é comigo.
Se não afeta minha vida, minha família ou meus amigos, eu não quero olhar.
E assim vivemos numa pequena bolha de egoísmo.

Mas se você conseguir enxergar isso de outra forma, verá que algo sempre pode ser feito.
Não você não pode alimentar, sozinho, todas as pessoas que vivem na rua.
Mas você pode ajudar os outros que estão tentando fazer isso.
Ninguém pode fazer tudo sozinho, mas cada pequena coisa que você fizer para ajudar vai fazer diferença, comece a agir dentro de sua casa, depois em seu trabalho, na rua, nos hospitais, nos orfanatos, nos asilos,...

Abra seus olhos e o seu coração.
Se você acha que algo precisa ser mudado, faço algo para realizar essa mudança, não fique esperando a vida acontecer.
Se você vir alguém sofrendo, procure aliviá-lo da dor.
Você não tem tempo?
Tem certeza?
Este é o mundo em que você vai viver pelo resto da sua vida.
Neste momento, você é o futuro, e pode escolher qual será a sua contribuição e exemplo para ele.
Faça-o especial.
Faça com que ele seja algo digno de você.

PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO

"Levantando-se um doutor da lei experimentou-o, dizendo:
Mestre, que farei para herdar a vida eterna?
Respondeu-lhe Jesus:
Que é o que está escrito na lei?
como lês tu?
Respondeu ele:
Amarás ao Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda a sua alma, de toda a tua força e de todo o teu entendimento e ao próximo como a ti mesmo.
Replicou-lhe Jesus:
Respondeste bem; faze isso e viverás.
Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus:
E quem é o meu próximo?
Prosseguindo Jesus disse:
Um homem descia de Jerusalém a Jericó; e caiu nas mãos de salteadores que, depois de o despirem e espancarem, se retiraram, deixando-o meio morto.

Por uma coincidência descia por aquele caminho um sacerdote; e quando o viu, passou de largo.
Do mesmo modo também um levita, chegando ao lugar e vendo-o, passou de largo.
Um samaritano, porém, que ia de viagem, aproximou-se do homem, e, vendo-o teve compaixão dele; e chegando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre seu animal, levou-o para uma hospedaria e tratou-o.
No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse:
Trata-o, e quanto gastares de mais, na volta to pagarei.

Qual destes três te parece ter sido o próximo daque que caiu nas mãos dos salteadores?
Respondeu o doutor da lei:
Aquele que usou de misericórdia para com ele.
Disse-lhe Jesus:
Vai e faze tu o mesmo".

(Lucas, X, 25-37)

Adquirindo o hábito

Hábitos são coisas que fazemos repetidamente.
Contudo, na maior parte do tempo, não estamos cientes de que os temos.
Eles funcionam no piloto automático.
Alguns hábitos são bons, como fazer exercício regularmente, planejar com antecedência e mostrar respeito pelos outros.
Há alguns que não fazem diferença, como tomar banho de noite, tomar iogurte com garfo, ler revista de trás para a frente.
Mas há os hábitos ruins, por exemplo, pensar negativamente, sentir-se inferior e culpar os outros.

Dependendo de quais forem, os hábitos podem tanto nos moldar quanto nos arruinar. Nós nos tornamos o que fazemos repetidamente.
Mas, por sorte, você é mais forte do que seus hábitos.
Assim sendo, é possível mudá-los.
Experimente, por exemplo, cruzar os braços sobre o peito.
Agora cruze-os ao contrário. O que lhe parece?
Bem esquisito, não?
Mas se você cruzá-los sempre ao contrário durante trinta dias seguidos, não irá mais estranhar.
Na verdade, nem terá de pensar a respeito disso.
Terá adquirido o hábito.

Isso vale para tudo.
A qualquer momento, é possível se olhar no espelho e dizer:“Ei, não gosto disso em mim”, essa é a deixa para trocar um velho hábito ruim por um novo melhor.
Nem sempre é fácil, mas sempre é possível.

Criar novos hábitos pode ajudá-lo a assumir o controle de sua vida, melhorar o relacionamento com amigos, tomar decisões sábias, superar vícios, definir valores e o que é mais importante fazer mais em menos tempo, aumentar sua autoconfiança e ser feliz!

Calma

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.
Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.
Se a razão é enfermidade em pessoa querida, seu desajuste é fator agravante.
Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.
Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.
Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.
Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.
Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a falta maiores.
Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga a distância entre você e o objetivo a alcançar.

Seja qual for a dificuldade, conserve a calma trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.


Autor Anônimo

Jesus é o pão da vida

JOÃO 6.35
Jesus respondeu: — Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede.

Jesus, a luz do mundo

JOÃO 8.12
De novo Jesus começou a falar com eles e disse: — Eu sou a luz do mundo; quem me segue nunca andará na escuridão, mas terá a luz da vida.

Missão e Sofrimento

”E eu lhe mostrarei o quanto deve padecer pelo meu nome” (Atos 9:16)

Quando eu aceitei a Jesus Cristo como meu único Senhor e Salvador, a minha alma foi logo preparada para enfrentar lutas e dificuldades.
Fui logo instruído pelo Espírito Santo que, pela frente poderia vir muitas provações.
Não que eu necessariamente tivesse que ser um miserável sofredor, mas deveria estar preparado para passar qualquer adversidade por ocasião do bom combate da fé.

Aparentemente, Saulo tinha uma vida abundante e respeitada dentro da sociedade em que estava inserido.
Tinha tudo o que queria, além de gozar de privilégios junto ao mais alto tribunal da sua época.
Optar entre viver uma vida regalada ou padecer pregando o evangelho não é fácil. Um homem natural ou um crente ambicioso, com certeza escolheria a primeira.

O chamado de Saulo incluiu uma obrigação de levar o Evangelho diante dos gentios, dos reis e dos filhos de Israel, como também passar dores por amor ao Senhor Jesus.
Ele foi advertido desde o princípio acerca do que lhe esperava.
Jesus não engana ninguém.
Os homens ”espertos”, quando mercantilizam as bênçãos de Deus, escondem essa possibilidade para melhor se saírem nas negociações com os incautos.

Amados, sofrer por amor ao Evangelho é um sinal de mais alto favor de Deus.
Conta a história que, quando foram crucificar o apóstolo Pedro, ele disse que não era digno de morrer da mesma maneira que morreu nosso Senhor.
Então, pediu para ser crucificado de cabeça para baixo.
Glória a Deus!
Para o verdadeiro cristão é honroso padecer por amor ao Senhor Jesus. Biblicamente, os frutos serão mais abundantes se o grão de trigo, ao cair na terra, morrer (Jo. 12: 24).

As muitas aflições de Paulo, nunca foram superiores às consolações de Deus para com ele.
Na Segunda Carta Aos Coríntios, 1: 6, ele conforta os irmãos a esse respeito:
”se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, vossa consolação é, a qual se opera, suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos”.
Para ser filho, herdeiro de Deus e co-herdeiro de Cristo, devemos estar prontos para padecermos com Ele, para que também com Ele sejamos glorificados (Rm 8:17,18)”.
A fé nos revela que as aflições presentes não são para comparar com a Glória que em nós há de ser revelada.

Fazer discípulos inclui dizer-lhes que quem quer viver piamente em Jesus Cristo será perseguido (2 Tm 3:12).
O apóstolo Paulo foi apedrejado e arrastado para fora da cidade de Listra após curar um coxo de nascença.
No dia seguinte foi para Derbe com Barnabé onde ganharam muitas almas, discipulando-as em seguida.
Dali voltaram para Listra, e Icônio, e Antioquia, confirmando o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus.

Nos dias de hoje é raro aceitar que o sofrimento faz parte da missão. Principalmente na igreja ocidental, nós, os cristãos, estamos acostumados com a tolerância religiosa que nos cerca.
Não custa nada pregar, confessar e viver a fé cristã.
No entanto devemos lembrar que muitos sofreram no passado para que o evangelho hoje ocupasse mais espaço na sociedade.
O grande perigo está na acomodação que temos, pelo simples fato de sermos livres. René Padilha diz que:
”Cada vez que a igreja evita sofrimento, se coloca acima do seu Senhor.
Perde sua essência e sua missão.
É o sal que perde seu sabor”.

O apóstolo Pedro diz que participar das aflições de Cristo é motivo de alegria. Quando em nós repousa o Espírito da Glória de Deus somos vituperados, caluniados, ameaçados…
Porém, acima de tudo, somos bem-aventurados
(I Pedro 4: 14).

Fazer MISSÃO é sofrer perseguição dentro e fora.
Que importa?
Esse é o Caminho!
Vamos lá!
A Glória nos espera!
Aleluia!

DEle, por Ele e para Ele,

Pastor Francisco Paixão Bezerra Cordeiro.

Mais quatro presidiários norte-americanos se formam em Teologia

Não existem prisões para aqueles que querem aprender mais a respeito da Palavra de Deus.
Esta frase não ficou apenas no papel, ela foi aplicada na prisão Estadual San Quentin, No Estado americano da Califórnia.
Mais de 30 detentos estudam através do programa de graduação em teologia, ministrado pelo Seminário Teológico Batista.
Durante três anos, os fizeram o curso nas dependências da penitenciária.
Eles recebem gratuitamente aulas de graduação ou do seminário durante a primavera e o outono.
Eles aprendem desde a plantação de igrejas até o evangelismo para a formação do ministério.

Este mês, mais quatro alunos se formaram.
Durante uma cerimônia, acompanhada por 150 presos, os detentos receberam diplomas do Seminário Teológico Batista Golden Gate.

“Alguns podem questionar o porquê de se aplicar esse programa na prisão, mas nossa missão é treinar líderes para expandir o Reino de Deus”, disse Jeff Iorg, presidente do seminário.

Na conclusão de seu discurso de formatura, Iorg disse que há alguns meses, foi convidado para ser palestrante em um curso.
O tema era seu livro:
Deus está me chamando?.

“Para minha surpresa, quando chegou a hora das perguntas, cada aluno puxou sua cópia do livro com post-it pendurado em várias páginas e começaram a fazer perguntas. Foi uma das experiências de ensino mais revigorante do meu ministério”.

Programa

O Seminário Golden Gate comemora este ano 30 anos do programa, que dispõe de 62 centros em todo os Estados Unidos.
Ele é ministrado em 17 estados e em 11 línguas, mas San Quentin é o único local onde se ensina na prisão.

O programa prevê aulas em um nível pós-secundário para treinar líderes cristãos. Para aqueles que não possuem o ensino médio, diploma de faculdade, ou para aqueles que têm o Inglês como segunda língua.
Essa é uma oportunidade para tornar-se preparado e treinado para ser eficaz no serviço cristão.

Donald Hart, seminarista de pós-graduação, lecionou em várias classes e ficou surpreso com a diferença de alguns homens.

“Mesmo sem conhecê-los profundamente, podia ver a transformação, ver o que Deus tinha feito em suas vidas. A obra de Deus não para na porta da prisão”, disse Hart.

Na prisão, todos os instrutores são voluntários porque não há orçamento.

“Todos os livros de capa dura teologia são adquiridos com recursos doados,” afirmou Don Beall, diretor do Nacional Seminário.

Fonte: CPADNews / BPNews/IPC

Cientistas afirmam que não existe um “gene gay”

Uma equipe da Universidade de Illinois, que analisou todo o genoma humano, afirma que não existe um “gene gay”.

Num artigo publicado no jornal Human Genetics, eles disseram que fatores ambientais também podem estar envolvidos.

As conclusões incendeiam o debate sobre se a orientação sexual é uma questão de escolha.

Cromossomo

Segundo o chefe da equipe de pesquisadores, Brian Mustanski, boa parte das pesquisas anteriores sobre homossexualidade masculina se concentrou apenas no cromossomo X, passado para meninos por suas mães.

Os cientistas examinaram 22 pares de cromossomos não-sexuais de 456 pessoas, todas parte de 146 famílias com dois ou mais irmãos gays.

Eles encontraram diversos pedaços idênticos de DNA compartilhados por irmãos gays em outros cromossomos que não apenas o X.

Cerca de 60% desses irmãos compartilhavam DNA idêntico em três cromossomos.

“Nosso estudo ajuda a estabelecer que genes desempenham um papel importante em determinar se um homem é hetero ou homossexual”, disse, acrescentando que outros fatores também são importantes.

“A melhor suposição é que genes múltiplos, potencialmente interagindo com influências ambientais, explicam diferenças em orientação sexual.”

Alan Wardle, do grupo ativista gay Stonewall, disse
“É um estudo interessante que contribui para o debate”.

“Independentemente de a orientação sexual ser determinada pela natureza, pela criação ou pelos dois, a coisa mais importante é que gays e lésbicas sejam tratados com igualdade e possam viver sem sofrer discriminação”, afirmou ele.

Mustanski disse que o próximo passo será tentar confirmar as descobertas com novos estudos, e identificar genes particulares dentro das seqüências recém-descobertas que estão ligados à orientação sexual.

Fonte: BBC Brasil / Gospel Prime

14 de jul de 2010

Quando tudo vai mal…Eis o milagre, surge JESUS e muda tudo



"Quando olho para minha esposa posso expressar que a cura se alcança pela perseverança.
Neste tempo foram muitos os sinais de Deus e da fé em nossa casa. Testemunhos como manter um casamento mesmo na tempestade.
O testemunho de como se manter na obra de Deus, mesmo na dor.
A certeza da vitória, aguardando as demoras do Senhor", afirma o marido Umberto

Quando se tem um problema, existem duas possibilidades: se acomodar ou encará-lo. Ela decidiu lutar.
Claudia Cruz Sell, 35 anos, casou jovem e tentou muitas vezes engravidar.
Não teve jeito.
O casal, então, decidiu entrar na fila da adoção.

Pegaram uma menina para criar, mas ela permaneceu com eles pouco mais de um ano, até a avó conseguir a guarda da criança.
Para complicar o estado emocional do casal, o sogro de Cláudia faleceu.
O corpo reagiu e ela passou a ter psoríase:
uma doença sem cura, de cunho emocional.

Isso faz oito anos. Nesse tempo, eles adotaram um menino que traz muita alegria à família. Mas a vida tem sido difícil.
“Tenho a doença no corpo todo e através da igreja encontro forças para lutar.
Não é fácil, mas tem que ser tudo segurando nas mãos de Deus, sem Ele não somos nada. Rezo pelas pessoas e, sempre que posso, faço visitas à doentes”, conta.

Ela ficou quatro anos com a pele em carne viva e os médicos não encontravam o verdadeiro problema.
“Estava me tratando com muitos médicos e ninguém descobria o que eu tinha.
Tomei remédios que não eram para minha doença.
Em oração, Jesus revelou para o meu marido pegar a lista telefônica.
Lá, ele abriu e viu o nome de uma médica, que tem me ajudado demais”, afirma.

Quando passou a se tratar com essa médica, Claudia descobriu qual era a doença e faz o tratamento correto, mas isso não significa que ela está bem fisicamente.
“Melhor eu não estou.
Quando você recebe uma notícia que não tem cura, a primeira coisa que vem à cabeça é desanimar e morrer.
Mas com muita oração e a força do meu marido, espiritualmente estou forte”, destaca.

Apesar da dor e do preconceito – as pessoas acham que a psoríase é contagiosa , ela diz que sua dor é pequena se comparada a de Jesus.
“Isso não é nada mesmo, perto do que Jesus sofreu para eu estar aqui hoje testemunhado com fé.
A gente tem sempre que pensar em situações piores.
Meu caso não é nada perto de muitos que não creem em Deus”, salienta.

Ao contrário dos casos contados pelo Vida Saudável nesta semana, Claudia ainda não foi curada, mas sua força é impressionante.
“Deus está comigo, Ele tudo pode e o impossível pode realizar na minha vida.
Cada vez que oro, Ele diz:
espera com paciência.
Estou lutando e esperando em Deus”, ressalta.

Mudança

“Quando alguém tem saúde, nem lembra de Deus. Mas quando começamos a

carregar uma cruz, começamos a dar valor para tudo na vida:
amanhec er cada dia vivo, sentir o cheirinho da pessoa que está ao nosso lado, um carinho de um filho.
Sempre fui uma pessoa de oração, mas depois que adoeci, me aproximei mais de Deus. Agora Deus me fortaleceu, tenho outra consciência”, avalia.

Casamento

O casamento se manteve forte, mesmo com as dificuldades.
“Meu marido

sempre foi um homem muito de Deus.
Todo dia ele fazia oração por mim, me dava banho, carinho, e até hoje tudo que ele pode fazer para aliviar a minha dor, ele faz.
Meu casamento foi na alegria e na tristeza.
Quando a gente tem Deus no coração, se compadece da dor do outro.
Meu marido nunca me falou que eu estava feia, pelo contrário, me anima sempre.
Eu não posso reclamar. Sou uma pessoa muito feliz”, garante.

O marido, Umberto Sell, diz que Claudia é um presente divino que Deus o concedeu. “Creio firmemente que na nossa vida, muitas são as graças que o Senhor nos dá, mas a Cláudia foi uma graça extraordinária, pois com ela tenho me santificado, com ela tenho aprendido muito, e com ela tenha vivido o magistério do casamento:
fiel em todos os momentos”, declara.

Opinião médica

De acordo com a médica dermatologista Juliana Drumond, a causa da psoríase é multifatorial. São fatores que se unem e fazem a pessoa desenvolver a doença.

“Há uma tendência hereditária e os componentes ambientais, que ainda não sabemos dizer exatamente quais são.
Muitas pessoas começaram a perceber as lesões após um problema emocional e, quando estão estressadas ficam piores”, afirma.
Além da psoríase, têm outras doenças que também têm o emocional como fator de piora ou desencadeante.
O vitiligo e dermatite atópica são exemplos.

Segundo a dermatologista, a psoríase não tem cura, mas é tratável.
A pessoa pode ficar um tempo sem a manifestação da lesão, mas pode voltar a qualquer momento.

A dica dela é manter a pele sempre hidratada, porque a pele seca piora a psoríase. Já a exposição solar, é um fator benéfico.

Emocional e saúde

Cada pessoa manifesta o lado emocional de uma maneira.
Não é só na pele.

”Tem gente que tem diarreia, enxaqueca ou constipação.
Mas é comprovado que o emocional atrapalha os quadros.
Tanto que para essas doenças que não têm cura, as terapias alternativas são opções de tratamento pois melhoram o bem-estar, consequentemente, as lesões tendem a melhorar também”, orienta.

Fonte: GazetaOnline

"PAI" - Marcos Antônio

Antônio Cláudio - Por Mim.

Davi Sacer Deus Não Falhará - Clip

Davi Sacer - Eu Espero em Ti

Será possível bloquear Deus?


14 julho, 2010
por Patrick Cecílio

Destaques

Comente neste artigo

GodBlock menina Será possível bloquear Deus?
Este site americano oferece o GodBlock (Bloqueie Deus, na tradução) que, conforme sugere o nome, bloqueia nas páginas da internet as propagandas religiosas, como estas que às vezes o Google coloca em blogs.
O site afirma que o filtro se destina aos pais e às escolas que desejam proteger as crianças da doutrinação da religião, qualquer que seja ela.
“Quando instalado corretamente, o GodBlock analisa cada página acessada pelo seu filho, antes de carregá-la, e verifica se há textos sagrados, nomes ou figuras e símbolos religiosos.”
Explica que o programinha surgiu em reação à tendência cada vez mais forte nos Estados Unidos da pregação de fundamentalistas evangélicos, mórmons, batistas, muçulmanos e judeus que “dificultam o avanço da ciência e corrompe a mente das crianças”.
O programa é de graça, mas o site pede donativo de US$ 5 (R$ 8,5).
O doador terá direito a dez adesivos com o logo do GodBlock, como o no braço da garota da foto.
Também vende camisetas com o símbolo.
O site publica comentários de internautas, como de Poulter L. Martin:
“Finalmente, alguém pensou em proteger as crianças”.