CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA

CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA
CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA - SEDE

31 de mar de 2010

CAPELA MEDIEVAL EM ÉVORA FEITA DE OSSOS HUMANOS



A frase: Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos.

A Capela dos Ossos é uma das curiosidades deste grande monumento, sendo um dos ex-libris da cidade de Évora. A capela foi construída nos séculos XVI e XVII, no lugar do primitivo dormitório dos frades. A sua costrução partiu da iniciativa de três frades franciscanos que queriam proporcionar uma melhor reflexão acerca da brevidade da vida humana. A capela é constituída por ossadas provenientes das sepulturas da igreja do convento e de outras igrejas e cemitérios da cidade. As paredes e parte das abóbadas da capela estão revestidas de milhares de ossos humanos, que ilustram a ideia dos monges fundadores, expressa na frase que encima o pórtico da capela:

Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos.

A igreja é ainda rica em estatuária religiosa e pintura renascentista e barroca, patente nas capelas e demais dependências que chegaram aos nossos dias.

30 de mar de 2010

Lord is my shepherd I shall not want!


O Senhor é meu pastor, nada me faltará.
Em verdes prados ele me faz repousar.
Conduz-me junto às águas refrescantes,
restaura as forças de minha alma.
Pelos caminhos retos ele me leva,
por amor do seu nome.

Ainda que eu atravesse o vale escuro,
nada temerei, pois estais comigo.
Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo.

Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos.
Derramais o perfume sobre minha cabeça,
e transborda minha taça.
A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me
por todos os dias de minha vida.
E habitarei na casa do Senhor por longos dias.


(Salmo 22/23 atribuído ao Rei Davi)

Há Uma Saída



Shirley Carvalhaes
Composição: Fabiano Barcellos

Bem distante eu te vi
Parado à beira do caminho
Cabisbaixo e sem direção
Se sentindo tão sozinho
Coração batendo angustiado
Em seu peito
Você vive maus momentos
É todo dia a mesma coisa
E você se cansou
De tanto sofrimento
Mas eu declaro que chegou a hora
E Deus vai tirar você desse vento
Se a fúria do inimigo
Contra ti se levantar
Ele ordena anjos poderosos
Para te guardar
Foi ungido
Foi remido
E separado pra vencer
E reinar com Ele.

Deus vai na frente
Garantindo a vitória
Para os filhos seus
Quebrando as correntes
Sujeitando os inimigos
Porque Ele é Deus
Faz sair água da rocha
Com esse Deus não há quem possa
Não há como nosso Deus

Lá no Egito
Trouxe as pragas
E humilhou um tal de Faraó
Exaltou a Israel
E fez saber que aquele povo não estava só
Faz a morte virar vida
Pra tudo tem uma saída
Não há Deus como esse Deus
Elohim, Elshadai, Adonai
Adore o nome dEle
Ele é Deus verdadeiro
Ele te amou primeiro
Te levanta desse chão
Elohim, Elshadai, Adonai
Adore o nome dele
Faz a morte virar vida
Pra tudo tem uma saída
Faz de ti um campeão.

translation

there's a way

Shirley Carvalhaes
Composition: Fabiano Barcellos

Far away I saw you
Stopped by the wayside
Dispirited and directionless
Feeling so alone
Heartbeat distressed
In his chest
You live in bad times
Is every day the same thing
And you tired
Much suffering
But I declare that the time
And God will get you this wind
If the fury of the enemy
Against thee rise
He commands mighty angels
To save you
Was anointed
Was redeemed
And to win separate
And reign with Him

God goes ahead
Ensuring victory
For your children
Breaking the chains
Subjecting enemies
Because He is God
Makes water out of the rock
With this God no one can
There is like our God

There in Egypt
He brought the plagues
And such a humbled Pharaoh
Exalted Israel
He did know that people were not only
Does death become life
For everything has an output
There is no God and that God
Elohim, elshadai, Adonai
Worship His name
He is true God
He loved you first
Give it up this ground
Elohim, elshadai, Adonai
Adore his name
Does death become life
For everything has an output
Makes you a champion.

29 de mar de 2010

Família Cristã: A Importância dos Pais na vida dos Filhos

Família = constituída por Deus para ser referencia da Sua glória.
Quando Deus fez o homem e a mulher, colocou neles a sua essência divina, o seu caráter, o seu amor.
Tudo o que Deus era, estava no homem até que este decidiu tomar decisões sem consultar a Deus e fazer as coisas á sua maneira.
Resultado = um lar destruído, cheio de mentiras e acusações, de onde nasceram filhos rebeldes, assassinos, vingativos, etc.

Deus tem padrões estabelecidos para a família.

O homem (Marido) deve conhecer e ocupar sua posição deixada pelo Senhor, de ser um sacerdote do lar.
A função do esposo como sacerdote é cuidar de sua família espiritualmente, dando à sua esposa e aos filhos uma direção espiritual, uma cobertura espiritual.
Sua função é de ordenar em sua casa um lar cristão.

Embora muitos homens desconhecem este papel, até aqueles que estão nas igrejas, e portanto, vemos como resultado famílias sem direção espiritual, desordenadas.

A mulher por sua vez, tb tem um papel muito importante no lar.
Não é apenas aquela que “pilota” o fogão, que lava e passa as roupas, mas de acordo ao padrão de Deus, ela é ajudadora e idônea.
É uma com seu marido.
Tem o mesmo poder de decisão que o marido e a mesma autoridade, porque os dois são uma penas com funções diferentes.

Infelizmente o mundo tem estabelecido padrões diferentes do que a Palavra de Deus nos ensina, e portanto, o que temos visto é família destruída, casais que separam egoisticamente, porque não pensam nos filhos e sim na própria felicidade.
O álcool invadindo os lares, as drogas, o adultério, a mentira e tantas outras coisas desagradáveis que entraram nos lares.
Esta é a realidade de nossos dias!

Talvez vc diga:
Mas o que isso tem a ver com Pais e filhos?

Uma família sem estrutura, faz filhos sem estrutura.
Uma família sem o amor de Deus, gera filhos sem o amor de Deus.
Uma família onde o homem não ocupa o seu papel de sacerdote e a esposa de ajudadora e idônea, geram filhos inseguros e sem direção, que facilmente serão moldados pelos princípios que o mundo estabelece.

Mas vamos entender, qual é a importância dos Pais na vida dos filhos Filhos hiper-
os ou reprimidos (com dificuldade de relacionar-se com outras crianças) filhos rebeldes, mal educados, filhos que não sabem brincar, pois as brincadeiras são “lutinhas”, guerras, etc.
ou filhos do sexo masculino que desde criança tem uma preferência por brincadeiras de menina e vice-versa, entre outros, são resultados de um lar conturbado.
A presença participativa dos pais na vida dos filhos faz toda a diferença.

Existem pais que por necessidade precisam estar o tempo todo fora de casa devido ao trabalho, viagens, estudos etc.
Só conseguem ver os filhos a noite quando estão dormindo, ou nos finais de semana.
A criança só conhece o papel da mãe.
Não conhecem a autoridade do pai.
Tanto que casos como este, os filhos tendem a recorrer ao pai, quando a mãe lhe chama a atenção ou lhe aplica uma disciplina, e o pai por sua vez sente-se culpado pela ausência e acaba apoiando o filho e tirando a autoridade da mãe.

Há também casos em que os dois precisam trabalhar fora.
Em muitos casos os filhos menores vão para uma creche, ou escolinha, outros ficam com os avós, tios ou parentes próximos, e ainda há aqueles que pagam alguém para cuidar dos filhos. O que acontece com estes filhos?

Não tem a participação ativa dos pais no seu dia a dia.
São educados por terceiros que por não serem os pais, deixam a criança muito a vontade, tornando difícil a disciplina pelos pais mais tarde.
Além do que, as crianças crescem muito rápido, e os pais acabam por perder o melhor da vida dos filhos.
Neste caso, os pais perdem completamente a autoridade sobre os filhos.
Os filhos não possuem princípios cristãos bíblicos, pela ausência dos pais.

E filhos de pais separados? Esta é uma triste realidade.
Muitas crianças hoje estão sem o pai ou sem a mãe.
possuem duas famílias, vários outros irmãos, mas são crianças sem nenhuma estrutura familiar, o que prejudica o futuro desta criança.
Já crescem tendo uma visão falha do que é ser família.
Numa separação, os filhos são os mais prejudicados.
Eles amam o pai e a mãe, independente de como eles são.
Defendem com unhas e dentes os dois.
Mas infelizmente, o tempo vai passando, e o amor pelos pais acabam perdendo a força. Não deixam de amar, mas já não é mais a mesma coisa.
Se há alguém aqui que é filho de pais separados, com certeza vc vai poder confirmar isso.
Geralmente há um apego maior por aquele que ficou mais tempo junto.
Os filhos crescem com uma visão distorcida do que é ser família.
Quando muito pequenos acabam crescendo como a separação sendo algo normal.
E que se eles se casarem e não der certo poderão fazer o mesmo: separar-se como fizeram seus pais.
No caso de filhos muito pequenos, algumas vezes passam pela vida deles, vários pais ou várias mães, até que seja formada uma nova família.
Nós não entendemos a dimensão que isso tem na mente de uma criança.

Mas o diabo sim, sabe muito bem pois faz parte do seu plano destruidor para as famílias.
As razões da separação são muitas:
incompatibilidade, diferença de idade, de posição social, o fato de estar grávida fora do casamento e o casamento ser “obrigatório”, entre outros motivos... Mas a raiz de tudo isso é a falta de Deus.

Meu lar está destruído, o que fazer?

Amados, Nós sabemos pela Palavra de Deus, que o diabo veio para roubar, matar e destruir, e por milhares de anos ele tem trabalhado incansavelmente nesta tarefa, e tem alcançado um número assustador destruindo lares e pessoas.

Mas Jesus disse:
Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância (João 10.10).
Esta vida em abundância, é uma vida plena, completa, exatamente como Deus planejou no princípio.
O plano de Deus para a família sempre foi perfeito.
“O homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher e serão os dois uma só carne”.
O papel do homem seria o de ser sacerdote, aquele que ama, cuida e instrui a família na presença de Deus.
E o da mulher de ser uma auxiliar, ajudadora e idônea ao lado do seu marido, e os filhos por sua vez, serem benção na vida dos pais.

Às vezes nós queremos educar nossos filhos, implantar atitudes corretas, condutas que nós não temos.
Queremos que os filhos sejam religiosos, quando nós não somos.
Que os filhos sejam obedientes quando nós não somos.
Por exemplo:
Um pai que fuma, vive dizendo para o filho que não deve fumar pois é prejudicial a saúde, mas as palavras não tem valor diante da atitude deste pai que fala mas não pratica.

Há pais que insistem que os filhos sejam participativos na igreja, porque é bom ter uma religião, mas eles mesmos não são praticantes desta exigência.
Valores distorcidos
Famílias distorcidas/destruídas.

O que fazer?
Será que há uma solução?
Será que não é tarde para tentar mudar tudo isso e ser uma família abençoada?

Sim, há uma solução e esta solução está em JESUS.
Tudo o que precisamos está em Jesus.
E quando falamos que tudo o que precisamos está em Jesus, não significa apenas que quando eu tenha uma necessidade, eu corra aos pés de Deus, e Ele automaticamente tem que me abençoar.
Não!
Ele abençoa e quer abençoar, quer transformar, foi pra isso que Jesus morreu na cruz, pagando nossa dívida de pecados, e nos dando o direito da vida abundante aqui na terra e eterna no céu.

Atitudes simples como esta: CRER que Deus é suficiente para transformar tua vida, e tua família, e a atitude de CRER E RECEBER a Cristo em sua vida, fará toda a diferença.

Talvez vc diga: mas eu creio em Deus!
Qualquer pessoa pode dizer isso.
Mas não consiste apenas em crer somente e sim entregar-se a Ele completamente para que Ele seja quem vai cuidar e mudar a tua vida.
E Junto a esta atitude de fé, outras atitudes no seu dia a dia em sua casa, com sua família, com seu esposo, esposa e filhos, vc verá a transformação completa da sua casa.

Um simples bom dia ao amanhecer, soa tão bem ao ouvido dos filhos.
Ao contrário de acordar os filhos com gritos e ponta pés, um sorriso, um bom dia, um abraço, faz toda a diferença.

Um simples desejo de saber o que seus filhos estão aprendendo na escola, olhar os cadernos, elogiar seus trabalhos, participar da vida deles, fará uma enorme diferença.

Ao contrário de deixar seu filho diante da TV a manhã inteira, porque não se sentar e contar uma história que contenha vida, que contenha moral? Os desenhos que passam na TV estão destruindo nossas crianças.
É só luta, guerra, sangue, demônios, feitiçaria.
A televisão está trazendo a prostituição pra dentro de nossas casas, está infiltrando a feitiçaria nos corações, e tudo com muita sutileza, muito bem disfarçado. Ensinando não só a criança, mas o adolescente, o jovenzinho a aceitar a homossexualidade e o lesbianismo como algo natural na vida do ser humano.
Nada é pecado, é apenas uma opção de vida.
E até certo ponto é uma opção sim.
Vc vai optar pelo certo ou pelo errado, porque só há dois caminhos:
um estreito e quase ninguém quer entrar por ele, e outro largo, sem regras, cheio de facilidades.
E o mundo está direcionando nossos filhos, nossa juventude.
Nós, precisamos mudar isso em nossas famílias, ou amanhã teremos filhos feiticeiros dentro de nossas casas, homossexuais, cheio de imoralidade.

Deus nos deu esta noite como uma grande oportunidade de mudança.
Poderíamos ficar horas aqui falando sobre a estrutura de uma família, mas quero apenas deixar um texto bíblico da palavra de Deus que está em
Mateus 7: 24
Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha.
25 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.
26 Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e não as põe em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.
27 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu; e grande foi a sua queda.
Nesta noite, dê ao Senhor uma oportunidade de entrar em sua vida, e em sua casa e fazer a transformação que vc precisa.
Sozinho(a) vc não vai conseguir nada, mas o Senhor será a tua força, a tua ajuda, o teu socorro.
Entregue ao Senhor a sua vida, entregue a Ele a sua família, e depois será apenas uma questão de se fortalecer na presença de Deus, de conhecer mais sobre a Palavra que pode mudar todas as outras áreas da tua vida, porque o Senhor tem uma direção para todas a coisas.

Glória a Deus

Pastora Silvia Rodrigues

Os 10 mendamentos dos pais cristãos

1. Dê a devida liberdade aos seus filhos.
Galatas 5:1)
Devida não é total... pense nisso.

2. Permita que eles questionem os valores que significam muito para suas vidas
(I Pedro 3:4)
A omissão de uma resposta pode ser o início de um longo problema.

3. Tenha paciência com suas manias passageiras
(Timóteo 4:5)
Elas passam rápido... aproveite todos os momentos com seu filho e tire proveiro disso.

4. Exerça autoridade sobre seus filhos sem irritá-los, estabeleça limites
(Provérbios 22:28)
Lembre-se que você é quem 'manda' na casa.

5. Demonstre calor e simpatia, sem mimá-los muito, para não se tornarem inseguros
(I Coríntios 14:20)
Não confunca amor com superproteção.

6. Aprenda com seus filhos, eles também tem lições maravilhosas para nos ensinar (Colossenses 2:19) - Tenha seu filho como um professor em sua vida.

7. Aceite as falhas de seus filhos (Filipenses 4:6) - Você crescerá com isso também.

8. Seja leal aos seus filhos, compartilhe com eles a vida no lar (Efésios 4:25) - Não esqueça que seu filho, não importa a idade, também é um membro da sua casa. Merece atenção.

9. Seja íntimo de seus filhos, torme-se seu confidente (Romanos 10:13-15) - É melhor você ser o melhor amigo do seu filho o que um estranho.

10. Seja enérgico mas, com SABEDORIA.
(Tiago 1:5)
Não desconte a sua raiva em seus filho, mas também não deixe de educá-lo.

Tenha confiança, firmeza e sabedoria quando se deparar com um problema que envolve seu filho.
Nunca esqueça que Deus está olhando suas atitudes e irá cobrar de você por uma atitude que deixou de fazer ou que fez além da conta.

Não estamos sozinhos neste mundo...e Deus espera que sejamos para nossos filhos assim como Ele é para nós.

Por isso devemos andar em novidade de vida, ler a Palavra de Deus constantemente, guardando-as em nossoas corações e proclamando com alegria que a Palvra do Nosso Deus e eficaz em nossas vidas!

A BÍBLIA PODE AJUDÁ-LO a educar seus filhos?

A ORQUÍDEA é uma flor muito bonita, mas difícil de cultivar.
Para conseguir isso, é preciso prestar atenção à temperatura e à luz, e usar o vaso do tamanho certo.
Ela é sensível ao tipo de terra e de fertilizante, e é facilmente atacada por doenças e insetos.
Assim, é muito comum as pessoas falharem na primeira tentativa de cultivar uma orquídea.

Criar filhos é muito mais difícil e complicado, e também exige muitos cuidados.
Por isso é comum os pais sentirem-se perdidos na criação dos filhos.
Muitos reconhecem que precisam de ajuda, como um cultivador de orquídeas que precisa das recomendações de um especialista.
É claro que todo pai e toda mãe quer ter acesso à melhor orientação.
Onde pode ser encontrada?

Embora a Bíblia não seja um manual sobre criação de filhos, o Criador inspirou os escritores a incluir nela muitos conselhos práticos a respeito do assunto.
A Bíblia enfatiza o esforço para cultivar qualidades desejáveis, que têm sido bastante negligenciadas, segundo o conceito de muitos.
(Efésios 4:22-24)
Nesse sentido, os conselhos das Escrituras fornecem um elemento-chave da educação equilibrada.
Esses conselhos já beneficiaram milhares de pessoas que os colocaram em prática, não importando a época em que viveram ou sua formação cultural.
Portanto, seguir os conselhos da Bíblia pode ajudá-lo a ser bem-sucedido em educar seus filhos.

O exemplo dos pais a lição mais importante

“Tu, pois, que ensinas outro, não te ensinas a ti mesmo?
Tu, que pregas:
‘Não furtes’, furtas?
Tu, que dizes:
‘Não cometas adultério’, cometes adultério?”
Romanos 2:21, 22.

Um presidente da Junta de Educação de Seul disse:
“O exemplo em palavras e ações é a lição mais importante para a criança.”
Se os pais não forem bom exemplo no que dizem e no que fazem, quando derem ao filho uma instrução específica, ele vai logo concluir que os pais são hipócritas.
A palavra dos pais não terá valor.
Por exemplo, se os pais quiserem ensinar o filho a ser honesto, eles também devem ser honestos.
É muito comum alguns pais, quando não querem receber um telefonema, mandarem o filho dizer:
“Papai (ou mamãe) não está.”
A criança obrigada a fazer isso se sentirá perturbada e confusa.
Com o tempo, ela talvez comece a mentir sem se sentir culpada quando estiver numa situação difícil.
Portanto, se os pais quiserem sinceramente que o filho se torne uma pessoa honesta, eles mesmos devem sempre falar a verdade e agir de acordo.

Quer ensinar seu filho a ser educado ao falar com outros?
Então você precisa dar o exemplo.
Seu filho logo vai imitá-lo.
Sung-sik, pai de quatro filhos, diz:
“Minha esposa e eu decidimos não falar palavrões nem usar linguagem grosseira. Respeitamos um ao outro e não levantamos a voz, mesmo quando ficamos chateados ou com raiva.
O bom exemplo funcionou muito mais do que meras palavras.
Ficamos contentes de ver nossos filhos ser respeitosos e educados com outros.”
A Bíblia diz, em Gálatas 6:7:
“O que o homem semear, isso também ceifará.”
Se os pais querem que os filhos tenham elevados padrões de moral, eles mesmos devem mostrar primeiro que vivem à altura de tais padrões.
Mantenha a comunicação aberta

“Tens de [inculcar os mandamentos de Deus] a teu filho, e tens de falar [deles] sentado na tua casa e andando pela estrada, e ao deitar-te e ao levantar-te.” Deuteronômio 6:7.

A tendência de trabalhar horas extras está em alta.
Nas famílias em que tanto o marido como a esposa trabalham fora, os filhos são muito afetados.
Os pais passam cada vez menos tempo com os filhos.
Quando estão em casa, os pais têm de cuidar da casa e de outras tarefas, de modo que é bem provável que estejam cansados ou esgotados.
Em tais circunstâncias, como você pode manter uma boa comunicação com seus filhos? Poderão surgir oportunidades para conversar se você e eles fizerem juntos as tarefas domésticas.
Um chefe de família até mesmo se desfez da televisão, principalmente para ter mais tempo para conversar com os filhos.
Ele comentou:
“A princípio as crianças ficaram chateadas, mas ao passo que brincávamos de jogos de raciocínio, líamos livros interessantes e conversávamos sobre eles, elas passaram a aceitar a mudança.”

É importante que os filhos se acostumem a se comunicar com os pais desde pequenos. Senão, quando ficarem adolescentes e talvez começarem a enfrentar problemas, não verão seus pais como amigos com quem podem conversar.
Como você pode ajudá-los a se abrir?
Provérbios 20:5 diz:
“O conselho no coração dum homem é como águas profundas, mas o homem de discernimento é quem o puxará para fora.”
Usando perguntas de ponto de vista, como:
“O que você acha?”
Os pais podem incentivar os filhos a expressar seus pensamentos e sentimentos.

Como você reage quando seu filho comete um erro grave?
É nessa hora que ele precisa de atenção e compreensão.
Mantenha as emoções sob controle enquanto escuta seu filho.
Um pai disse o seguinte sobre o modo como lida com situações assim:
“Quando meus filhos se comportam mal, tento manter a calma.
Sento com eles e escuto o que têm a me dizer.
Eu tento compreender a situação.
Mas se acho que vai ser difícil me conter, dou um tempo e espero me acalmar.”
Se você controlar suas emoções e escutar seus filhos, o que fizer depois para corrigi-los vai ser aceito com mais facilidade.
A disciplina baseada no amor é essencial

“Vós, pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová.”
Efésios 6:4.

Para obter bons resultados, sua maneira de dar disciplina amorosa é importante.
O que alguns pais fazem que talvez ‘irrite os filhos’?
Se a disciplina não condiz com a gravidade do erro cometido ou é dada de modo humilhante, os filhos vão rejeitá-la.
A disciplina deve sempre ser dada com amor.
(Provérbios 13:24)
Se você dialogar com os filhos, explicando-lhes o motivo da disciplina, eles entenderão que você os está disciplinando porque os ama.
Provérbios 22:15; 29:19.

Pai amorosamente disciplina o filho

Por outro lado, é bom que os filhos sintam as conseqüências indesejáveis do mau comportamento.
Por exemplo, se o filho trata mal outra pessoa, você pode mandá-lo se desculpar. Quando ele viola as regras da família, você pode limitar a participação dele em atividades que ele gosta, para deixar bem claro a importância da obediência.

É bom aplicar a disciplina no momento certo.
Eclesiastes 8:11 diz:
“Por não se ter executado prontamente a sentença contra um trabalho mau é que o coração dos filhos dos homens ficou neles plenamente determinado a fazer o mal.”
De modo similar, muitas crianças testam os pais para ver se conseguirão escapar da punição depois de se comportarem mal.
Portanto, depois que tiver avisado ao filho que ele será punido por ter feito algo errado, não volte atrás.
O valor da recreação sadia

“Há . . . tempo para rir . . . e tempo para saltitar.”
Eclesiastes 3:1, 4.

As crianças precisam de tempo livre, e de recreação sadia e equilibrada para o bom desenvolvimento da mente e do corpo.
Quando os pais brincam com os filhos, a família fica mais unida e os filhos se sentem mais seguros.
Em que tipos de recreação os membros da família podem participar juntos?
Se você pensar bem, verá que há muitas coisas agradáveis que poderão fazer.
Podem ser atividades ao ar livre, como andar de bicicleta, brincar de peteca ou jogos de bola.
Imagine os momentos alegres que toda a família poderá ter se tocar instrumentos musicais em grupo.
Visitar lugares próximos para desfrutar das belezas da natureza pode deixar ótimas lembranças.

Mãe ajuda filha a fazer uma pintura

Em tais situações, os pais podem incutir nos filhos um ponto de vista equilibrado sobre a recreação.
Um cristão, pai de três filhos, disse:
“Participo da recreação de meus filhos quando possível.
Por exemplo, quando eles brincam de jogos no computador, pergunto-lhes sobre como se joga.
Quando eles me explicam, cheios de entusiasmo, aproveito a oportunidade para conversar sobre o perigo do entretenimento prejudicial.
Tenho notado que eles evitam diversões impróprias.”
De fato, os filhos que se sentem satisfeitos com a recreação em família estão menos inclinados a recorrer a programas de televisão, vídeos, filmes e jogos na internet que destacam a violência, a imoralidade e o uso de drogas.
Ajude seus filhos a fazer boas amizades

“Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.”
Provérbios 13:20.

Um pai cristão bem-sucedido em criar quatro filhos disse:
“Nunca é demais enfatizar a importância de os filhos escolherem bem os amigos.
A escolha errada de um amigo pode destruir todo o seu trabalho.”
Para ajudar os filhos a fazer bons amigos, ele discretamente fazia perguntas do tipo: Quem é seu melhor amigo?
Por que você gosta dele?
O que você vê nele que gostaria de imitar?
Outro pai providencia que os filhos convidem os amigos preferidos para ir a sua casa. Assim ele pode observá-los e dar aos filhos a devida orientação.

Avó e neta juntas na cozinha

Também é importante ensinar aos filhos que eles podem fazer amizade com pessoas mais velhas, além de com outros jovens. Bum-sun, pai de três filhos, diz:
“Eu explico a meus filhos que as pessoas não precisam ter a mesma idade para ser amigos. O caso de Davi e Jonatã, registrado na Bíblia, é prova disso.
Por esse motivo, convido cristãos de várias faixas etárias para se associar com meus filhos.
Assim, eles fazem muitos amigos que não são de sua idade.”
A associação com adultos exemplares dá aos jovens a oportunidade de aprender muitas coisas.
Você pode ser bem-sucedido em educar os filhos

De acordo com uma pesquisa feita nos Estados Unidos, muitos pais que tentaram inculcar nos filhos qualidades como autodomínio, autodisciplina e honestidade tiveram relativamente pouco sucesso.
Por que isso é tão difícil? Uma das mães que participaram da pesquisa disse: ‘Lamentavelmente, a única maneira de proteger nossos filhos é trancá-los num quarto e nunca deixá-los sair mundo afora.’
Ela se referia ao ambiente no qual as crianças crescem hoje, que está pior do que nunca. Nessa situação, é realmente possível ser bem-sucedido em criar os filhos?

Se você quisesse cultivar uma orquídea, mas estivesse preocupado achando que ela poderia murchar, talvez pensasse em desistir.
Mas com certeza você ficaria muito animado se um especialista em orquídeas lhe desse algumas sugestões e garantisse:
“Se fizer assim, você vai conseguir!”
Jeová, o Maior Especialista em natureza humana, fornece conselhos sobre o melhor método de criar filhos.
Ele diz:
“Educa o rapaz segundo o caminho que é para ele; mesmo quando envelhecer não se desviará dele.”
(Provérbios 22:6)
Se você educar os filhos segundo os conselhos da Bíblia, é bem provável que terá a alegria de vê-los tornar-se adultos responsáveis, respeitosos e de boa moral.
Eles conquistarão o amor das pessoas e, o que é mais importante, serão amados também por Jeová, nosso Pai celestial.

PRINCÍPIO DA FORMAÇÃO ESPIRITUAL

Os pais cristãos são responsáveis por fazer de seus filhos verdadeiros
discípulos de Cristo.
Instruí-los desde cedo sobre a leitura da Bíblia, oração,
adoração e a participarem dos trabalhos da igreja, a fim de desenvolverem uma
espiritualidade sadia e fortalecida, onde possam dizer:
“Eu e minha servimos ao Senhor” ((Js. 24.15b).
Ore com (e por) eles;
Leiam a Bíblia juntos;
Louve juntamente com eles;
Vá para Igreja com eles;
Enfatize o valor e importância da Escola Dominical;
Ensine-lhes a santidade de Deus;
Explique sobre o pecado e as suas conseqüências;
Ensine sobre o arrependimento e o perdão;
Fale sobre a obra de Cristo;
Explique sobre seguir e confiar em Cristo.
Deus abençoe a tua família!
Valmir N

PRINCÍPIO DO ESTABELECIMENTO DOS LIMITES

Atender as necessidades dos filhos é obrigação dos pais.
Porém, faz-se preciso distinguir entre o que é necessidade do que é apenas consumismo
caprichoso.
Assim, estabelecer limites para os filhos é necessário e saudável.
Como escreveu alguém:
“Nunca se ouviu falar que crianças tenham adoecido porque lhes foi negado um brinquedo novo ou outra coisa qualquer.
Mas já se teve notícias de pequenos delinqüentes que se tornaram agressivos quando
ouviram o primeiro não, fora de casa
Por essa razão, se você ama seu filho, vale a pena pensar na importância de aprender a difícil arte de dizer não.
Vale a pena pensar na importância de educar e preparar os filhos para enfrentar
tempos difíceis, mesmo que eles nunca cheguem.
“Não remova os antigos limites que teus pais fizeram”
(PV. 22.28).

PRINCÍPIO DA INFLUÊNCIA

Pela maneira como a família moderna caminha a impressão que temos é que os pais estão em desvantagem no que se refere à influência sobre seus filhos.
Aparentemente, eles são mais influenciados pelos amigos e pela mídia (internet, cinema, televisão, astros etc), do que por seus próprios pais.
E o problema é que grande parte dessa influência é negativa.
A batalha parecer ter sido perdida.
Mas, a Bíblia estabelece que a maior influência deveria partir dos pais.
Eles são (ou deveriam ser) os mentores afetivos e morais dos filhos, de forma a incutir neles, por meio de testemunho pessoal e ensino constante, a vivência segundo os padrões bíblicos
(Pv. 1.8).
“Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a
teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e
ao deitar-te, e ao levantar-te”
(Dt. 6.6,7)

A EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO TEMPO PRESENTE

Nos últimos tempos várias vozes tem se apresentado a fim de ensinar os pais
sobre como educar seu filhos.
Após o mercado editorial perceber que o tema
deveria ser explorado em razão da demanda composta por pais apavorados
em busca de receitas infalíveis para educação infantil familiar, uma boa
quantidade de livros escritos por supostos especialistas no assunto foram
lançados.
Para se ter uma idéia, já em 1997 matéria da Revista Veja revelava que
os escritores da auto-ajuda haviam direcionado seus escritos para a área da
educação infantil.
“Depois de querer ensinar a vocês como ganhar dinheiro,
fazer amigos, ficar magro, segurar o casamento, os escritores do gênero
resolveram dar lições sobre como educar a criançada” , é o que dizia o início
da matéria.
A reportagem enfatizava ainda que tais obras vendem feito “pão
quente porque, em geral, são escritas de olho num alvo fácil:
a insegurança dos pais, que já não sabem mais o que fazer pelos filhos”.
Afinal, eles trabalham fora, ficam pouco tempo em casa, carregam consigo um tremendo
sentimento de culpa.
Alguns tentam compensar a ausência entupindo os filhos de atividades, como natação, judô e aula de inglês.
Outros buscam apoio na terapia, que custa dois ou três livros de auto-ajuda por semana e tem resultados demorados.
Uma terceira leva cai na auto-ajuda.
De fato, depois de meados da década passada obras literárias
direcionadas para a educação dos filhos tem crescido assustadoramente.
Algumas, voltadas para a auto-ajuda, outras para técnicas psicológicas ou
psico-pediátricas; sempre em tom pragmático, com dicas, receitas e planos
sobre como a criança deve crescer e ter independência financeira, autonomia,
segurança e sucesso na vida futura.
Nesse contexto, pais inseguros recorrem a esse tipo de expediente a fim
de tentarem auxiliá-los na criação da prole.
Muitos, inclusive, cristãos, que, em momento de desespero partem em busca de dicas ideais para a condução familiar.
Obviamente que alguns desses livros tem muito a contribuir com os pais, porém, na grande maioria não passam de trabalhos improdutivos que
nada têm a oferecer, cujos ensinamentos se resumem a receitas mal
formuladas.
Não há duvidas de que a busca sobre como instruir as crianças seja legítima, afinal a primeira lição que os pais aprendem assim que as crianças nascem, é que filhos não vêm como manual.
Mas, de qualquer forma, todos nós temos à disposição o Manual da Vida; aquele que é capaz de instruir o homem em todos os aspectos da sua vivência, da vida à morte: a Bíblia.
Isso porque “Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para para ensinar corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e
perfeitamente instruído em toda boa obra”.
(II Tm. 3.16).
A única forma de salvar e resgatar as famílias que hoje estão em franca
degeneralização é voltando às raízes da Palavra de Deus.
A transformação do lar, e o relacionamento sadio entre pais e filhos somente é possível a partir da renovação proporcionada pela verdade da Escrituras.

PRINCÍPIOS BÍBLICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL FAMILIAR

Obviamente que não consta na Bíblia, apesar da sua completude, todas as
indicações pormenorizadas dos cuidados que os pais precisam ter com os
filhos, com apontamentos específicos e detalhados que vão da infância até o
período adulto; entretanto, ela apresenta princípios gerais que devem nortear a
vida em família e a conduta dos pais perante seus filhos. Princípios são
fundamentos que dão direcionamento às nossas vidas.
São diretrizes nucleares capazes de indicar o caminho pelo qual devemos percorrer. Dicas são passageiras, mas princípios são imutáveis.

“O que precisamos é retornar aos princípios bíblicos para a
educação de nossos filhos.
Os pais não precisam de novos programas embalados em papel de presente de psicologia;
eles precisam aplicar e obedecer a alguns poucos princípios que estão claramente expostos na Palavra de Deus para os pais” John MacArthur
Vejamos então alguns desses princípios, os quais julgamos
fundamentais, sem prejuízo de outros que constam na Bíblia, que em virtude
da falta de tempo não serão analisados aqui.

PRINCÍPIO DA RESPONSABILIDADE

Um dos terríveis males que assola a família hodierna é a tentativa dos pais em
“terceirizar” a educação dos filhos, passando para outros a responsabilidade
que compete somente a eles.
Percebemos claramente a transferência da educação para o governo, escolas, creches, babás, avós, filhos maiores e até mesmo para a igreja.
Alguns, pior ainda, jogam a responsabilidade para a “babá eletrônica”.“Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até
quando envelhecer não se desviará dele”.
(Pv.22.6)
A busca moderna de repassar a responsabilidade para terceiros
assemelha-se muito ao fato ocorrido no Éden após o episódio do pecado.
Quando confrontado por Deus sobre sua desobediência Adão colocou a culpa
na mulher.
Eva rapidamente apontou o dedo para a serpente.
Da mesma forma, no que se refere à educação dos filhos, temos hoje o pai que acusa a
mãe.
A mãe que acusa a escola.
E a escola que culpa a igreja.
É um notório jogo de empurra.
Sobre os estabelecimentos de ensino, o que percebemos é que hoje as crianças vão para a escola cada vez mais cedo, com 2 anos de idade em média.
Algumas, pasmem, em menor idade ainda.
Essa atitude é no mínimo irresponsável, já que queima etapas no que diz respeito à socialização da criança, colocando-a muito cedo em contato irrestrito com o ambiente externo, afinal, como explica Içami Tiba , os estudiosos do desenvolvimento infantil
dividiram a socialização em três etapas:
Socialização elementar:
até os 2 anos, quando a criança aprendia a
reconhecer e a educar as necessidades fisiológicas (vontade de fazer
xixi, sede, fome).
Socialização familiar:
até 5 ou 6 anos, quando aprendia a conviver com o pai, a mãe, irmãos e demais membros da família.
Socialização comunitária:
a partir dos 6 anos, quando começava a vida escolar.
Com isso, o contato social acontece precocemente.
Ainda sem completar a educação familiar, a criança já está na escola.
O ambiente social invade o familiar não só pela escola mas também pela televisão, internet etc.
Como adverte Içami Tiba:
“Esses pais cobram da escola o mau comportamento em casa:
“O que vocês estão fazendo com o meu filho que ele me respondeu mal?”
Ou:
“A escola não o ensinou a respeitar seus pais”
Até parece que quem educa é a escola e cabe ao pai e à mãe uma posição
recreativa”.

O escritor diz ainda que “para a escola, os alunos são apenas
transeuntes psicopedagógicos.
Passam por um período pedagógico e, com certeza, um dia vão embora.
Mas a família não se escolhe e não há como mudar de sangue.
As escolas mudam, mas os pais são eternos” .
É claro que cada um desses entes mencionados (escolas, creches,
babás, avós e igreja) possui sua parcela de responsabilidade.
Não há dúvidas disso.
Porém, não passam de terceiros auxiliares, já que a responsabilidade
primordial de instruir a criança no caminho em que deve andar é dos pais.
Compete a eles, somente a eles, a formação moral dos seus filhos.
São os genitores, e não outros, aqueles que possuem a competência do ensino das
sagradas escrituras a fim de amoldarem suas personalidades em conformidade
com a disciplina e admoestação do Senhor.
Esse é o princípio da responsabilidade.

Como adverte John MacArthur,
“… o próprio Deus deu aos pais a responsabilidade de educar os filhos não aos professores, nem aos colegas, nem às babás, nem a ninguém que não pertença à família; portanto, é errado que os pais tentem livrar-se da sua responsabilidade ou transferir a culpa quando as coisas vão mal”
MacArthur diz ainda:

“Os pais cristãos de nosso tempo precisam

Desesperadamente aceitar esse princípio simples.
Ante o trono de Deus, nós seremos responsabilizados se tivermos
deixado os nossos filhos sob outras influências que moldaram o seu caráter em caminhos ateus.
Deus colocou em nossas mãos a responsabilidade de educar os nossos
filhos na disciplina e na admoestação do Senhor, e nós prestaremos contas a ele pelo nosso cuidado para com esse maravilhoso presente.
Se outros têm mais influência sobre nossos filhos do que nós, somos culpáveis e
inescusáveis por isso” .
Pais, vocês têm tentando transferir a responsabilidade de vocês?

PAIS & FILHOS: AMIGOS !

" Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa,
e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te." Dt 6.7

" Ensina a criança no caminho em que deve andar,
e ainda quando for velho não se desviará dele." Pv 22.6

O cenário hoje não é nada bom, vemos o diabo divulgando os seus ensinamentos através dos meios de comunicação; com uma atenção toda especial dedicada às crianças, preparando-as para servi-lo e tem sido vitorioso.
É só olharmos quantos jovens envolvidos com as drogas , marginalidade, prostituição, homossexualismo, etc.
(2Tm 3.1-7)

E os pais Servos, devem preocupar-se com esta situação?
A resposta vem do próprio Senhor , veja os texto citados inicialmente
(Dt 6.6-8; Pv 22.6) retratam mandamentos que deve ser cumpridos por aqueles que querem ver os filhos crescerem na presença do Senhor e cheios do Espírito Santo.
Diz-nos um provérbio:
"Tal pai, tais filhos"
É impossível criar filhos aos pés de Cristo, se os pais não estiverem nesta condição, o evangelho é para ser vivido na prática, nunca na teoria.
Pais, é indispensável serem cheios do Espírito Santo para tornarem-se participantes das muitas promessas de vitórias na educação e criação dos filhos.

Seguem-se algumas recomendações:

1) Amar a Deus
Marcos 12.30
O maior mandamento dado por Deus é o amor, quando se ama ao Senhor, morre-se para o mundo e suas ilusões e a vida torna-se uma com o Pai, possui-se a mente de Cristo e o revestimento do Santo Espírito.
O nosso prazer resume-se em apenas um:
Fazer a vontade do Eterno.
Este ensinamento deve fazer parte da vida da criança.
(Pv 22.6)

2) Ensinando o Caminho
Deuteronômio 6.5-9
Para os judeus a Lei do Senhor era de suma importância, tinham zelo, um amor
muito grande e a ensinavam de pai para filhos, geração após geração.
A ação dos pais atualmente deve ser a mesma: dar importância à Palavra, amá-la e ser zeloso a transmissão dos ensinamentos.
É impossível que haja sucesso, se esta missão for deixada apenas nas mãos dos mestres, professores e pastores da igreja.
"Seja responsável pela educação e apresentação da suas crianças diante do altar."

3) O dia-a-dia
1Rs 9.4
Alguns aspectos da vida das crianças devem ser observados pelos pais, isto requer tempo e comunhão e não pode ser realizado com sucesso por terceiros, faça você mesmo.
Esteja atento:

Melhor Amigo:

No decorrer dos dias, amigos e colegas hão de surgir na vida das crianças.
Aconselho-te, seja sempre o melhor amigo, o mais presente, o mais confiável, desenvolva laços profundos de amizade e respeito com elas.
Veja a relação entre Abraão e Isaque, como exemplo.
( Gênesis 22.1-19)

Conhecendo os amigos:

O controle sobre a vida da criança deve ser amplo e inclui uma particularidade,
conhecer amigos e colegas.
É indispensável saber com quem anda seu filho, os lugares onde freqüenta .
Faça uma análise e quando sentir necessário deve proibi-lo.

Lembre-se:
As crianças estão em formação e são altamente influenciadas.

RELACIONAMENTO PAIS/FILHOS

Disciplinar adequadamente
Primeiro governar a si mesmo Caráter dos pais se reflete nos filhos
Pais
Submissão a Deus se desejam obediência dos filhos
Rm 2:21
Tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo ?
A respeito do pastor ou presbítero (aplicável a todo cristão)
Tm 3:4-5
Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?
Dominar primeiro o próprio espírito passo importante para cuidar dos filhos
Pv 25:28
Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito

As Escrituras nos fornecem as regras pelas quais devemos viver, as promessas das quais podemos nos apropriar e as advertências para que não realizemos a tarefa de educar nossos filhos de maneira leviana.

4 ORIENTAÇÕES BÁSICAS

Instrua seu filho
Seja um bom exemplo
Discipline seu filho
Ore por seus filhos

INSTRUA SEU FILHO
Dt 6:6-7
E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;  e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.  
Instrução bíblica deve ser constante, não ocasional

Ef 6:4
E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.
Responsabilidade de educação dos filhos é dos pais, e não deve ser transferida para a igreja

Assuntos a serem apresentados de forma constante aos filhos

O glorioso caráter de Deus
As exigências de sua lei
A malignidade do homem e sua incapacidade de cumprir os mandamentos de Deus
O maravilhoso dom de seu Filho
A terrível condenação dos que o rejeitamSEJA UM BOM EXEMPLO

Boas instruções precisam ser acompanhadas de bons exemplos
Filhos detectam inconsistências e rejeitam hipocrisia
Pais devem instruir seus filhos no caminho da santidade, mas antes, eles mesmos devem andar neste caminho

SOMOS CAPAZES POR NÓS MESMOS ?
Capacitação provem :
Do Espírito Santo
Ef 5:18
E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito
Da Palavra de Deus
Cl 3:16
Habite ricamente em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria ...

DISCIPLINE SEU FILHO
Instrução e o exemplo precisam ser reforçados mediante a correção e a disciplina
Exercício da autoridade
Regras simples, claras, lógicas e às vezes flexíveis
Poucas mas relevantes regras morais Cuidado em não transferir o perfeccionismo dos pais em regras detalhadas e arbitrárias
Submissão e obediência devem ser ensinadas desde cedo
Pv 22:15
A estultícia está ligada ao coração do menino; mas a vara da correção a afugentará dele.
Pv 13:24
Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga.
Pv 19:18
Corrige a teu filho enquanto há esperança; mas não te incites a destruí-lo. 
Pv 29:15
A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe.
Pv 29:17
Corrige a teu filho, e ele te dará descanso; sim, deleitará o teu coração.
Cl 3:21
Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados.
Exortação contra o exercício excessivo, sem motivo e inconsequente da autoridade~
A afeição insensata não nos deve impedir de cumprir nosso dever como pais
Samuel 3:13
Porque já lhe fiz saber que hei de julgar a sua casa para sempre, por causa da iniqüidade de que ele bem sabia, pois os seus filhos blasfemavam a Deus, e ele não os repreendeu.  
Deus ama seus filhos com um sentimento paternal mais profundo do que amamos nossos filhos, mas Ele nos diz :
Ap 3:19
Eu repreendo e castigo a todos quantos amo ...
Hb 12:6
Pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho.

As Escrituras não têm o propósito de incutir a idéia de um lar caracterizado pelo medo
Hb 12:11
Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça
Os filhos podem ser governados e disciplinados de forma a não perderem o respeito e afeição pelos pais.
Nunca usar a disciplina como expressão de nossa ira
Como na família de Deus, a intenção é disciplinar com amor
Pv 3:11-12
Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enfades da sua repreensão. Porque o Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem.

ORE POR SEUS FILHOS

O mais importante dever dos pais no que se refere ao bem-estar físico e espiritual de seus filhos é a intensa e contínua oração em favor deles
Sem isto todas as outras atitudes e deveres citados são ineficazes
Os meios são inúteis, exceto quando o Senhor os abençoa :
Sl 127:1
Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinelaA oração de um justo tem resultados efetivos
Tiago 5:16 - Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.  
Oração de intercessão (sacerdócio real) : privilégio concedido por Deus através de Cristo
Jó 1:5
Os santificava, e se levantava de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles; porque dizia Jó
Talvez pecaram meus filhos, e amaldiçoaram a Deus no seu coração.
Assim fazia Jó continuamente.
I Pe 2:9
Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;
O privilégio da fé consiste em apropriar-se das promessas divinas

Promessa de regeneração/restauração da família em Cristo (ação de Deus)
Ml 4:6
E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais;

PROMESSAS

Promessa de bençãos aos filhos e descendência
(ação recíproca – Deus/pais – com consequências aos filhos)
A respeito de Abraão, Deus afirmou :
Gn 18:19
Porque eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para praticarem retidão e justiça; a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado

Promessa de bençãos aos filhos e descendência (ação recíproca – Deus/pais – com consequências aos filhos)
A respeito de Abraão, Deus afirmou :
Gn 18:19
Porque eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para praticarem retidão e justiça; a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado
Gn 18:19
Porque eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para praticarem retidão e justiça; a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado

Aliança é estabelecida através da obediência
Dt 7:9
Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é que é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos;
Sl 103:17-18
Mas é de eternidade a eternidade a benignidade do Senhor sobre Aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos,  sobre aqueles que guardam o seu pacto, e sobre os que se lembram dos seus preceitos para os cumprirem .

Filhos da Aliança
Co 7:14
Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.

At 2:39
Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.

At 2:38
E disse-lhes Pedro:
Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.

Dt 7:9 
Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é que é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos;

Sl 103:17-18
Mas é de eternidade a eternidade a benignidade do Senhor sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos,  sobre aqueles que guardam o seu pacto, e sobre os que se lembram dos seus preceitos para os cumprirem

I Co 7:14
Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.

At 2:39
Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.

At 2:38
E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.
Sl 78:1-8

Escutai o meu ensino, povo meu; inclinai os vossos ouvidos às palavras da minha boca.  Abrirei a minha boca numa parábola; proporei enigmas da antigüidade, coisas que temos ouvido e sabido, e que nossos pais nos têm contado.
Não os encobriremos aos seus filhos, cantaremos às gerações vindouras os louvores do Senhor, assim como a sua força e as maravilhas que tem feito.
Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, as quais coisas ordenou aos nossos pais que as ensinassem a seus filhos;   para que as soubesse a geração vindoura, os filhos que houvesse de nascer, os quais se levantassem e as contassem a seus filhos,  a fim de que pusessem em Deus a sua esperança, e não se esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos

CAUSA DE PROBLEMAS ESPIRITUAIS (O Ponto em que Estamos)

a)Homem Natural à Não nascido de novo; Morto espiritualmente = Infeliz e Perdido

b)Crente Imaturo à Reluta entre a vida egocêntrica e a Cristocêntrica = Infeliz e Problemático

c)rente Espiritual à Anda no Espírito; Vive a Palavra de Deus = Feliz e Bem suscedido

2a CAUSA DE PROBLEMAS ESPIRITUAIS:
O Nosso Comportamento no Mundo
(O que fazemos)

a) Pecado
O envolvimento do crente com o mundo, leva-o ao pecado e aos problemas

b)Legalismo
Tentativa de obedecer a Bíblia, só pelo que está escrito, sem está de verdade convencido, de que o mandamento Divino, é sempre a melhor coisa a ser feita.

3a CAUSA DE PROBLEMAS ESPIRITUAIS:
A Nossa Vida Mental
(O que pensamos)

Auto-suficiência
"Toda eficiência, sem a suficiência Divina, é mera deficiência"
(I Co 4.7,8)

OS PERIGOS DA AUTO-SUFICIÊNCIA:

1. Embora pense, que é o tal, não demorará a perceber o quanto é limitado;

2. Ficará muito decepcionado consigo mesmo;

3. O auto-suficiente, acabará por afastar as pessoas de si,

4. No seu egoísmo, o auto-suficiente morrerá solitário e sem ninguém, que de fato o aprecie.

Orgulho
É impossível ao homem soberbo ser feliz, nem pode evitar o desastre pessoal

OS PERIGOS DA SOBERBA:

1. Conduz ao oposto do que se pretende

a) Quem deseja honra
terminará em desonra
(Pv 11.2)

b)Se está tentando agradar a Deus - só conseguirá aborrece-Lo (Pv 8.13)
Se deseja ser um pacificador
só conseguirá criar contendas
(Pv 13.10)

C)Se sonha com uma vida vitoriosa
acordará em ruína e fracasso
(Pv 16.18)

2. Desafia a Deus e isto é a pior loucura que alguém pode cometer.

a) O que desafia a Deus será fatalmente envergonhado
(Dn 4.37)

b)O que se exalta, inevitavelmente, não importa quem seja, será humilhado, pelo próprio Deus
Mt 23.12

3. Desqualifica para a obra do ministério pois o ministério do soberbo é destrutivo

a)A soberba na obra do ministério desqualifica o pretendente mesmo que esteja sinceramente querendo servir a Deus
(I Tm 3.6)

b) A soberba está para imaturidade assim como a humildade esta para a maturidade.
Quanto mais humilde, mais maduro e preparado para a obra do ministério
(I Tm 3.6)

4.A vida e o ministério do soberbo são grandemente dificultados e sempre acabarão mal.

a)porque encontra, logo de frente, a resistência do próprio Deus
(I Pe 5.5)

b)porque não pode contar com a graça e força de Deus
(Tg 4.6; Ez 30.6; 33.28)

c)A soberba é simplesmente intolerável para Deus
(Sl 101.5)

d)Mesmo que o soberbo tome todas as precauções e faça sua morada nas estrelas, Deus o derribará quanto mais alto estiver, maior será sua queda
(Ob 3,4)

5. Somente os humildes podem ser felizes
Mt 5:3

Amargura

OS PERIGOS DA AMARGURA:

1) A amargura leva as pessoas a qualquer aventura
(I Sm 15:33)

2)A amargura pode levar ao vício e ao pecado
(Pv 31:6; At 8:23)

3)A amargura é o prêmio para os que deixam o Senhor
(Jr 2:19)
4)O dia da vingança de Deus, é dia de amargura
(Sf 1:14)
5)O mandamento Bíblico é:
"longe de vós toda amargura"
(Ef 4:31)
6)A amargura dos maridos, destrói seus casamentos
(Cl 3:19)

7)A amargura é contaminadora e destrói a paz de qualquer ambiente
(Hb 12:15)

8)A amargura é descrita como uma sabedoria terrena, animal e demoníaca
(Tg 3:14,15)

Valores Distorcidos

OS PERIGOS DA INVERSÃO DE VALORES::

1) A Bíblia tem claras "ais" (maldições) para os que relativizam a verdade, para os que:

a)Invertem a realidade das coisas
(Is 5:20)

b)Por suborno justificam o perverso, e condenam o justo
(Is 5:23)

c)Detém a verdade pela injustiça
(Rm 1:18)

A CAUSA DE PROBLEMAS ESPIRITUAIS:
A Nossa Fraqueza
(O que nos falta)

a)Falta de Arrependimento sério
o arrependimento deve continuar a o dia da morte;

b)Falta de total consagração
A vida toda deve ser colocada em holocausto sobre o altar

c)Falta de Conhecimento pessoal e Compreensão da Bíblia
[por falta de esforço e interesse;

d)Falta de Amor generoso
Ter mais alegria em dar do que em receber

e)Falta de Equilíbrio na vida
Tudo oscila sem muito controle

f)Falta de depender do Poder do Espírito Santo.

g)Falta de Vida no Corpo
não querer realmente ser uma Bênção na igreja;

5a) CAUSA DE PROBLEMAS ESPIRITUAIS:
A Nossa Luta

(Contra o que lutamos)

1)Contra a CARNE
(Gl 5:16,17);

2)Contra o SATANÁS
(Ef 6:11-13) ;

3)Contra o sistema ímpio do MUNDO (I Jo 2:15);
a) A Nossa Confiança
(O que recebemos)

II - OS EFEITOS DOS PROBLEMAS ESPIRITUAIS

II - SOLUÇÕES PARA OS PROBLEMAS ESPIRITUAIS
I Ts 3:11-12
I - VIVER NA DEPENDÊNCIA DE DEUS
(I Ts 3:11)
A) DEUS PAI
A FONTE DE PODER PELA ORAÇÃO

1) Paulo via apenas em Deus a possibilidade de ver o CAMINHO ABERTO até aos Tessalonicenses.

2) Somente Deus podia VENCER OS OBSTÁCULOS posto por Satanás (I Ts. 2:18)

3)O PODER DE DEUS é contrabalança o poder satânico em nossas vidas.
Por isto precisamos cada momento da armadura de Deus
(Ef. 6:10-18)
B) DEUS FILHO
O SENHORIO DE SUA PALAVRA DÁ A VITÓRIA

Reconciliação

O homem foi criado em glória e honra (Sl 8.5), sem pecado, inclinado à justiça (Ef 4.24) e vivia em comunhão com Deus.
Essa comunhão foi interrompida pela corrupção do pecado (Is 59.2).
A humanidade, desde então, vive separada de Deus (Rm 3.23), já que a herança pecaminosa é transmitida de geração em geração (1 Pe 1. 18).
Mas Deus já tinha um plano para a redenção do homem através de Cristo (Ef 3.11).
De fato, logo depois da queda, Deus manifestou seu plano: da semente da mulher levantaria alguém que destruiria o inimigo e redimiria o homem (Gn 3.15).
Assim, a reconciliação do homem com Deus é um propósito eterno do Senhor.

Definição de Reconciliação

Reconciliação é mudança que ocorre em um relacionamento hostil, de forma que esse relacionamento passa a ser amistoso e pacífico.
No contexto do cristianismo, é um novo relacionamento entre Deus e o homem, em que Deus dá uma oportunidade ao homem de, através de Cristo, participar de sua glória; e o homem, por sua vez, através da fé, submete-se ao sacrifício de Cristo e renuncia ao pecado.
Com seu caráter transformado, o homem pode experimentar da presença de Deus e ter esperança na vida eterna, já que Deus remove a causa da sua perdição.

A Reconciliação ocorre por iniciativa divina

A Reconciliação do homem com Deus é de iniciativa divina.
Para promover a justiça, Deus não voltou-se contra a humanidade pecadora, mas contra o império do pecado.
Deus nos amou quando ainda éramos seus inimigos (Rm 5.8).
Deus é o diretor da redenção da humanidade (2 Co 5.18).
A partir da manifestação de sua graça salvadora, nós passamos a temê-lo e a corresponder a esse amor (1 Jo 4.18,19).
O ser humano é objeto passivo nessa reconciliação.
Deus promove, através dessa iniciativa, a paz com o homem justificado (Rm 5.1).
Mais que declarar alguém como justo, não mais lhe imputando os pecados, Deus quer o envolvimento pessoal do homem com sua glória e com a sua obra.
A correspondência ao apelo divino proporciona ao ser humano a modificação de seu caráter, a cobertura, o perdão e a purificação dos seus pecados.

Somos Reconciliados através de Cristo

A iniciativa reconciliadora de Deus se dá por meio de Cristo (2 Co 5.18,19).
É em Cristo que somos recriados (2 Co 5.17).
Somente através de Cristo podemos chegar a Deus (Jo 14.6-11).
A purificação dos pecados, a justificação e a santificação se dá por Ele.
A morte expiatória de Cristo removeu a barreira que impedia a reconciliação do homem com Deus. A dívida decorrente de nosso pecado foi quitada no sacrifício de Jesus que nos perdoou e nos vivificou (Cl 2.13,14).
Pelo derramamento do sangue de Cristo Deus expressa sua justiça contra o pecado e ao mesmo tempo justifica o homem que aceitar pela fé esse sacrifício (Rm 3.25).
O homem recebe gratuitamente a redenção.

Jesus, em seu ministério terreno, viveu uma vida sem pecado (Jo 14.30; Hb 4.15; 1 Pe 2.22).
Por isso, quando Paulo fala que Cristo se fez pecado por nós (2 Co 5.21) ou que se fez maldição por nós (Gl 3.13) não está se referindo, evidentemente, à forma como Jesus viveu em seu ministério terreno.
Paulo fala da morte de Cristo que não teve pecado como conseqüência de pecados que não eram seus.
Foi tratado como um pecador em sua morte.
Assim, o pecador que nEle crer terá vida
(Jo 3.16; 11.25).

Cristo morreu por todos os pecadores (Cl 1.20; Hb 2.9; 1 Jo 2.2).
Porém, somente os crentes serão salvos.
Aqueles que rejeitarem o sacrifício de Cristo permanecerão em condenação, sob o domínio do pecado.

Somos frutos da Reconciliação

Cristo chamou diretamente os apóstolos para ministrarem a reconciliação à humanidade (Mt 28.19; At 9.15; 22.15).
A Igreja cresceu e os novos convertidos também se tornavam ministros de Cristo e proclamavam o Evangelho.
Deus continua a agir através do ministério dos que já foram reconciliados (2 Co 5.18).
Fomos alcançados em nossa era porque alguém já militava na fé e nos anunciou o evangelho.
O crescimento da Igreja, portanto, se dá por causa do anúncio da mensagem reconciliadora entre os perdidos.
Cada novo convertido é alguém que morreu para o mundo (Jo 12.24) e para o domínio do pecado.
Assim, inicia uma nova vida, não para si, mas para Cristo e para a Igreja.

Morremos para o mundo

Só há reconciliação se as duas partes em conflito concordarem em esquecer o passado para viver um novo relacionamento.
A iniciativa reconciliatória de Deus espera encontrar no ser humano a correspondência necessária para a consolidação da comunhão.
Se alguém não fizer sua parte reconhecer seus erros, arrepender-se e deixar a vida pecaminosa– o sacrifício de Cristo será em vão para o perdão de seus pecados e não há reconciliação.
Nem todos os pecadores serão reconciliados, porque desdenham da oferta de Deus.

Nós deixamos de viver como o mundo, mas isso não significa que devemos desprezar quem no mundo está.
Assim como nós fomos alcançados, outros, no mundo, também serão.

Não vivemos por nós
vivemos por Ele

A palavra de reconciliação que Deus nos deu (2 Co 5.19) é mostrar o que Ele fez através de Cristo e não o que nós mesmos fazemos para Cristo; mostrar o que está por trás de nosso ministério e não mostrar o ministério.
O egocentrismo dá lugar ao Cristocentrismo.

Paulo diz que todos nós morremos, já que Cristo morreu (2 Co 5.14).
Isso mostra que o pecado e a morte, esta como castigo pelo pecado, já não têm domínio sobre nós (Is 53.5; Rm 6.14).
Morremos para nós mesmos e vivemos por Cristo. Os que aceitam o sacrifício de Cristo experimentam a mudança em sua maneira de viver.
Os que realmente esperam a vida eterna já começam, na vida terrena, a responder a esse sacrifício, a mudar o modo de vida.
Como na sociedade humana é promovida a busca dos próprios interesses em detrimento da justiça, do interesse coletivo e da vontade de Deus, os verdadeiros cristãos, que realmente pertencem a Cristo, são distinguíveis no meio da multidão.

O amor de Deus é nossa motivação

A força que impele o cristão, que não lhe deixa alternativa, que o constrange ao serviço do Reino, a dedicar sua vida aos outros é o amor (2 Co 5.14; Gl 2.20).
O amor é um dos atributos de Deus com ressonância nos salvos; esse amor nos atinge e reflete em nós amor por Ele e pelo próximo
(1 Jo 4.7-21).

Deus nos fez Ministros da Reconciliação

O ministério cristão implica em buscar servir, independentemente do reconhecimento dos outros. A própria consciência é que testemunha perante Deus sobre a fidelidade no ministério (2 Co 1.12).
O ministro é encarregado por Deus, mas isto não significa ter privilégios pessoais em relação à comunidade a que serve.

Somos ministros da reconciliação porque nosso ministério é decorrente da graça divina que nos proporcionou a reconciliação, porque a reconciliação é atividade constante no desempenho do ministério e pertence ao ministério, porque anuncia ao mundo que todos podem reconciliar-se com Deus.
Assim, o ministro não somente anuncia, mas age, utilizando seus recursos pessoais, em prol da reconciliação.
O ministro promove a harmonia e o amor onde há confusão e ódio.

Trabalhamos para a Igreja reconciliar-se com Deus

Paulo mostra sua atividade reconciliadora na primeira carta aos coríntios: instrui contra os partidos que causam divisão (1 Co 1.12); condena os processos judiciais em cortes pagãs onde as partes são membros da igreja (1 Co 6.1-11); estabelece regras para os problemas matrimoniais (1 Co 7.15); pede paciência e compreensão com os fracos na fé e diferenças de opinião (1 Co 8.1-13); promove a justiça social na celebração da Santa Ceia (1 Co 11.17-22).
A segunda carta aos coríntios é uma tentativa de reconciliação de si próprio com os irmãos em Corinto.

Deus nos dá o grande privilégio e responsabilidade de compartilhar nossa experiência reconciliadora com os outros e chamá-los para a mesma reconciliação.
Somos embaixadores de Cristo (2 Co 5.20) para proclamar aos homens os termos da paz de Deus.
Não agimos em nosso próprio interesse, mas operamos no interesse da soberania divina. A autoridade que temos não é nossa, é comissionada por Cristo.

Paulo implora aos coríntios para que se reconciliem com Deus.
Essa manifestação é dirigida não aos perdidos, mas aos crentes da Igreja.
A necessidade de reconciliação permanece visível na igreja de Corinto:
o comportamento mundano de seus membros e a facilidade com que aceitavam a pregação de falsos apóstolos, entre eles os detratores de Paulo.
Com esse apelo, Paulo quer que os coríntios, embora salvos (2 Co 1; 2.3), aproximem-se mais de Deus e exerçam com maior dedicação o ministério da reconciliação.

Cabe a cada um de nós reconciliarmo-nos com Deus, reconhecendo nossas fraquezas e nossas culpas.
Deus, em seu infinito amor, cumprindo seu propósito para nossas vidas, nos acolherá (1 Jo 1.9).

Tememos a Deus

Todos nós prestaremos contas do modo como vivemos neste mundo (2 Co 2.10).
Seremos julgados pela forma como reagimos às tentações (Tg 1.12), pela nossa fidelidade (Ap 2.10), pela disciplina pessoal útil (1 Co 1.25), pela retidão e desejo da vinda do Senhor (2 Tm 4.8), pelo cuidado voluntário, desinteressado e solícito com a Igreja (2 Pe 5.2-4), pelo tratamento dado aos obreiros (Mt 10.41-42) e pela vitória na fé (2 Tm 4.7,8; Ap 2.7,26-28).
O uso de nosso corpo tem significado moral e trará conseqüências eternas.

Em face dessa realidade futura, em que tudo será contado no Tribunal de Cristo, Paulo mostra seu temor a Deus.
Não se trata de medo do castigo divino; o sacrifício de Cristo é suficiente para nos livrar da condenação.
E Paulo tem confiança nos resultados de seu labor (2 Co 5.8).
Esse temor produz um zelo na obra de Deus típico de seu apostolado e que é referência para todos nós.
É a reverência à santidade de Deus e a adoção de um modo de vida direcionado pela santificação.
De outra forma, um modo de vida pautado na busca de riquezas materiais e de poder, que confia nos recursos mundanos a sua segurança futura, sem a preocupação com a vontade de Deus, implica em desrespeito à providência divina e afronta o amor, a santidade e a justiça de Deus (Lc 12.16-21).

Persuadimos os homens

Como conseqüência do temor a Deus, Paulo se esforça na pregação do Evangelho tentando persuadir os pecadores de sua situação espiritual desvantajosa; ao mesmo tempo em que mostra a abundante graça de Deus na obra de Jesus Cristo (2 Co 5.11).
Nem todos são convencidos por Paulo (At 26.28).
A pregação não é pressão psicológica sobre seus ouvintes, mas a demonstração clara da mensagem da salvação.
O Evangelho, mesmo sendo paradoxal, mesmo parecendo loucura, é o poder de Deus para a salvação dos perdidos (Rm 1.16).
Deus apela ao pecador e o chama para a reconciliação com Ele através de nosso ministério.
Persuadir é mostrar o pecado e convencer as pessoas ao arrependimento.
O ministério deve ser exercido no temor de Deus, tendo consciência que Deus nos conhece e nos sonda (Sl 139).
Isso mostra o genuíno evangelho que nem sempre agradará a todos; a preocupação do evangelista, assim como fez Paulo, é primeiramente agradar a Deus correspondendo ao seu supremo propósito.
A persuasão evangélica é um serviço prestado para Deus em favor das almas e da Igreja, e não para o benefício pessoal do evangelista.
O fruto que evidencia o sucesso da persuasão, aos olhos de Deus, é o autêntico temor a Deus produzido na vida de quem recebeu a mensagem.

Somos transparentes a Deus e aos homens para a edificação da Igreja

A vida de Paulo é sincera diante de Deus e transparente perante a Igreja
2 Co 2.11).
Ele sabiamente prega o verdadeiro Evangelho, fundamentado em Cristo, consciente que sua obra deverá resistir ao teste pelo fogo do julgamento de Cristo
(1 Co 3.10-13).

Em sua pregação Paulo mantém-se transparente a Deus e aos homens
(2 Co 5.11).
Não conforma o evangelho à mente de seus ouvintes, mas procura mudar suas mentes e corações para que a vontade de Deus se manifeste na vida de cada um.
Sua retórica não se sobrepõe à verdade; pelo contrário, esclarece-a.

Por isso, o apóstolo mostra que as experiências extásticas são adequadas para momentos de comunhão íntima com Deus.
Paulo ensina que, no convívio com a Igreja, na comunhão com os santos, a comunicação deve ser sóbria e compreensível
(1 Co 14.2-4; 2 Co 5.13).
O princípio nesta lição é de que tudo o que for feito deve ser direcionado à edificação, tanto do ministro como da Igreja.

Rejeitamos o modelo do mundo

O cristão, militando em sua fé, convive com o mundo.
Entretanto, essa convivência não implica em deixar-se influenciar pela pecaminosidade.
O secularismo impõe modelos atrativos para o ser humano.
O sistema mundano sustenta-se no tripé:
hedonismo, materialismo e egoísmo (1 Jo 2.16).
Os apóstolos Paulo e João advertem os cristãos a superarem os apelos do mundo (Rm 12.2; 1 Jo 2.15,17).
A reação cristã é de repudiar essa vaidade, voltando a mente para a realidade espiritual e buscando o melhor entendimento dessa realidade.
A renovação do entendimento (Rm 12.2) é a conformação da mente ao modelo de Cristo.
O serviço abnegado aos outros no interesse do Reino é resultado dessa conformação
(Fp 2).
O ministro proclama a reconciliação não somente por palavras, mas também pelo comportamento e envolvimento pessoal.

O discernimento é orientado por Cristo
A forma como reagimos às pessoas deve superar os critérios pecaminosos de julgamento (2 Co 2.16).
Os critérios mundanos consideram a capacidade intelectual, a influência política, o poder econômico e a aparência física, e isso, absurdamente, nos daria uma imagem derrotista do próprio Jesus (Is 53).
Esse tipo de julgamento forma imagens irreais, distorcidas da realidade espiritual. Diante de Deus todos os homens necessitam da salvação através do Evangelho de Jesus Cristo.

Temos a missão e a visão reconciliadora

Quando Paulo roga aos coríntios que se reconciliem com Deus, requer que olhem para Deus, orientem sua vida de acordo a sua vontade, entendam que não vivem mais por si, mas por Cristo (2 Co 4.15; Gl 2.20).
É a visão de Deus que deve nos orientar nos relacionamentos
(2 Co 5.16)
Cultivar qualquer tipo de inimizade contra alguém mostrará que a reconciliação com Deus ainda precisa ocorrer (1 Jo 4.20).
A total reconciliação com Deus respinga em nossos relacionamentos e faz deles motivos para a glória do Senhor.
A capacidade de perdoar é fundamental para isso; quem não consegue perdoar o próximo não obtém o perdão de Deus pelos seus pecados (Mt 6.14-15).
Reconciliar-se com Deus é adotar o ponto de vista divino para orientar nossos relacionamentos; assim como Deus abriu as portas para nos reconciliar quando éramos seus inimigos (Rm 5.8), cabe a nós abrir as portas da reconciliação com o próximo mesmo quando são nossos inimigos
(Mt 5.23,24).

Cristãos irreconciliáveis entre si não conseguem discernir a grandeza do ministério da reconciliação.
Na Igreja primitiva havia uma grande dificuldade da parte dos judeus convertidos ao cristianismo aceitarem os irmãos não judeus.
Talvez seja por isso que Paulo, antes de ministrar a reconciliação na Espanha, tenha se preocupado em levar a oferta dos cristãos gregos para os necessitados judeus
(Rm 15.24-28,31).


A missão da Igreja e de seus ministros é ser, a exemplo dos apóstolos, a força reconciliadora.
Deve ir além da pregação da doutrina; deve agir de forma a proporcionar aos homens a reconciliação com Deus, ajudar efetivamente os necessitados e promover a cura dos efeitos nocivos do pecado.



FONTES:

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.
Rio de Janeiro:
CPAD, 2003.

CABRAL, Elienai. Ministério da Reconciliação. In: Lições Bíblicas:
1º Trimestre de 2010:
2 Coríntios.
Rio de Janeiro:
CPAD, 2010.

CHAMPLIN, Russel N. O Novo Testamento Interpretado:
versículo por versículo:
Volume 3:
Atos, Romanos.
São Paulo:
Hagnos, 2002.

CHAMPLIN, Russel N. O Novo Testamento Interpretado:
versículo por versículo:
Volume 4: 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Efésios.
São Paulo: Hagnos, 2002.

CHAMPLIN, Russel N. O Novo Testamento Interpretado:
versículo por versículo:
Volume 6:
Tiago, 1 Pedro, 2 Pedro, 1 João, 2 João, 3 João, Judas, Apocalipse.
São Paulo:
Hagnos, 2002.

CHAMPLIN, Russel N. Reconciliação. In: Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia: Volume 6.
São Paulo:
Hagnos, 2008.

CORREA, Oséias V. O Galardoamento dos Salvos.
Pregação realizada em 2/7/2007 na Assembleia de Deus Missões em Campo Grande, MS. Vídeo disponível na Internet em http://www.iadcg.org/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=215&Itemid=2 em 1/2/2010.

GARLAND, David E. The New American Commentary:
2 Corinthians, Volume 29.
Edição eletrônica Libronix.
Nashville:
Broadman & Holman Publishers, 1999.

RENOVATO, Elinaldo.
Antropologia: a doutrina do homem.
In: Teologia Sistemática Pentecostal.
Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

Em que cremos ( We believe)

1) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas:
O Pai, O Filho e o Espírito Santo
(Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).


2) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão
(2 Tm 3.14-17).


3) Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus
(Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9).

4) Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus
(Rm 3.23 e At 3.19).

5) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8).

6) No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor
(At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9).

7) No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12).

8) Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo
(Hb 9.14 e 1Pd 1.15).

9) No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade
(At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7).

10) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade
(1 Co 12.1-12).

11) Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas.
Primeira

invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação;
segunda
visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos
(1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14).

12) Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra
(2Co 5.10).

13) No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis
(Ap 20.11-15).

14) E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).

TRANSLATION OF PORTUGUESE TO ENGLISH


1) In one God, eternally existent in three persons:
The Father, The Son and the Holy Spirit
(Dt 6.4; Matthew 28:19, Mark 12:29).

2) In the verbal inspiration of the Holy Bible, the only infallible rule of faith normative for the life and Christian character
(2 Timothy 3.14-17).

3) In the virginal conception of Jesus, in His vicarious and atoning death, in His bodily resurrection from the dead and his ascension to heaven victorious
(Isaiah 7:14, Rom 8:34 and Acts 1.9).

4) The sinfulness of man who deposed the glory of God, and that only repentance and faith in the atoning and redemptive power of Jesus Christ that can restore it to God
(Romans 3:23 and Acts 3:19).

5) The absolute necessity of being born again through faith in Christ and the power of the holy Spirit and the Word of God to make man worthy of the kingdom of heaven (John 3:3-8).

6) In the forgiveness of sins, the gift and perfect salvation and eternal justification of the soul, free received from God through the sacrifice made by Jesus Christ on our behalf
(Acts 10:43, Rom 10:13; 3.24-26 and Hebrews 7.25, 5.9).

7) The biblical baptism performed by immersing the whole body at once in water, in the name of the Father, the Son and the Holy Spirit, according with the Lord Jesus Christ (Matt. 28:19, Rom 6:1-6 and Colossians 2.12).

8) The necessity and possibility that we live holy lives through the atoning and redemptive work of Jesus on Calvary, through the regenerating power, inspiring and sanctifying of the Holy Spirit that enables us to live as faithful witnesses of Christ's power
(Hebrews 9:14 and 1 Peter 1:15).

9) In the biblical baptism in the Holy Spirit given to us by God through the intercession of Christ, with the initial evidence of speaking in tongues, according to his will
(At 1.5, 2.4, 10.44-46, 19.1-7).

10) At present the spiritual gifts distributed by the Holy Spirit to the Church for its edification, according to his sovereign will
(1 Corinthians 12.1-12).

11) The Second Coming of Christ premillennialism in two distinct phases.
First

invisible to the world, to rapture His Church faithful of the land, before the Great Tribulation;
second
visible and physically with his church glorified, to reign over the world for a thousand years
(1 Thessalonians 4:16. 17, 1 Cor 15.51-54, Rev. 20.4; Zech 14.5 and Jude 14).

12) That all Christians appear before the tribunal of Christ, to receive reward for his achievements in the cause of Christ on earth
(2 Cor 5.10).

13) In the coming judge to reward the faithful and the infidels condemn
(Revelation 20.11-15).

14) And in the eternal life of joy and happiness to the faithful and sadness and torment for unbelievers (Matt. 25.46).

A Igreja Assembléia de Deus Missões (ADM) The Assemblies of God Mission (ADM)

A Instituição

A Igreja Assembléia de Deus Missões (ADM) é uma instituição evangélica, uma das maiores igrejas que representa o meio pentecostal no Brasil e no mundo.

Missão

Propagar e Ensinar o Evangelho de Jesus Cristo pelo qual pessoas chegam ao arrependimento de seus pecados para obterem a salvação e vida eterna.

Visão

"Ser reconhecida como a melhor organização eclesiástica, tornando-se referência na propagação do evangelho, onde todos os membros estejam comprometidos com a qualidade e desenvolvimento de ministérios eficazes".

Valores

Estão relacionados aos Frutos do Espírito Santo, que produzem no cristão, traços de caráter e são representados por meio das suas atitudes, conforme o apóstolo Paulo descreve no livro de Gálatas, capítulo 5 e versículo 22:


* AMOR:
O interesse e a busca de querer bem outra pessoa sem nada em troca.

* ALEGRIA:
Sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas na presença de Deus.
PAZ:

Tranqüilidade de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o cristão e seu Pai celestial, Deus.

* LONGANIMIDADE:
Perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero.

* BENIGNIDADE:
Não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor.

* BONDADE:
Zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal.

* FÉ:
Lealdade constante e inabalável ao Senhor com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidelidade e honestidade.

* MANSIDÃO:
Moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso.

* TEMPERANÇA:
O controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza.


TRANSLATION OF PORTUGUESE TO ENGLISH


The Institution

The Assemblies of God Mission (ADM) is an evangelical institution, one of the largest churches that represents the midst Pentecostal in Brazil and the world.

Mission

Propagate and teach the Gospel of Jesus Christ by which people come to repent of their sins for salvation and eternal life.

Sight

"Being recognized as the best church organization, becoming a reference in the spread of the gospel, where all members are committed to quality and development of effective ministries."

Values

Are related to Fruit of the Spirit, which produce the Christian character traits and are represented through their attitudes, as the apostle Paul describes in the book of Galatians, chapter 5 and verse 22:

* LOVE:
The interest and the search for another person and want nothing in return.

* ALEGRIA
Feeling of happiness based on love, grace, the blessings, the promises in God's presence.

PEACE
The tranquility of heart and mind, based on the belief that all is well between the Christian and his heavenly Father, God.

* Longsuffering:

Perseverance, patience, slow to anger or despair.

* Benigni:
Not wanting to hurt anyone or cause you pain.

* GOODNESS:
Zeal for truth and righteousness, and repulsed by evil.

* FAITH
Constant and unwavering loyalty to the Lord with whom we are united by promise, commitment, loyalty and honesty.

* Meekness:
Moderation, coupled with the strength and courage, describes someone who can get angry with equity when needed, and also humbly submit when necessary.

* TEMPERANCE:
The control or dominion over our own desires and passions, including fidelity to marriage vows, also the purity.

A mulher cristã e sua auto-estima (The Christian woman and her self-esteem)

Um assunto que tem sido muito comentado na atualidade e que tem sua importância no desenvolvimento humano é a auto-estima, apesar de ser freqüentemente tratado de maneira superficial, como se fosse apenas ter pensamentos ou palavras positivas.

E, mesmo que tenham surgido muitas publicações, palestras e pregações sobre o tema principalmente no final do século passado, a história nos mostra que a auto-estima não é um assunto tão novo assim. No século XVI, o filósofo Michel de Montaigne já afirmava que “A pior desgraça para nós é desdenhar aquilo que somos.”
Segundo a Bíblia, somos a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26).
A própria Bíblia nos traz diversas passagens que referenciam a questão do valor que devemos nos dar (Jo 15.16; Rm 8.37; 1 Co 3.16, 17; Ef 1. 3-5; Fl 3. 12-16).

A auto-estima vai muito além do que existe na literatura moderna sobre o tema.
E é preciso considerá-la como um assunto de importância singular, especialmente dentro das igrejas.
Estudos têm sido realizados constantemente para avaliar a auto-estima das pessoas. Uma pesquisa publicada na Revista Veja (ed. 2015, de 4 julho de 2007 ) mostra que 59% dos brasileiros sofrem de baixa auto-estima, o que confere maior relevância ao tema, confirmando a necessidade de ser tratado com seriedade.

Nós, mulheres cristãs, devemos ter como referencial a Bíblia, onde vemos que somente Deus consegue determinar o valor real de cada ser humano.
E auto-estima é uma tentativa de determinarmos nosso próprio valor.
É o conjunto de crenças e atitudes que temos em relação a nós mesmos, como:
apreço, consideração, carinho, amor...
Podemos então aumentar nossa auto-estima se melhorarmos a consciência que temos de nós, se nos avaliarmos como somos e agirmos com coerência.

Jesus disse:
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
(Mt. 22. 39) Esse texto nos deixa bem claro que, sem aceitação e amor para conosco, não haverá aceitação e amor para com o próximo.
O amor próprio é parâmetro para o amor ao próximo.
Deus não condena o amor próprio e, se ele fosse nocivo, o mandamento seria amar ao próximo mais do que a si mesmo.
Ainda, o apóstolo Paulo reconheceu o próprio valor quando sua autoridade apostólica foi questionada
(2 Co. 10 e 11).

Auto-conhecimento é o que precisamos ter, pois quanto mais nos conhecermos, apesar do surgimento de imperfeições que não conhecíamos, maiores serão nossas condições de estabelecermos uma auto-estima saudável.
Deus nos conhece na nossa essência e nos quer como mulheres:

Que conhecem seu valor (o valor que Ele nós dá e que não é pouco);

Que procuram aperfeiçoar-se cada dia mais;

Que confiam inteiramente em Deus e não em seus próprios atos;

Centradas Nele e não no “eu”;

Que não se desprezam, pois esse é um sentimento que o Senhor não tem por nós.

Sejamos mulheres valorosas como a mulher de Pv. 31.
E que o Espírito Santo nos impulsione a sermos equilibradas e a termos uma adequada auto-estima.
O inimigo sabe que a mulher é o equilíbrio do lar, por isso ele tenta desestabilizar a mulher para atingir toda a família.
Nosso papel é o de ser sempre ajudadoras idôneas (Gn. 2.18) e um canal de bênçãos (Pv. 14.1) para nossos familiares.

Desse modo, cuidar do nosso corpo, da nossa saúde, desenvolver nossas habilidades, aprimorar cada qualidade que Deus nos deu, saber trabalhar nossas imperfeições, não tentar seguir padrões irrealistas, principalmente os adotados pela mídia, são manifestações de amor-próprio legítimo (Deus as aprova) que podem ajudar-nos a melhorar a auto-estima.

Que Deus nos abençoe, dando-nos condições de desenvolver e manter uma auto-estima saudável, cuidando para não exagerarmos na auto-valorização, cuidando para não sermos soberbas, mas reconhecendo que, diante Dele, diante de nossa família, diante da sociedade e da Igreja, temos um valor, temos algo bom a oferecer.

TRANSLATED FROM PORTUGUESE TO ENGLISH


A subject that has been much talked about today and what is its importance in human development is self-esteem, although it is often treated superficially, as if just having positive thoughts or words.

And even if there have been many publications, lectures and sermons on the subject especially at the end of last century, history shows us that self-esteem is not a new issue as well. In the sixteenth century, the philosopher Michel de Montaigne already stated that "The worst disaster for us is what we despise."
According to the Bible, we are the image and likeness of God (Gen. 1:26).
The Bible itself gives us many passages referring to the question of the value that should give us (John 15:16, Rom 8:37, 1 Corinthians 3:16, 17, Eph 1. 3-5, 3rd Fl. 12-16).

Self-esteem goes far beyond what exists in the modern literature on the subject.
And we must consider it as a matter of singular importance, especially within churches.
Studies have been conducted constantly to assess self-esteem. A survey published in Look Magazine (ed. 2015, July 4, 2007) shows that 59% of Brazilians suffer from low self-esteem, which gives greater relevance to the subject, confirming the need to be taken seriously.

We Christian women should have as a reference to the Bible, where we see that only God can determine the real value of every human being.
And self-esteem is an attempt to determine our own worth.
The set of beliefs and attitudes that we have about ourselves, such as:
case, consideration, kindness, love ...
Then we can increase our self-esteem to improve awareness of ourselves, if we evaluate how we are and act consistently.

Jesus said
"Thou shalt love thy neighbor as thyself."
(Matt. 22. 39) in this text makes clear that, without acceptance and love toward us, there is acceptance and love for our neighbor.
Love itself is a parameter for the love of neighbor.
God does not condemn self-love and, if it were harmful, the commandment was to love your neighbor more than himself.
Still, the apostle Paul recognized the value itself when his apostolic authority was questioned
(2 Corinthians 10 and 11).

Self-knowledge is what we need, because the more we know, despite the appearance of imperfections we did not know, the better our conditions and establish a healthy self-esteem.
God knows us in our essence and we want as women:

Who know their value (the value that he gives us and that is not little);

Seeking to improve themselves every day more;

That rely entirely on God and not on their own actions;

Rooted in Him and not the "I";

That does not despise, since this is a feeling that the Lord has for us.

Let us be brave women like the woman of Prov. 31.
And the Holy Spirit urges us to be balanced and have a proper self-esteem.
The enemy knows that the woman is the balance of the home, so he tries to destabilize the woman to reach the whole family.
Our role is to be always help meet (Genesis 2:18) and a channel of blessings (Prov. 14.1) for our family.

Thus, care for our bodies, our health, develop our skills, improve every quality that God gave us, how to work our imperfections, not try to follow standards unrealistic, especially those adopted by the media, are manifestations of legitimate self-love (God the approved) that can help us to improve self-esteem.

May God bless us, giving us a position to develop and maintain a healthy self-esteem, taking care not to exaggerate the self-esteem, taking care not to be superb, but recognizing that, before him, in front of our family, to society and the Church have a value, we have something good to offer.

Chamados e Capacitados!

Há no meio cristão uma preocupação exacerbada com a formação teológica de seus postulantes a líderes (pastores, evangelistas, missionários, etc.); chega-se em alguns casos, não aceitarem a autoridade de homens que foram ungidos pelo Espírito Santo, pois, este não concede diploma aos chamados a exercerem algum tipo de ministério.

Estive refletindo sobre a autoridade daqueles que não reconhecem o chamado e a unção das pessoas simples a serem pastores; evangelista; missionário; ou outro ministério qualquer.
E cheguei a um ponto comum a todos:
O início.

É do conhecimento geral, que o nosso Senhor Jesus Cristo não deixou nenhuma igreja constituída, como as conhecemos hoje, tão pouco, deixou escolas específicas para a formação de líderes!

Como então surgiram as igrejas?
Os seminários?
A obrigatoriedade de o líder freqüentar uma escola especial?
A formação teológica?
E outros aspectos semelhantes?

É certo que alguém fomentou esta idéia e o tempo encarregou de fazê-la chegar aos nossos dias como a conhecemos.
Entende-se portanto que os criadores das primeiras igrejas foram pessoas comuns, sem uma formação religiosa qualquer.
Se alguns foram ungidos séculos atrás, por conseqüência, novas unções são válidas para os dias atuais.

Seria portanto, irracional o questionamento sobre a validade dos “ungidos do Senhor” (pastores, evangelistas, missionários, mestres, etc.) que não possuem formação teológica, em nossos dias.

Os Apóstolos que seguiram a Jesus são exemplos máximos, desempenhavam ocupações diversas (pescador, medico, coletor, ect.), não possuíam formação religiosa, não foram obrigados a estudarem leis e filosofias, no entanto, foram escolhidos para acompanharem o Senhor.
E mostraram ao mundo o verdadeiro amor!
Foram instruídos sim, a serem homens santos, puros e cheios de fé; a ponto de morrerem se necessário, em defesa de sua confiança no Mestre Jesus, muitos experimentaram esta glória.

A Bíblia mostra-nos que todos os seus grandes líderes eram pessoas comuns, que foram chamadas e comissionadas a fazerem a obra, por exemplo:

Abraão – Filho de uma família pagã, idolatra.
Foi chamado e instruído por Deus na solidão do deserto.
Tornou-se o pai da fé.

Moises – Instruído em todas as leis egípcias.
Quando encontrado por Deus, abriu mão de tudo e deixou-se encher pelo Espírito Santo. Suas obras todos conhecem!

Davi – Originariamente, um pastor de ovelhas.
Ungido rei, foi um homem segundo o coração de Deus.

Paulo
Na vida deste homem quero deter-me um pouco mais.
Era profundamente versado na Lei; estudou aos pés do mestre Gamalie
(doutor na lei judaica, fariseu), recebeu toda uma instrução que o capacitava a ser também um mestre da lei (At 22.3; 23.6,5; Fp 3.5; Gl 1.14).
Ao escrever uma carta ao povo de Corinto, ele faz uma revelação que surpreende, literalmente, afirma que abriu mão de todos os conhecimentos que tinha, destituiu-se da arte da oratória, excluiu a sabedoria, esqueceu-se de tudo!
Afirma que toda a sua pregação foi feita em meio à fraqueza e grande temor.
Mas, no meio destas palavras estava o poder e a manifestação do Espírito de Deus! (1Co 2.1-5).

Qual era a unção que Paulo tinha da igreja?
Nenhuma!

O que ele cultivava em seu coração, após o chamado, era o amor a Deus e este amor o constrangia a viver em santidade total.
A carne e suas inclinações, ele sufocava.
O resultado é visível.
Usado pelo Espírito, escreveu inúmeras cartas que conduz o homem a darem os mesmos passos que ele deu.
(Fp 3.17)

Amado, queres também ser um homem gigante na obra de Deus, a exemplo de Paulo?
É possível, ao que se dispuserem a pagar o preço exigido.
É necessário morrer para o mundo, para seus apelos e “buscar em primeiro lugar à vontade do Eterno para a vida”.
Mt 6.33; Lc 12.31).

Antes de qualquer grande obra, os escolhidos do Senhor são chamados à santificação; Ele exige que seus servos sejam santos (Lv 11.45; 20.7; Ef 5.8; Cl 3.12 e Rm 12.1), esta condição os valida a serem instrumentos nas Suas mãos.
Sabemos que quando somos usados, é o Espírito de Deus que nos capacita a fazermos a obra.
“Porque o Espírito Santo vos ensinará, naquela mesma hora, as cousas que deveis dizer.”
Lc 12.12 (veja mais: At 16.6,7; Gl 5.16).
É fato, que o Espírito usa apenas aqueles que estão limpos, e procuram viver em santidade diariamente.
Bom frisar que a santidade não é um estado de vida, na verdade é uma condição!

Antes de toda grande obra é exigida a santidade
“Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós.”
(Js 3.5).

Se for teu desejo ser um instrumento nas mãos do Senhor, deves iniciar pela consagração real de tua vida no altar.
Eliminando, todos os desejos e atos contrários ao proceder de um homem segundo Jesus. A permanência num agir errôneo incapacita ao servo ser um vencedor na batalha contra as forças do mau, mesmo que tenha uma formação acadêmica!

Disse o Senhor a Josué:
“...Há cousas condenadas no vosso meio, ó Israel: aos vossos inimigos não podereis resistir enquanto não eliminardes do vosso meio as cousas condenadas.”
(Js 7.13).
É indispensável que a vida seja totalmente revista, analisada e tudo aquilo que representa condenação sejam retiradas e jogadas no fogo da purificação.
Brechas de nenhuma espécie devem existir, os canais abertos que podem ser usados pelo maligno devem ser extintos.

Se o teu desejo é servir a Deus, o primeiro passo e a santificação!

A santidade é necessária para:

Pregação: Lc 12.12
Adoração: Sl 24.3,4
Comunhão: 2Co 5.15
Na obra: 2Tm 2.21
Na Vida:
1Pe 1.16; Hb 12.14

(veja mais: Jo 17.17; Ef 5.25-27; Hb 7.26; Rm 8.29; Is 35.8; Sl 24.3,4; Ef 5.5; Hb 12.14; etc.)

Esteja ainda preparado para o embate contra as força do mau.
O homem quando se entrega e santifica-se totalmente ao Senhor, torna-se como “farol”, que pode ser visto a grande distância pelas forças do mau; logo elas se organizam e com grande furor procuram apagá-lo.
A promessa do Senhor para ti é:
“Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”
(Tg 4.7) e verás a vitória!

Afinal:
”...Os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.”
(Is 40.31).
É preciso agarrar-nos ao Senhor com todas as nossas forças, para sairmos vencedores na batalha do dia-a-dia e mais que vencedores seremos na obra do Senhor!

Se quereres servir a Deus, a tua “preocupação” inicial não é com o homem, com a formação acadêmica ou coisas semelhantes, antes, deposite todos os teus anseios e desejos nas mãos do Eterno, consagre-se a Ele e verás que o amor de Deus é muito grande para com todos, especialmente, àqueles que santificam suas vidas a favor do Seu querer.
O Espírito de Deus, te ungirá no tempo oportuno para desempenhares a obra.

Não que eu seja contrário aos estudos teológicos, não sou.
Apenas, considero-os dispensáveis à uma vida santa e usada por Deus!