CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA

CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA
CIRCULO DE ORAÇÃO DE SOROCABA - SEDE

1 de abr de 2010

ASA DE ANJO, CORPO DE HOMEM E ROSTO DE CRIANÇA

Yossef Akiva

Quem é o Autor?

Yossef Akiva é judeu nascido no Brasil em 29 de janeiro de 1973.
É casado, pai, empresário e líder do ministério Yossef Akiva International Ministries.
Iniciou seu ministério há 7 anos e, desde então, já ministrou pregações nos principais eventos e convenções em todo o Brasil, bem como em outros países da América do Sul, América Central e Europa.
Construiu um ministério diferenciado, por possuir vasta informação em relação à Palavra de Deus.
Ele especializou-se no Antigo Testamento, principalmente no que diz respeito à Shekinah palavra hebraica para designar habitação ou presença de Deus com mensagens reveladoras e nunca pregadas antes.
Trouxe assim, uma visão inovadora e confrontante para aqueles que o ouvem.
Trata-se de mensagens corroboradas por revelações de cunho profético.
Yossef Akiva tem despertado pessoas para as verdades bíblicas em vários lugares por onde passa, deixando um caminho de revelações que causaram impacto àqueles que a compartilharam.
Esta é uma das razões que o torna um dos mais conceituados ministros de nosso tempo.
Deus tem usado esse profeta de uma forma peculiar e muito abençoada!
Deus incentiva a sua obra levantando mantenedores para seu ministério e intercessores que acreditam e foram abençoados por ele.
Atualmente, Yossef tem ministrado em várias cidades e denominações diversas.
Quando tiver oportunidade, visite nossa comunidade no Orkut
YOSSEF AKIVA OFICIAL
e deixe uma palavra de vitória dentre os nossos recados.

Asa de Anjo, Corpo de Homem
e Rosto de Criança

Os nossos sábios dizem que o Planeta onde nós vivemos, chamado Terra, é o centro de todo o Universo.
A Terra também tem um centro, Jerusalém, cujo centro é o Templo.
Por sua vez, o centro do Templo é o Santo dos Santos e o centro do Santo do Santos agrega tudo o que existe no mundo visível e invisível.
Dentro do Santos dos Santos encontra-se a Arca Sagrada, a qual é o Símbolo do Reino dos Céus.
Esse utensílio sagrado foi visualizado pelo profeta Moisés quando Deus lhe disse: "Você irá subir ao Monte e jejuar 40 dias e 40 noites".
Não foi restritamente jejum de comida e água que ele fez, englobava também ficar sem dormir e sem fazer necessidades fisiológicas, para atingir a mesma elevação dos anjos, que nâo comem, não bebem e não têm necessidades fisiológicas.
Esta condição imposta a Moisés no deserto era para entender o que Deus mostraria a ele, já que através da carne não é possível entender as coisas de Deus.
Ao atingir o nível dos anjos, Deus abriu um mapa no céu para Moisés, apresentando um templo, um santuário no céu.
Esse santuário já havia existido na terra, quando Jesus criou o Jardim do Éden.
Este lugar era usado quando Deus cultuava com Adão, na virada do dia, dentro de um templo.
Porém, Adão pecou e esse templo foi levado para cima, nos céus.
Assim, Moisés é o segundo homem a entrar nesse templo no momento em que ele se relaciona com Deus, e isto só pode acontecer se existir altar, e consequentemente, Templo.
Em razão disso que Paulo diz:
"Vós sois templo do Espírito Santo de Deus".
A partir desse princípio Deus revelou a Moisés dois níveis de relacionamento.
Estes níveis seriam reproduzidos na terra com a construção de uma réplica da Arca da Aliança, orientada por Deus a Moisés, semelhante a que ele viu no céu, pois Deus queria se relacionar com o Seu povo na terra.
Neste templo haveria basicamente duas divisões, representado os dois níveis de relacionamento:
Um nível natural chamado Lugar Santo e um nível sobrenatural chamado Santo dos Santos, ambos estariam delimitados por um véu.
Este véu definiria-se como delimitador das duas dimensões, ou seja, separaria a dimensão natural da dimensão sobrenatural
De igual modo, existem dois tipos de crentes: O crente natural e o crente sobrenatural.
No lugar natural transitam a maioria dos sacerdotes, e é onde se conforma o espaço onde as pessoas fazem tudo diariamente, pois são reguladas pelo tempo cronológico. Tudo que está vinculado ao dia é porque está vinculado ao tempo, ao relógio. Todo crente que vive diariamente em busca de fogo, sacrifício, água e pão está condicionado a ser um crente natural.
Existe também um outro nível de relacionamento, conformado no Santo dos Santos, um lugar especial, que não pode ser permeado por qualquer pessoa.
Enquanto no Lugar Santo muitos entram diariamente, neste outro apenas um homem pode entrar uma vez por ano.
E apenas esse homem pode ver o utensílio mais sagrado de todo o universo:

A Arca da Aliança.

Possivelmente você conheça os filmes de Indiana Jones "Em Busca da Arca Perdida". Algumas pessoas afirmam existir esse objeto místico, transcendental, referido no filme, outras desacreditam, pois ele estaria em um campo transcendental, e não na terra.
Em realidade, ninguém sabe o paradeiro dela.
Esse utensílio semelhante a um baú, foi ordenado por Deus a Moisés para ser feito de acácia.
Acácia é um tipo de madeira nobre quase incorruptível, com vários nós, que quanto mais numerosos, mais vaidosa a madeira é.
Porém, Deus não queria que a vaidade da acácia crescesse, por isso ordena forrar a parte externa e interna com uma placa de ouro, de tal forma que a acácia permanecesse no meio das duas placas.
Sobre aquela caixa, Deus orientou que se fizesse uma tampa de ouro, chamada Propiciatório.
Foi utilizado o ouro batido, pois o refinado é mais leve enquanto o ouro batido é mais puro e mais pesado.
Quanto mais batido somos, mais peso espiritual temos.
No momento de esculpir e entalhar dois querubins em cima da tampa, Moisés mostrou resistência para tal tarefa, pois acreditou ser impossível realizar um trabalho desses na Terra.
Diante disso, Deus atentou Moisés que o Seu Espírito desceria sobre dois homens capacitando-os a fazer a Arca dá Aliança.
Uma vez que dentro da Arca da Aliança está o Reino dos Céus e a Eternidade, esses dois querubins que Moisés viu no Propiciatório são exatamente os dois que expulsaram Adão e Eva do Paraíso, por isso seriam os guardiões do Reino do Céu.
Tudo o que está no interior da Arca é maior do que está fora.
Esta é uma regra Divina, por isso quando Jesus estava dentro do templo e ouve alguém dizer:
"Mestre, que templo suntuoso, com pedras grandes e preciosas", Ele responde:
"É bonito, é grande, mas quem vos fala é maior do que o templo".
João também lembra esta regra espiritual ao dizer:
"Não sabeis vós que maior é o que está em vós do que o que está no mundo".
Portanto, quem está dentro da Arca é maior do que qualquer outra coisa.
Ao olhar para a Arca, veríamos duas grandes asas poderosas.
Eram dos seres entalhados que se encontravam em cima da tampa, assim suas duas asas aladas, grandes, tocavam-se em cima, uma asa encontrava com a outra, de modo a encobrirem a Arca.
Embaixo os dois se encontravam também pelos joelhos, e ainda que fossem dois seres, tratava-se de uma peça única, sem distinção.
Esse círculo formado pela ponta das asas e pelos joelhos é o símbolo da eternidade, designando que não tem começo e nem fim.
Dentro desse círculo estava a Shekináh a Presença de Deus.
Eles estavam emendados embaixo pelos joelhos e em cima pelas asas, por que cada um de nós tem duas naturezas, quatro níveis de vida, sete lados e somos divididos em três partes.
As duas naturezas referem-se à natureza natural tem quatro níveis e havia dentro o: Vida física, vida emocional, vida intelectual e vida espiritual.
Os seres estavam emendados embaixo, pelos joelhos, em cima pela ponta das asas e no meio deles estava a Shekináh.
Jesus confirmou esta imagem ao dizer que tudo o que é ligado na terra seriam os joelhos será ligado no céu as pontas das asas.
O maior desafio da Igreja é manter-se unida, pois se ela estiver ligada embaixo, estará ligada em cima, cooperando para que a Shekináh se manifeste no meio dela.
É impossível Deus se manifestar no meio de uma Igreja desunida, desligada.
Ao apurar com mais atenção os detalhes destes seres viventes observa-se que eles se inclinam para um lado e para o outro.
Porém é surpreendente que esies seres tremenaos, cneios ae uiona, enquanto tinham asas de anjos, o corpo era de homem e o rosto de criança, de um bebê recém-nascido. Asas de Anjos, corpo de homem e rosto de criança.
Eles não estavam olhando nem para a direita, nem para a esquerda, ambos os seres, cujos rostos eram de criança, desproporcional ao tamanho das asas e ao tamanho do corpo, olhavam para dentro da Arca.
Ora, eles estavam olhando para o reino dos Céus.
Certa vez alguém questionou Jesus:
"Como que é o Reino dos Céus?".
A resposta de Jesus foi simples:
"Se você quiser ver o Reino dos Céus, você tem que voltar a ser como uma criança". Assim, entendemos que só quem é como uma criança pode olhar para a Arca e ver o Reino dos Céus.
Dentro da Arca havia três coisas.
A primeira era os Dez Mandamentos.
A Bíblia diz que os Dez Mandamentos foram escritos pelo dedo de Deus, lembrando que se você têm sentidos naturais é porque Deus também os têm, uma vez que somos feitos à imagem e semelhança de Deus.
As regras escritas por Deus, com o Seu dedo, foram prescritas para nós.
Ninguém gosta de regras, faz parte de nossa natureza caída, mas elas são importantes para regularem nossa vida aqui na terra.
O espírito anarquista de satanás está no coração de muitas pessoas quando elas não se submetem a uma autoridade, a um princípio de autoridade.
O espírito rebelde é incutido por satanás no coração do homem para desviá-lo da presença de Deus, pois Ele não abençoa crente indisciplinado, desorganizado em sua vida espiritual.
A segunda coisa que existe dentro da Arca era um pote de ouro contendo Maná.
A palavra maná é egípcia e hebraica que quer dizer:
O que é isso?
Porque durante 39 anos e 8 meses, todos os dias, descia do céu um orvalho com um pozinho branco, e o povo dizia:
maná, o que é isso?”.
Logo, esse pozinho branco passou a se chamar Maná.
Deus não deixou restrições para o povo quanto ao uso daquele pozinho, salvo uma única regra, que seria nunca guardar um pouco de Maná para o dia seguinte.
Cumprindo apenas isso, o povo poderia utilizá-lo à vontade.
O Maná era muito cheiroso, semelhante à essência de baunilha, mas quando guardado exalava um mau cheiro muito forte, podre.
Deus tinha um único propósito com essa regra:
Ensinar ao povo a depender Dele.
Interessante que o Maná que estava guardado dentro da Arca não estragava.
Permaneceu no interior dela durante centenas de anos e manteve o seu cheiro original, o seu odor e a sua essência característicos.
Observemos então que o Maná de fora estragava, enquanto o de dentro não.
Certo dia enquanto Jesus pregava, os Judeus O contestaram:
“Os nossos pais comeram Maná no deserto e morreram”.
Porém, Jesus disse:
“É verdade, os seus pais comeram o Maná no deserto e morreram, porque era o Maná de fora; Eu Sou o Maná de dentro; eu sou o Pão Vivo que desceu do céu, mas quem comer de mim não morre, pois terá vida eterna”.
Assim, quem comer do Maná que estraga morre.
Foi isso que esses judeus fizeram.
O terceiro utensílio dentro da Arca é a Vara de Arão que floresceu.
Em Números capítulo 17, Moisés está dentro do tabernáculo, isto é, no Santo dos Santos, consultando a Deus.
Ele está em frente à Arca da Aliança e, portanto é a Shekináh que está falando com Moisés.
Deus disse para Moisés:
"Saia agora diante de toda congregação dos filhos de Israel e diga que eu escolhi o teu irmão, Arão, para ser o Sumo Sacerdote".
Moisés sai da Presença de Deus, sem dar as costas para a Arca, caminha sete passos para trás (andando de ré) até encostar as costas no véu.
Abre o véu com suas mãos, ainda de frente para a Presença de Deus, e somente quando atravessa o véu ele se vira de costas.
Em Israel existe o Muro das Lamentações, onde os Judeus agem da mesma maneira para saírem da Presença de Deus naquele lugar.
Nenhuma pessoa pode virar as costas pára Deus, pois é falta de respeito.
Onde o Senhor estiver, ao nos retirarmos de Sua presença devemos olhar em Seus olhos, porque é assim que Deus olha quando nos apresentamos a Ele.
Moisés diante do povo disse: "Deus mandou eu ungir o meu irmão, Arão, para Sumo Sacerdote".
O povo começou a murmurar, pois desconfiavam que Moisés estaria protegendo a sua família ao nomear o seu irmão.
Neste momento, Moisés voltou novamente para a Presença de Deus.
Lá assegurou que Deus estaria com ele e retornou.
É importante percebemos que a nossa obediência em Deus compromete a nossa vitória. Antes de voltar.
Moisés estava inseguro diante do povo, lá dentro foi fortalecido, pois reconheceu que Deus o usaria para agir em Seu nome.
Ao se retirar, Moisés não percebeu que a Shekináh não estava mais em cima da Arca da Aliança, mas estampada no seu rosto.
O rosto dele brilhava fortemente com a Shekináh de Deus.
Por isso ao se apresentar diante do povo, este se assusta e acredita estar diante de um anjo, a luminosidade de Moisés lembrava a de um anjo.
Em outra passagem da Bíblia vemos que isso também aconteceu com Estevão enquanto pregava, porque o Espírito Santo agiu sobre ele e seu rosto brilhou, sendo confundido com um anjo, porém era a Shekináh que resplandecia sobre a sua face.
Moisés voltou diante do povo e Deus falou por ele:
"É bem verdade que existe no meio de vós profetas, e é bem verdade que Deus fala com eles, mas em sonhos, em visões, com Moisés é diferente, Deus fala Face a face". Árvores não são derrubadas cortando galhos, mas pelo tronco; não se cura a ferida no ombro se jogar o bálsamo no joelho. Deus não perde tempo com calda, o negócio de Deus é com as principais cabeças. O Senhor age diretamente na ferida, usa o machado na raiz, resolvendo o problema de uma vez só.
Por isso Ele chama os cabeças daquela multidão, pois eram eles que murmuravam persuadindo o povo.
Ninguém vem na presença de Deus de mãos vazias.
Tudo o que você tem na mão é reflexo do que você é, então, Deus disse:
"Diga para eles virem com galhos secos nas mãos", porque é isso que eles são, árvores secas, infrutíferas.
E assim vêm os doze representantes das tribos de Israel, com galhos secos nas mãos, e o representante da Tribo de Levi era Arão.
Moisés orientou que amarrassem em cada galho, que representa cada tribo, uma tira com os seus respectivos nomes.
Em seguida, plantaram um ao lado do outro na presença do Senhor.
Os galhos foram enterrados no deserto, concordando uns com os outros que voltariam no dia seguinte.
Moisés indicou que o galho que florescesse, refletiria o homem que Deus escolheu.
Sabemos que quando se planta uma semente, demora meses, anos e até décadas para crescer.
Porém Deus disse "Amanhã".
E não se tratava de uma terra fértil, era um deserto da península do Sinai.
Galho seco em terra seca a crescer sem adubo, sem chuva.
Isto era a manifestação do poder sobrenatural de Deus.
Você não precisa insistir com o seu galho seco, mas entregar na presença do Senhor, pois somente Ele pode realizar o milagre da noite para o dia, mais rápido do que podemos conceber.
Quando a Bíblia fala de noite e dia, remete a dois períodos:
Um período de angústia e um período de alegria.
A noite é um período de incerteza, de dúvida, de incredulidade, de falta de visão, de obscuridade, de falta de discernimento, de frio, de medo.
Encontramos na Bíblia que o choro Dode durar uma noite (é um tempo), mas a noite nunca é para sempre.
Em relação à noite daquelas pessoas que enterraram os galhos foi bastante longa, ninguém dormiu com a pressão psicológica de satanás.
Plantar galho seco em uma terra seca pode resultar naquilo que lemos no Salmo 126: "Os que semeiam com lágrimas com jubilo ceifarão.
Quem sai, andando e chorando enquanto semeia, voltará com alegria trazendo consigo os seus feixes".
Este trecho se refere ao momento em que o povo de Israel voltou do cativeiro babilónico e viu Jerusalém.
A terra estava queimada, sem ser arada, sem ser trabalhada, mas como estavam sem ferramentas, sem arado, sem picaretas, sem enxadas e sem boi para puxar arado, começaram a chorar de desespero.
Eles tinham nas mãos apenas sementes.
Ciro, o medo-persa, deu ao povo judeu apenas estas sementes.
Então os judeus se ajoelharam naquela terra seca e começaram a cavar com as próprias mãos, e suas lágrimas caíam junto com as sementes, cobrindo a terra.
Algumas pessoas têm chorado bastante sobre a sua terra seca, mas acreditam não surtir resultado algum, entretanto, na realidade não está tudo do mesmo jeito, a mudança já ocorreu.
Lá embaixo, dentro da terra, longe do seu alcance visual, a semente está brotando, criando raízes.
É nesse momento que o diabo tenta lhe convencer a desistir, argumentando que está tudo do mesmo jeito, que nenhuma transformação ocorreu.
Porém aquele que crê sabe que Deus está agindo e a vitória está diante dele, ainda que com os olhos nus não se possa ver.
isto é fé.
Essas lágrimas não vão cair em vão na terra, mas são elas que farão a semente crescer.
No dia seguinte toda a congregação se reuniu para analisar qual galho floresceu. Desenterraram os galhos de Dã, Aser, Benjamim, Naftali, Efraim, Manasses, Ruben, Simeão, Gade, Issacar e Zebulom. Todos secos.
Galho de murmurador não floresce.
Portanto, para conhecer a árvore, basta olhar para os frutos.
Ao chegar a vez do Arão, puxaram o galho de dentro da terra e junto dele estava um buquê de flores muito raras, haja vista que uma rosa que só germinava nos desertos de Saron floresceu no seu galho.
O galho de Arão além de florescer, também brotou amêndoas.
No Evangelho de Lucas, capítulo 2, existia um ancião chamado Simeão.
Certa vez o Espírito Santo disse que ele não morreria sem antes ver o Cristo, Senhor. No templo, onde se circuncidavam as crianças, Simeão atentou-se para as crianças na tentativa de localizar Jesus.
Dificilmente ele localizaria o Cristo nos braços de Maria e José, que carregavam o menino no colo e a oferta mínima de duas pombas.
Era uma família muito simples.
Tocado e revelado por Deus, Simeão pediu licença para o Sumo Sacerdote, e pegou o menino enrolado em um pano de saco.
Simeão não apenas viu Cristo, mas O pegou em suas mãos.
Diante do olhar surpreso das pessoas que presenciaram o galho de Arão ele comeu sozinho com Deus as amêndoas.
O salmista diz:
"Preparas perante mim, uma mesa, na presença de meus inimigos" e assim o fez Arão.
Existem dois altares dentro de casa:
O primeiro altar é a mesa onde comemos.
Assim, qualquer um que se sentar à mesa para comer com você, no mundo espiritual estará fazendo uma aliança, por isso, Jesus era questionado quando comia com os publicanos.
Era para estabelecer uma aliança de salvação.
Quando Arão senta à mesa e come com Deus, ele está fazendo um pacto com Ele.
O segundo altar que temos dentro de casa é a cama onde dormimos.
Portanto, se chegar uma visita para posar em sua casa, você a coloca para dormir na sala, em outro quarto, menos na sua cama.
Porque a Bíblia afirma que o leito deve estar sem macula O primogenito
Jacó, por exemplo, perdeu a primogenitura porque subiu na cama do pai.
Arão naquele mesmo momento foi ungido Sumo Sacerdote.
Moisés ungiu Arão derramando óleo sobre a cabeça dele.
Está escrito no Salmo 133 versículo 2:
"É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes.
Respinga em sua orla."
O óleo é a unção do Espírito Santo, que atinge primeiro a cabeça.
A cabeça é Jesus Cristo.
Depois de Jesus, a barba, que por estar ligada à cabeça, representa os Apóstolos.
A gola seria a Igreja Primitiva, enquanto a veste a Igreja Contemporânea.
Por fim, a orla que respinga na terra é a Igreja do Arrebatamento.
Deste modo Arão é ungido, banhado por óleo, azeite.
Davi quando foi ser ungido pela terceira vez, pediu para que fosse transbordado o óleo sobre a sua cabeça:
"Unges-me a cabeça com óleo e o meu cálice transborda." (Sm 23:5b).
Davi segurou o cálice real de ouro, imenso e o colocou debaixo de sua barba ruiva, pedindo ao Sacerdote para derramar óleo e só parar quando o cálice transbordar.
Assim o Sacerdote despejou o óleo sobre sua cabeça, escorrendo pelo rosto, descendo pela barba e caindo dentro do cálice até transborda-lo.
Ali estava a confirmação da sua unção.
"Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unaes-me a cabeça com óleo, o meu cálice transborda."(Sm 23:5).
Davi, em outras palavras, queria ser ungido igual a Arão.
A vara de Arão que floresceu foi colocada dentro da Arca, como confirmação do Sacerdócio de Arão.
Em seguida, deram-lhe um cajado feito de madeira de amendoeira, grande, semelhante àqueles cajados de pastores que lembram um cabo de guarda-chuva.
Na base do cajado estava gravado, em ouro, o nome do Primeiro Sacerdote:
Aron.
Antes de morrer, Arão ao passar o cajado para o seu sucessor gravava, em ouro, o nome do próximo sacerdote, acima do dele.
Deste modo, garantia-se que toda a árvore genealógica da linhagem sacerdotal de Arão estaria gravada naquele cajado.
De Arão até Jesus, 1500 anos, quase mil nomes foram gravados naquele cajado.
O Sumo Sacerdote nos dias de Jesus chamava-se Caifás, da linhagem de Arão, portanto este era o último nome que estava no bordão do cajado.
E não era mais possível registrar outro nome naquele cajado.
Quando Jesus chega diante de Caifás amarrado, Caifás olhou para Jesus e fez uma pergunta, segurando o cajado na mão:
"Você é o Filho de Deus?"
E Jesus respondeu:
"Sim, Eu Sou o Filho de Deus".
Caifás colocou as mãos na gola de suas vestes sacerdotais e rasgou-as de cima para baixo, e disse:
"Blasfêmia, tens que morrer".
Caifás era o maior teólogo nos dias de Jesus, mas tropeçou nos próprios ensinamentos da Bíblia
Sagrada.
A Bíblia diz que quando um sacerdote rasga as suas vestes ele encerra seu sacerdócio. Logo, Caifás sem ter conhecimento de que estava sendo usado por Deus, pôs fim na A palavra-chave que permeia todo este livro é o equilíbrio.
O próprio título apresenta este conceito expresso, pois em Asa de Anjo, Corpo de Homem e Rosto de Criança os dois seres talhados na tampa da Arca da Aliança conformam a relação entre céu, terra e a presença de Deus Shekináh.
Esta Arca existe no céu e Moisés reproduziu uma réplica na Terra através das orientações de Deus, a fim de estreitar a relação do Senhor com o Seu povo.
O encontro do equilíbrio entre o mundo natural e o mundo espiritual é capaz de fazer florescer o galho seco, como ilustra a passagem de Arão.
Que esta leitura venha florescer em sua vida da mesma forma.

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